• Laboratório Aberto – dio3Estu

    On: 12/07/2017
    In: Concertos, Exposições, Residências
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    cartaz dio3Estu19 dezembro – 18:30

    Convento de S. Francisco

    A Oficinas do Convento e o dio3Estu convidam para uma apresentação de experiências sonóplásticas em formato de concerto/Instalação.

    Diversos dispositivos menos convencionais serão apresentados e performados num espaço que valoriza uma atitude de escuta no encontro de sentidos ritmos e harmónicos

    Entrada livre!

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  • “Sonosculturas na Galeria Municipal” por Gerbert Verheij

    On: 11/22/2017
    In: Exposições, Noticias, Oficinas, Residências
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    _MG_8333Sonosculturas na Galeria Municipal

    “Durante duas semanas, dois ruidosos animais de cerâmica davam as boas-vindas aos visitantes da Galeria Municipal. Resgatados (ou raptados) de um dos pacatos canteiros do claustro do Convento de São Francisco, foram dotadas de alto-falantes no lugar das cabeças. Reproduziam com súbitas vibrações sons surpreendentes (tratava-se de gravações de uma ripa de madeira tocada com arco de violino). Lá dentro, a exposição – que ocupava todos os espaços da galeria, sem desdenhar a casa de banho ou o vão-de-escada do bar – rapidamente nos envolvia. Logo à entrada, uma instalação colectiva de paralelepípedos metálicos movidos a ventoinhas, velhos gira-discos e pedras produzia algo como um lento banho de imersão sonora. Ao lado, fitas magnéticas fustigavam um balão de bomba de água, uma grande roda fazia incessantemente o seu caminho por um círculo de areia e, por artes de magnetismo, um montinho de tinta de toner (que é magnética) ecoava o mesmo movimento circular numa folha suspensa. Cada som – a trituração da areia, a agitação de fitas, o embate de metal é captada por microfones de contacto e amplificado, elevando estes ruídos à partida banais ao domínio do som. No jogo entre a tecnologia – os fios e cabos, as amplificadoras e mesas de mistura, motores – e materiais muitas vezes obsoletos, sobras ou restos que sempre carregam um pouco de memória de vida prévia, o som ganhava espessura e presença, ocupando o espaço como se também tivesse a sua própria materialidade.

    Seguiam-se mais instalações: peças gémeas que tagarelam entre si, água que cai e borbulha, pequenas telhas que tremulam sobre madeira, walkie-talkies sobre rodas de oleiro que ora se aproximam e afastam, produzindo uma sinfonia em feedback, peças que dançam, embatem ou rolam… Uma peça para tocar, espécie de bateria caseira feita de panelas com água, fez as delícias dos mais pequenos (e não só). Todas estas peças foram o resultado de uma oficina dirigida por Nuno Rebelo nas Oficinas do Convento. Musico e artista de currículo impressionante (fez, entre muitas outras coisas, o hino do Expo ‘98), conta que desde sempre se interessou em aumentar a “paleta” dos sons com que se pode fazer música. A música pode definir-se, diz, como a “arte de articulação dos sons”. As “sonosculturas” ligam este repertório sonoro expandido a uma incursão pelo território das artes plásticas. A exposição mostra que é uma intersecção muito fértil.”

    por Gerbert Verheij  , publicado no jornal Folha de Montemor, Novembro 2017

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  • Nuno Rebelo – concerto

    On: 10/31/2017
    In: Concertos, Residências
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    4 Novembro – 19:00 – Ermida de S. Pedro da Ribeira (Montemor-o-Novo)
    Entrada Livre – Inserido no encontro de Telheiros do Sul
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    Nuno Rebelo foi artista convidado para Residencia de Sonoscultura. Após uma semana intensiva de oficina Som e Espaço, que resultou numa exposição homonima, visitável agora na Galeria Municipal de Montemor-o-Novo, Nuno Rebelo mantem-se em Residência de Criação até dia 8 de Novembro e brinda-nos com um concerto no âmbito do Encontro de Telheiros do Sul.
    Licenciado em Arquitectura pela ESBAL, dedicou-se desde logo exclusivamente à música, tendo integrado o grupo new wave Streetkids entre 1980 e 1982 e dirigindo os Mler Ife Dada de 1983 a 1989. De 1990 a 1992 dirigiu o grupo instrumental Plopoplot Pot e, entre 1993 e 1995, a Poliploc Orkeshtra, que acompanhou com música ao vivo os filmes mudos Nosferatu, de Murnau, e Douro, Faina Fluvial, de Manoel de Oliveira.
    Em 1988 criou a música para a passagem de moda Manobras de Maio e, desde então, compôs também para vários filmes, peças de teatro e dança contemporânea. Foi o autor do hino da Expo ’98, da música e sonoplastia do espectáculo Oceanos e Utopias, no Pavilhão da Utopia da Expo ’98, e ainda da música para o espectáculo de fogo de artifício que marcou a abertura de Porto 2001 Capital Europeia da Cultura.
    No teatro criou música para encenações de José Wallenstein, António Feio, Paulo Filipe Monteiro e Águeda Sena. No cinema, compôs para filmes de
    José Nascimento, Edgar Pêra, Ricardo Rezende, Jorge António, Jorge Paixão da Costa, entre outros. Já na área da dança criou música para coreografias
    de Paulo Ribeiro, Mark Tompkins, Vera Mantero, João Fiadeiro, Aldara Bizarro, Cosmin Manolescu, entre outros. Coreógrafos como Steve Paxton e Rui
    Horta utilizaram música de Nuno Rebelo nas suas coreografias. Participou nos encontros coreográficos Skite (Lisboa, 1994) e European Choreographic Forum 5 (Dartington, Reino Unido, 1996).
    Como guitarrista, o seu percurso levou-o à guitarra eléctrica preparada, tendo então evoluído no sentido de uma linguagem própria que aos poucos vai
    deixando de parte a preparação do instrumento. Afirmando-se como guitarrista experimental e improvisador, tem tocado em diversos países com músicos como Peter Kowald, Gianni Gebbia, Jean Marc Montera, Kato Hideki, Shelley Hirsch, Michael Moore, Le Quan Ninh, Paolo Angeli, etc., bem como com a maioria dos improvisadores portugueses. Em 1993 começou a aplicar à guitarra portuguesa as técnicas até então desenvolvidas na guitarra eléctrica, tendo-a baptizado de guitarra portuguesa mutante.
    Esta pesquisa, que continua actualmentea desenvolver, deu origem a projectos como As guitarras portuguesas mutantes!!! e So Happy Together (trio de Nuno Rebelo, Vítor Rua e Vera Mantero).
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  • Som e Espaço – Oficina de processos colaborativos de criação em Sonoscultura

    On: 10/23/2017
    In: Concertos, Oficinas, Residências
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    24  Outubro a 4 Novembro

    SonosculturaPela terceira vez na Oficinas do Convento, Nuno Rebelo orientará processos colaborativos.

    É na zona comum entre arte sonora e visual que se situa o território a explorar, onde o objecto plástico se torna ele próprio Som – ou onde o Som se materializa no próprio objecto plástico que produz. Um território com amplas possibilidades de investigação, que pode integrar o vídeo, a performance, o desenho, a instalação, a escultura, a gravação sonora, a música gerada em directo por algum sistema cinético, electrico, electrónico, atmosférico…

    No final da Oficina será apresentado ao público o resultado do trabalho desenvolvido colaborativamente, sob a forma de exposição com eventuais momentos performáticos.

    Um território onde todo o objecto tem som, produz som ou, em silêncio, fala de som.

     

    Oficina de Sonoscultura

    Formador: Nuno Rebelo

    24 a 29 de Outubro

    Convento de S. Francisco e Galeria Municipal de Montemor-o-Novo

     

    Exposição de Resultados

    29 de Outubro

    19:00 – Galeria Municipal

    20:30 – Convento de S. Francisco

    Jantar em regime Mesa Posta

     

    Nuno Rebelo (concerto)

    4 Novembro – 18:00

    Ermida de S. Pedro

    (encerramento do Encontro de Telheiros)

     

     

    Condições de participação:

    – envio de CV e Carta de Motivação para oc@oficinasdoconvento.com

    – pagamento de caução de 20€ (devolvidos no final da oficina. Caso não compareça ou não finalize a oficina, o valor não será devolvido)

    – Alojamento não incluido no valor. Caso pretenda ficar alojado no Convento de S. Francisco deve fazer reserva e o pagamento é de 3€/noite por pessoa (sem roupa de cama)

    Inscrições até 20 de Outubro

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  • “Distâncias” de Dominica Kulczynska

    On: 09/26/2017
    In: Exposições, Residências
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    29 de Setembro

    20:00 – Convento de S. Francisco

    dominikaA artista polaca Dominika Kulczynska está em residência na Oficinas do Convento e apresenta agora o seu trabalho de cerâmica desenvolvido no Centro de Investigação de Cerâmica/OCT.

    Estão todos convidados para a sua exposição “Distâncias” no Convento de S. Francisco.

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  • “Entre Tanques e Bandeirolas” Residência Novas Formas – Carusto Camargo

    On: 08/23/2017
    In: OCT, Residências
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    9 setembro – 17:30 – Centro de Investigação de Cerâmica (Antigos Lavadouros Públicos).

    Mostra do resultado da Residência Novas Formas – Carusto Camargo

    A residência Novas Formas 2017, incluida no plano DGArtes- Projeto M teve inicio dia 23 de Agosto e finaliza dia 9 de Setembro com uma apresentação pública.

    O artista escolhido (após concurso internacional) para este ano é o artista brasileiro Carusto Camargo.

    Carusto Camargo é Artista Visual, professor Adjunto do Departamento de Artes Visuais do Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul UFRGS com pós-doutoramento na Faculdade de Belas Artes de Lisboa  e doutorado e mestrado em Artes Visuais pelo Instituto de Artes da Universidade de Campinas UNICAMP. É coordenador do Núcleo de Instauração da Cerâmica Artística NICA (www.ufrgs.br/nica) e do Laboratório de Cerâmica Artística à Distância LACAD (www.ufrgs.br/lacad), ambos do Departamento de Artes Visuais.

    A proposta que o artista nos trouxe é um projecto de fotocerâmica que se traduziu num painel de azulejos a que foi posteriormente aplicado nos Antigos Lavadouros Públicos de forma a ser visivel para toda a comunidade.

    A Residencia aconteceu no Centro de Investigação de Cerâmica (Antigos Lavadouros Públicos).

    amostras de cores na terracota oc 1-1

     

     

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  • Territórios Temporários

    On: 06/30/2017
    In: Cidade Pre0cupada, Residências
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    Territórios Temporários

    performance | convento de S. Francisco | 2 julho | 22:00

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    performance e exposição | convento de S. Francisco | 2 julho até 9 Julho 

    Territórios Temporários é um espaço de intervenção sonora e aural num contexto específico de cidade ou lugar, que propõe um conjunto de eventos de escuta, no âmbito da “network performance”, de caráter performático e de instalação.

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    Esta iniciativa propõe a criação e exploração da ideia de “territórios temporários” enquanto espaços de intervenção sonora e aural num contexto específico de cidade ou lugar, que resultará num conjunto de eventos de escuta de caráter performático e de instalação.
    Um projeto que procura reforçar e aprofundar uma investigação alargada em torno das possibilidades que interfaces de suporte digital trazem para o campo da difusão sonora e da escuta enquanto ato performativo.
    Músicos, compositores e artistas sonoros são convidados a recriar “territórios temporários”. Num primeiro plano, físico, através da distribuição de vários pontos de emissão/recepção áudio ligados numa rede online centralizada; e num segundo plano, digital, extrapolando múltiplas configurações e trajetórias entre som e território.
    A prática artística propõe a articulação entre a infraestrutura digital desenvolvida e o contexto territorial em que esta se insere, nas dimensões da paisagem sonora, da arquitetura aural e da instrumentação musical, explorando metodologias e estratégias de improvisação e composição, cruzando música e artes sonoras.
    Procura-se, assim, desafiar as relações entre som, espaço e tempo, e a articulação e agenciamento que criadores, com recurso à infraestrutura criada e ao contexto específico onde decorre a prática, possam estabelecer entre elas, dando corpo a um conjunto de eventos artísticos no âmbito da “network performance”.
    Conta com um programa público que vai ter lugar nas cidades de Lisboa, Montemor-o-Novo e Porto, composto por dois ciclos de performances e instalações realizada por um conjunto de artistas convidados e duas oficinas, que procuram abrir a discussão e desafiar a experimentação do software desenvolvido.

    Territórios Temporários dá continuidade a uma prática de experimentação iniciada em 2015 com o projeto MATRIZ, de onde resultou o desenvolvimento de um software colaborativo de música em rede e a sua aplicação através de um conjunto de concertos, levados a cabo por um ensemble de músicos distribuído entre três cidades (Porto, Montemor-o-Novo e Lisboa).

     

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  • “Detalhes” na BREVE MENTE

    On: 06/29/2017
    In: Exposições, Projectos, Residências
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    Detalhes

    de Ana Almeida Pinto

    >> 3 a 8 de julho

    DSC_5434Um olhar estrangeiro sobre uma terra que nos acolheu e que vamos desvendando a pouco e pouco. O revelar de pormenores, pequenas histórias e momentos vividos entre cal, cinza e campos vastos. Entre o monte e a planície há outra noção de tempo, de calor e de candura refletida em detalhes perdidos nas paredes, na rua, na terra. Aqui retrato apenas alguns sítios e objetos que me vão inspirando a partir cada vez mais à descoberta. Pedaços bonitos de uma terra bonita.

     

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