• Roteiro da olaria quinhentista

    On: 09/04/2014
    In: Cidade Pre0cupada
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    Roteiro da olaria quinhentista
    28 jun de 2014

    Graças a uma técnica ancestral de enchimento de abóbadas, chegou (mais…)

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  • Slight Confusion vs Charles Lawrence

    On: 09/04/2014
    In: Cidade Pre0cupada
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    Slight Confusion vs Charles Lawrence
    dj set
    27 jun de 2014

    Nesta noite a Cidade Pre0cupada apresenta ao (mais…)

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  • Partituras Florais de Bach

    On: 09/04/2014
    In: Cidade Pre0cupada
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    Enxaquetado
    Performance de Isabel Carneiro
    27 jun de 2014

    A partir de receitas médicas de florais de Bach construí (mais…)

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  • Dj Vaipes

    On: 09/04/2014
    In: Cidade Pre0cupada
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    Dj Vaipes
    dj set
    19 jun de 2014

    http://cidadepreocupada.oficinasdoconvento.com

    iniciativa: Oficinas do (mais…)

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  • Exposição Organismos, de Rosana Bortolin | 17 de Dezembro, Centro Interpretativo do Castelo

    On: 12/12/2011
    In: Exposições, Residências
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    CONVITEweb

    Consulte o catálogo da exposição ‘Organismos’.

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  • CONVERSAS À VOLTA DO PESO E DA LEVEZA

    On: 10/14/2009
    In: Conversas
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    Ciclo de Conferências, Arte Contemporânea

    De 7 e 8 de Novembro
    Convento de S. Francisco
    Montemor-o-Novo

    Américo Rodrigues, João Barrento, Manuel Portela, Rui Torres, Vítor dos Reis, Tomás Maia, André Maranha, Rui Oliveira, Catarina Rosendo, Olga Ramos, Raquel Feliciano, Ana Sousa Dias
    As comunicações vão reflectir a partir da necessidade de criar. As obras dos autores Sophia de Mello Breyner Andersen, Jorge Viera e Gerard Castello-Lopes, celebradas.

    A arte como fundadora do ser e da humanidade. A leveza como o desejo de superar o peso da matéria. A liberdade.
    O projecto das conversas, a oitava edição, está incluído no programa Da terra e do Ar, que inclui Residências criativas em Portugal e Cabo Verde assim como Exposições. Faz parte da programação para o biénio de 2009/10 da Associação cultural de arte e comunicação Oficinas do Convento sedeada no convento de S. Francisco em Montemor-o-Novo desde 1996. A programação e a coordenação são da responsabilidade de Virgínia Fróis.

    “A poesia não me pede propriamente uma especialização pois a sua arte é uma arte do ser. Também não é tempo ou trabalho o que a poesia me pede. Nem me pede uma ciência nem uma estética nem uma teoria. Pede-me antes a inteireza do meu ser, uma consciência mais funda do que a minha inteligência, uma fidelidade mais pura do que aquela que eu posso controlar. Pede-me uma intransigência sem lacuna. Pede-me que arranque da minha vida que se quebra, gasta, corrompe e dilui uma túnica sem costura. Pede-me que viva atenta como uma antena, pede-me que viva sempre que nunca me esqueça. Pede-me uma obstinação sem tréguas, densa e compacta. (…)”(1)

    (1) Sophia de Mello Breyner Andersen
    Arte poética II, Geografia, Editora Caminho, Lisboa, 2004

    Programa das Conversas à Volta do Peso e da Leveza (1400) Cartaz Conersas à volta do Peso e da Leveza + informação
  • ESCULTURAS LEVES

    On: 10/14/2009
    In: Exposições
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    Convento de S. Francisco
    Montemor-o-Novo
    De 7 a 28 de Novembro
    Exposição Colectiva de Escultura

    Catherine Henk, Cristina Ataíde, Graça Pereira Coutinho, Sara Antónia Matos, Sérgio Vicente, Tiago Fróis e Virgínia Fróis.
    Durante o Verão de 2008, no mês de Julho entre os dias 14 e 18 decorreu no Moinho do Ananil em Montemor-o-Novo uma acção que juntou artistas plásticos e mestres cesteiros com o intuito da criação de esculturas.

    A matéria vegetal como processo de desenvolvimento dos conceitos de peso e leveza.
    No mês de Setembro de 2009 convidaram-se dois novos artistas para fazerem o contraponto com outras matérias, a fotografia e o ferro. No Outono de 2009 cada um procurou um lugar nos espaços do Convento para aí instalar as suas peças. A exposição evoca o rio, o local da experiência e a redescoberta de novos sentidos. Num destes espaços apresenta-se um documento em vídeo que refere o processo da Oficina experimental Esculturas Leves.

    Cartaz Esculturas Leves + informação
  • RESIDÊNCIA CRIATIVA TEATRO DO VESTIDO

    On: 10/13/2009
    In: Residências
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    ELES NÃO TÊM CASA
    Apresentação informal de materiais referentes à criação do espectáculo Nómadas.

    Oficinas do Convento – Convento de São Francisco, Montemor-o-Novo
    17 Outubro, 22h – entrada livre

    Fragmentos para uma introdução:
    Primeiro eram só elas. Eram três e três autoras e as autoras ficaram pelo caminho, mas elas ficaram ali, de candeeiros em punho, “chamo-me Marina, Chamo-me Margaret, chamo-me Elizabeth”.
    Havia um nome: porque na noite terrena sou mais fiel que um cão.
    Este nome foi para nós até ao fim, também, um mistério.

    Depois chegaram eles.
    De diversos cantos e lugares.
    E o projecto deles tem o nome de Nómadas.
    É mais claro, mas ainda não totalmente, também.
    Que fazemos nós aqui, nesta praia deserta aonde demos à costa, sem documentos, sem morada certa para onde enviar a correspondência, sem ti. Onde foi que nos perdemos uns dos outros e acabámos sozinhos a contar histórias acerca dos nossos pais?
    Queremos largar estes autores nalgum canto, antes que eles nos larguem a nós.

    Fragmentos para um esboço:
    Nómadas é um projecto para três criadores a partir do universo de três autores: Malcolm Lowry, Paul Bowles e Thomas Pynchon.
    Gonçalo Alegria, Milton Lopes e Pedro Caeiro são os investigadores, criadores, compositores disto tudo. Joana Craveiro orquestra as tarefas, a estruturas e os processos. Raimundo Cosme, assiste com o seu olho perscrutador e traz coisas anotadas em cadernos, nuns gatafunhos que nenhum de nós consegue ler. Sandra Carneiro, a mais calma de nós todos, produz. E a ZDB é cúmplice de tudo isto.
    Este acto estranho de mergulhar no universo nómada destes autores e fazer com isso um manifesto poético-patético acerca de assuntos do mundo de hoje, de ontem, teorias da conspiração, a história dos nossos pais, o nosso curriculum, o sistema dos correios, Marraquexe, Taprobana, o Bairro da Copalm, Londres naquele dia, o rapaz do Ruanda, o Fred Astaire, as pessoas de cujo nome já nos esquecemos, mas que nos ajudaram naquele dia tão difícil.
    Longe deles, longe daqui.

    Ainda estamos a caminho. Por favor esperem por nós.

    “A sensação inenarrável, inconcebivelmente desolada de não ter o direito de estar onde se está; as vagas da inesgotável angústia perseguidos pelo insaciável albatroz do eu.
    Há um albatroz, de facto.” (Malcolm Lowry)

    Fragmentos para uma apresentação informal de materiais:

    No seguimento das nossas pesquisas dramatúrgicas, seleccionámos como tema de criação para o ano de 2009 o trabalho a partir de alguns autores literários cujos universos nos permitem falar de questões para nós prementes: as relações humanas, a política e a ideologia, as fraquezas interiores, o amor, a utilização da autobiografia na procura de uma reflexão sobre o universal, o comum partilhado – e, como súmula, os actos de partir e de ficar.
    O projecto divide-se em duas criações. Seleccionámos seis autores – três mulheres e três homens – que dividimos por três actrizes e três actores, respectivamente. Dois espectáculos diferentes percorridos pela inquietação de saber como transpor para a cena universos poéticos e literários de uma riqueza e vastidão incalculáveis. É proposto a cada um dos actores o trabalho sobre o universo específico de um dos autores, e a construção de um universo pessoal que seja a resposta a esse autor.
    Num registo que oscila entre o ficcional e o autobiográfico, entre a narrativa e a teatralidade, o projecto Nómadas é o espelho invertido, masculino, do projecto Porque na Noite Terrena Sou Mais Fiel que um Cão, que o antecede. Um sem o outro para nós não faria sentido. Ao romantismo exacerbado que o título Porque na Noite Terrena Sou Mais Fiel que um Cão evoca, contrapomos a frieza do nomadismo, a ausência de compromisso que implica, e, de certa forma, e não por acaso, uma certa ausência de fidelidade.

    Nesta residência de criação do Nómadas nas Oficinas do Convento, à semelhança do que tinhamos feito para Porque na Noite Terrena… chegamos com pouca coisa na bagagem. Nomeadamente, com os materiais criados ao longo de três semanas de laboratório na ZDB, em Lisboa. Fragmentos, perguntas, curiosidades. Foi pegando nessas pistas soltas que iniciámos o dia #1 desta residência.

    Estamos de momento a fazer o material dialogar, colocando-o em simultâneo, sobrepondo-o também, de alguma forma operando mudanças sobre as fontes. Vamos continuar ao longo da semana a trabalhar para agarrar e aprofundar cada uma das pistas, construirmos uma possível primeira estrutura, e darmos os nós nalgumas pontas soltas.

    A apresentação informal de materiais do Nómadas irá desenhar-se a partir do modelo que temos usado nestes laboratórios: um desfile de fragmentos de ideias e propostas, que procuram encontrar o seu sentido na acumulação e na dúvida. E esta é uma oportunidade de abrirmos as portas do nosso processo àqueles que desejem partilhar de um momento intermédio na criação do nosso projecto. Apesar da sensação de inacabado que estes momentos em progresso inevitavelmente convocam, sentimos que esta partilha pode ser importante para ambas as partes, e esperamos que as nossas pesquisas ressoem nos imaginários daqueles que, como nós, também por vezes não têm casa.

    O espectáculo Nómadas irá estrear dia 9 de Dezembro, no NegócioZDB.

    Projecto de Residência e Apresentação
    Direcção:
    Joana Craveiro
    Co-Criação/Interpretação: Gonçalo Alegria, Milton Lopes, Pedro Caeiro
    Assistência de Direcção: Raimundo Cosme
    Produção Executiva: Sandra Carneiro

    Co-Produção: Camâra Municipal de Montemor-o-Novo/Oficinas do Convento, Zé dos Bois.
    Projecto financiado: Ministério da Cultura/DGArtes

    Apoio: Fnac, Rádio Europa

    Informações/Reservas:
    Oficinas do Convento

    +351 266 899 824
    oc@oficinasdoconvento.com
    oficinasdoconvento.com

    TdV
    +351 918 388 878
    geral@teatrodovestido.org
    teatrodovestido.org

    Eles-não-têm-casa + informação