• Apresentação “Opuntia e Terra”

    On: 09/06/2022
    In: Exposições, Residências
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    Apresentação “Opuntia e Terra” de Teresa Rivera

    30 de Setembro 2022 | 18h

    Telheiro da Encosta do Castelo, Montemor-o-Novo

     

    cartaz-webUm dos artistas vencedores do concurso de Residências Artísticas Tradição><Contemporâneo 2022 – Teresa Rivera – apresenta o seu projecto “Opuntia e Terra”, desenvolvido em residência na Oficinas do Convento.

    O projeto “Opuntia e Terra” surgiu da observação e identificação de dois fatores: o primeiro, a presença da planta Opuntia Ficus indicada em diferentes locais do sul de Portugal; o segundo fator foi a identificação da degradação e má intervenção das construções em taipa (técnica de construção tradicional do baixo Alentejo), principalmente nos rebocos das fachadas, onde a forma de intervir nem sempre é a adequada, como na utilização de cimento e outras pastas industriais em vez das técnicas apropriadas para o seu restauro, neste caso o uso da mesma terra.

    A partir destes dois fatores, surgiu a proposta de criar um mural que torna visível o uso da planta opuntia nos processos de construção com terra. Para a criação do mural, vários tipos de rebocos foram feitos utilizando diferentes tipos de terra, argilas e agregados.

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  • Residência Artística “Matérias Coordenadas”

    On: 05/09/2022
    In: Residências
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    O duo MAGMA – Magalie Rastello & Marcelo Valente – consagrou-se um dos vencedores do Concurso de Residências Artísticas Tradição><Contemporâneo 2022, e vai desenvolver o seu projecto “Matérias Coordenadas” na Oficinas do Convento.

     

    img17O projeto “Matérias Coordenadas” consiste na construção uma impressora 3D cerâmica rudimentar e low-tech, que funciona 100% a energia muscular e pode ser manejada por várias mãos.

    Os artistas vão criar uma pasta composta de barro misturado com matérias orgânicas locais para, em seguida, imprimir objetos singulares e efémeros no exterior, em torno do lugar da residência de forma coletiva e participativa.

    Uma vez imprimidos os objetos, os artistas vão deixar o barro meio cozido ou meio cru, seco pelo fogo, pelo
    sol ou pelo vento. A residência estará centrada no processo e não nos objetos em si. As questões que o duo focaliza são, não só a temporalidade dos objetos feitos de barro, mas a pertinência hoje em dia de produzir objetos que não durem muito tempo. É como fazer um castelo de areia na praia e saber que a maré vai subir. Lembra-nos o ritmo natural das coisas e que nada se perde, tudo se transforma.

    O que interessa aos artistas, com este projeto, é desenvolver a fabricação de objetos sazonais, como o ninho do pássaro, na empatia com o meio vivo envolvente, adaptando a energia certa e necessária para fabricar um objeto ou arquitetura com uma duração limitada de maneira
    coletiva.

    Para isso vão construir então uma ferramenta : uma impressora 3D cerâmica rudimentar feita de peças de madeira e de barro cozido. A intenção é apropriar-se de uma impressora 3D de cerâmica e transformá-la numa escala humana, manual, física, participativa e imprevisível.

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  • Residência Artística “Opuntia e Terra”

    On: 05/09/2022
    In: Residências
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    Teresa Salazar Rivera consagrou-se uma das vencedoras do Concurso de Residências Artísticas Tradição><Contemporâneo 2022, e vai desenvolver o seu projecto “Opuntia e Terra” na Oficinas do Convento.

     

    img115 A proposta surgiu da observação e identificação por um lado, da presença da planta Opuntia ficus indica, em diferentes locais do sul de Portugal, mais conhecida pelo nome do seu fruto: figodaíndia. Esta espécie vegetal é catalogada como invasiva de acordo com os dados encontrados na Plataforma de informação e ciênciacidadã sobre plantas invasoras em Portugal.

    O segundo factor é a identificação da degradação das construções em taipa, técnica de construção tradicional do baixo Alentejo, principalmente nas fachadas. Foi identificada que a forma de intervir nem sempre é a adequada, como na utilização de cimento e outras pastas industriais em vez das técnicas apropriadas para o seu restauro.

    Da planta Opuntia ficus  mais conhecida no México como Nopal, é extraída uma substância chamada mucílago, que tem sido tradicionalmente utilizada na elaboração de diferentes técnicas de construção em terra, tais como adobe, taipa e bahareque.

    A planta tem sido também utilizada na restauração de sítios arqueológicos construídos com terra como aditivo para argamassas para a sua intervenção, obtendose melhorias na consistência e durabilidade nos elementos em que é aplicada.

    Recentemente foi implementado na produção de pintura à base de cal, como acabamento final em superfícies de terra ou implementado nos rebocos, em ambos os casos resultando em melhor proteção contra a chuva e a abrasão física.

    O projeto consiste em contribuir no intercâmbio de conhecimentos sobre técnicas de construção em terra e especificamente sobre a utilização do mucilagem na preparação de rebocos e tintas à base de cal. Propõese a aplicação numa superfície existente deteriorada, e que seja possível intervir.

    Se não for possível intervir numa superfície deste tipo, propõese a construção de um painel utilizando a técnica bahareque.

     

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  • OPEN CALL – Contemporary >< Tradition // Tradição >< Contemporâneo

    On: 03/23/2022
    In: Residências
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    OPEN CALL FOR ARTISTIC RESIDENCIES

    Contemporary><Tradition // Tradição><Contemporâneo

    (please scroll down to read in English)

     

    PT//

    tradição-contemporaneo-PT(revisto)Tradição><Contemporâneo | Residências Artísticas

    – Artes visuais, Design e Arquitetura no cruzamento de disciplinas e técnicas –

    CONCURSO PARA RESIDÊNCIAS ARTÍSTICAS NA OFICINAS DO CONVENTO

    Candidaturas abertas até dia 17 de Abril 2022

    Duração da residência: 1 mês

    Enquadrado pelo programa Técnicas, Artes e Lugares, A Oficinas do Convento abre pela última vez em 2022 a possibilidade de novas relações potenciando-as através de duas bolsas para a produção artística.

    Através deste concurso anual, a Oficinas do Convento com os seus recursos técnicos permitirá o desenvolvimento de um projeto em residência artística.

    Pretende-se potenciar a aproximação entre a comunidade artística e a OC, disponibilizando recursos e aprendizagens como forma de desenvolvimento do seu trabalho.

    Desafiar, artistas, designers e arquitetos, nacionais e internacionais, para a criação de obras que contribuam para um processo continuado de reinterpretação, cruzamento e inovação de técnicas.

    Serão majoradas as propostas de criadores residentes na região do Alentejo. (Mediante apresentação de comprovativo de residência, fatura em nome do artista com morada ou comprovativo da Junta de Freguesia).

    Pretende-se que as propostas a desenvolver em regime de Residência tenham preferencialmente referências à região, património histórico e natural, cultura local e recursos e que contemplem modos de produção tradicional bem como “novos media”, refletindo a sua atualização na metodologia e na forma.

    Assim, este concurso destina-se a artistas visuais, arquitetos e designers com propostas que solicitem e cruzem recursos tecnológicos:

    • Cerâmica de alta e baixa temperatura
    • Terra crua
    • Serigrafia
    • Fabricação Digital
    • Fotografia Digital
    • Vídeo

    As propostas nas áreas artísticas devem ser originais e usar da liberdade criativa para explorar a temática das mais diversas formas.

    Para saber mais informações/submissão de candidaturas: comunicacao@oficinasdoconvento.com

     

    Regulamento

    Ficha de Inscrição

     

    EN//

    tradição-contemporaneo-ENContemporary><Tadition | Artistic Residencies

    – Visual arts, Design and Architecture at the crossing of disciplines and techniques –

    Open Call for Artistic Residencies in Oficinas do Convento

    The last day for the applications is on the 17th of April 2022

    Duration: 1 month

    Framed by the Techniques, Arts and Places program, Oficinas do Convento opens up, for the last time in 2022, the possibility of new relationships by enhancing them through two grants for artistic production.

    Through this annual open call, Oficinas do Convento with its technical resources, will allow the development of an artistic residency project for young creators.

    It is intended to strengthen the approach between the young artistic community and Oficinas do Convento, providing resources and learning as a way to develop their work.

    To challenge, national and international artists, designers and architects to create works that contribute to a continuous process of reinterpretation, crossing and innovation of techniques.

    Proposals from creators residing in the Alentejo region will be increased. (Upon presentation of proof of residence, invoice in the artist’s name with address or proof of parish council).

    It is also intended that the proposals to be developed under the Residency regime preferably have references to the region, historical and natural heritage, local culture and resources, and that they contemplate traditional methods of production as well as “new media”, reflecting their updating in methodology and form.

    Therefore, this competition is intended for visual artists, architects and designers with proposals that request and cross technological resources:

    • High and low temperature ceramics
    • Raw earth
    • Silkscreen
    • Digital Fabrication
    • Digital Photography
    • Video

    Proposals in the artistic areas should be original and use creative freedom to explore the theme in the most diverse ways.

    For more information/applications: comunicacao@oficinasdoconvento.com.

    Terms and Conditions

    Application Form

     

     

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  • Verde Bairro | Ação “OCUPAR”

    On: 02/04/2022
    In: Exposições, Projectos, Residências
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    Projeto Verde Bairro | Ação “OCUPAR” de Nuno Vasconcelos

    12 de Fevereiro | 15h
    Igreja de S. Vicente, Montemor-o-Novo
    PROGRAMA:
    15h – Apresentação da Escultura “OCUPAR” – Nuno Vasconcelos (Oficinas do Convento);
    O que é um hotel para insectos – Lúcia Pereira (MARCA ADL)
    15h30 – Construção de mini jardins autóctones e comestíveis – para residentes no centro histórico
    16h45 – Lanche partilhado
    17h30 – Despedida

    CARTAZ-ocupar“OCUPAR” de Nuno Vasconcelos:

    Surge na sequência da Residência Artística Tijolo, promovida pela Associação Oficinas do Convento em Montemor-o-Novo, 2021.
    Parte da análise e recolha de movimentos de terra e RCDs (Resíduos de Construção e Demolição), a acontecer àquela data na região, com a intenção de transforma-los em materiais para construção em Terra Crua (taipa, BTCs, rebocos). Assim, procura contribuir para a discussão de um modelo de desenvolvimento circular com base na (re)organização da logística já existente em torno da gestão de resíduos de demolição e de escavações, sugerindo uma possível resposta à crescente procura de material para este tipo de construção (Terra Crua).

    Deste processo e materiais, resulta a construção de uma estrutura/escultura para insectos, ocupando e reorganizando um espaço abandonado da cidade, com o objectivo de promover o encontro entre os moradores do bairro e criar novas sinergias de vizinhança.
    Esta ocupação foi feita como complemento ao projecto “Verde Bairro” promovido pela Associação de desenvolvimento local – MARCA, sublinhando a importância da preservação da biodiversidade em contexto de cidade, como metáfora para a importância da diversidade humana na manutenção e construção da sua identidade e espírito de comunidade.

     

     

    CARTAZ_12FEV (2)_compressed_page-0001VERDE BAIRRO

    Iniciativa de Sensibilização ambiental e dinamização social do centro histórico de Montemor-o-Novo.
    A rua, o bairro e as relações de vizinhança são o ponto de partida para refletir sobre a importância do espaço público e dos espaços verdes em meio urbano tanto para a saúde e bem-estar da população, como para a qualidade ambiental das cidades.
    O local, onde decorrem as iniciativas deste projeto, corresponde à área a partir da qual se ergueu a cidade – a encosta norte do castelo de Montemor-o-Novo, o ex-libris da cidade, também conhecida como “arrabalde”. A ideia deste projeto é envolver a comunidade, os moradores e entidades desta zona da cidade, incluindo o comércio local, e conhecer algumas das histórias e tradições escondidas nas antigas ruas e pracetas. A intervenção direta no espaço público, o voluntariado, a partilha de saberes, a participação num ciclo de workshops criativos e a colocação de mini jardins autóctones são algumas das iniciativas propostas.
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  • Convocatória UNLOOP

    On: 11/23/2021
    In: Residências
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    CONVOCATÓRIA UNLOOP

    UNLOOP
    de David Negrão & Sara Montalvão
    Projecto interdisciplinar e participativo criado em contexto de residência artística no Alentejo – São Luís, Odemira e Montemor-o-Novo, em Outubro e Novembro 2021.
    241797208_4723301171081839_8474850427380212648_nProcuramos até 6 intérpretes que estejam motivados a participar de uma experiência performativa e criativa única, determinada pelo local onde acontece, e que se apresenta como um jogo, onde as escolhas dos espectadores determinarão o espectáculo visionado.
    O sentido de jogo é fortemente estimulado, lidando com imprevisibilidade, estado de alerta e consciência do corpo espontâneo expressivo. Visa trabalhar o desenvolvimento de destrezas físicas e de composição coreográfica abraçando a arte visual e a sonoplastia.
    Os intérpretes serão guiados através de orientações coreográficas, visuais e sonoras, de exploração de vocabulário físico em interacção com música, projecções visuais e técnicas digitais de mapeamento do corpo.
    Trata-se de um processo criativo experimental, cujo resultado será em grande parte definido pelo contributo dos participantes face às propostas apresentadas, apresentando-se finalmente como um jogo que acontece com os espectadores.
    RESIDÊNCIAS ARTÍSTICAS
    As residências realizam-se no espaço Cultivamos Cultura, em São Luís, Odemira durante o mês de Outubro e no espaço Oficinas do Convento em Montemor-o-Novo, durante o mês de Novembro.
    Têm como foco o questionamento e reflexão sobre o que é a memória no corpo, e como os processos neuronais afectam a nossa própria percepção do passado e do presente e, consequentemente, como se traduzem em estados e linguagens corporais distintos e pessoais. Os sentidos visuais e sonoros são trabalhados em diálogo e em interacção com estes, retro alimentando-se e estimulando-se.
    QUEM
    Este projecto convoca e dirige-se a pessoas com ou sem experiência em artes performativas, mas que tenham uma motivação particular de trabalho com o corpo e interesse na multidisciplinaridade. Todos os tipos de corpos são considerados, o trabalho é desenvolvido in loco e aberto a pessoas provenientes de qualquer região do país. Serão selecionados até 6 participantes por residência artística.
    COMO
    Os interessados devem enviar para project.unloop@gmail.com o seguinte:
    – Duas fotografias (rosto e corpo inteiro),
    – Pequena biografia com indicação da idade e respectivos contatos; Links de trabalhos, experiências anteriores ou redes.
    – Vídeo informal (via link) até 3 minutos onde estejam a improvisar.
    A data limite de inscrição é até 26 de Setembro e os resultados serão divulgados até 3 de Outubro via e-mail.
    PROCESSO CRIATIVO E APRESENTAÇÃO
    Os artistas finalistas seleccionados estarão envolvidos nos seguintes programas:
    Programa de residência Cultivamos Cultura (São Luís, Odemira)
    16 e 17 de Outubro – das 10h às 13h e das 14h às 18h30
    19 e 21 de Outubro – laboratório em formato videoconferência das 19h às 20h30
    23 e 24 de Outubro – das 10h às 13h e das 14h às 18h30
    24 de Outubro – Apresentação pública do jogo performativo UNLOOP, às 21h
    .
    Programa de residência Oficinas do Convento (Montemor-o-Novo):
    2 a 7 de Novembro – das 10h às 13h e das 14h às 18h
    7 de Novembro – Apresentação pública do jogo performativo UNLOOP, às 21h
    CONDIÇÕES
    Alojamento e alimentação para os períodos acima mencionados. Os espaços de acolhimentos têm condições para cozinhar.
    As residências artísticas e apresentações cumprem todas as normas da DGS.
    David Negrão, artista visual, e Sara Montalvão, bailarina e coreógrafa, dirigem artisticamente este projecto contando com a colaboração criativa do músico e compositor Sérgio Walgood.
    Este projecto conta com o apoio financeiro do programa Garantir Cultura – GEPAC, Ministério da Cultura, apoio residências Cultivamos Cultura (São Luís) e Oficinas do Convento (Montemor-o-Novo).
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  • Jogo Performativo UNLOOP

    On: 11/23/2021
    In: Espectáculos, Residências
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    Jogo ?UNLOOP __ #2

    7 de Novembro | 21h

    Oficinas do Convento (Montemor-o-Novo)

    * A lotação é limitada a 20 pessoas e a entrada é livre. Aconselha-se reserva para project.unloop@gmail.com.
    As portas abrem às 20h30 e o jogo começa às 21h!
    Sejam muito bem-vindxs!

    247370536_123240080101603_3912217373893333536_nApós a forte adesão à convocatória UNLOOP, seguiu-se a primeira residência artística do projecto de 18 a 24 de Outubro no Cultivamos Cultura, em São Luís (Odemira) com estreia a 24 de Outubro, e a segunda irá decorrer de 1 a 7 de Novembro nas Oficinas do Convento, em Montemor o Novo, com apresentação pública a 7 de Novembro.

    Sob a direcção artística de David Negrão, artista visual e Sara Montalvão, bailarina e coreógrafa, os intérpretes serão guiados através de micro-estruturas coreográficas, visuais e sonoras, de exploração de vocabulário físico em interacção com música, projecções visuais e técnicas digitais de mapeamento do corpo. O sentido de jogo é fortemente estimulado, lidando com imprevisibilidade, estado de alerta e consciência do corpo espontâneo expressivo.
    UNLOOP é um processo criativo experimental, cujo resultado será em grande parte definido pelo contributo dos participantes face às propostas artísticas e pelo local onde acontece. A interactividade é tomada como ponto de partida para a criação conjunta e in loco da própria experiência performativa que se transforma num jogo entre intérpretes e espectadores, que configurará o próprio espectáculo. UNLOOP propõe-se trabalhar sobre o labirinto das memórias pessoais e colectivas, e como estas se expressam em signos visuais, estados físicos e texturas sonoras.
    David Negrão, artista visual, e Sara Montalvão, bailarina e coreógrafa, dirigem artisticamente este projecto contando com a colaboração criativa do músico e compositor Sérgio Walgood.
    Este projecto conta com o apoio financeiro do programa Garantir Cultura – GEPAC, Ministério da Cultura, apoio às residências Cultivamos Cultura (São Luís) e Oficinas do Convento (Montemor-o-Novo).

    FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
    Direcção Artística e Arte Visual – David Negrão
    Direcção Artística e Coreografia – Sara Montalvão
    Sonoplastia – Sérgio Walgood
    Design – Thiago Liberdade
    Registo e Produção Audiovisual – Luís R.T. Matos
    Intérpretes UNLOOP__#2 – Adriana Pereira, Martina Mugheddu, Pablo Martinez Melo, Riccardo Galluccio, William Phoenix Primett, Wong Nok Wallace, Zarina Rondón
    Comunicação e Assessoria de Imprensa – Rita Piteira
    Produção – Sara Montalvão
    Gestão Administrativa – Apuro Associação Cultural
    Financiamento – programa Garantir Cultura/Gepac – Fundo de Fomento Cultural, Ministério da Cultura da República Portuguesa
    Apoio a Residências Artísticas – Cultivamos Cultura (São Luís) e Oficinas do Convento (Montemor-o-Novo).

     

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  • Casa Paisagem – Última Casa

    On: 10/11/2021
    In: Residências
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    Residência Artística “Casa Paisagem” de Cristina Gallizioli e Marco Ferrari

    De 11 a 14 de Outubro 2021 

    Última casa | Montemor-o-Novo 

    Visitas por marcação: +393387702220

     

    cartaz casa 3_page-0001Projeto itinerante de habitação no aberto, para ler a paisagem como um espaço doméstico. Cristina e Marco vão viver em sítios públicos da paisagem de Montemor, instalando mobília e usando estes sítios como casas sem muros. O carácter e a morfologia dos sítios vão definir os quartos e o espaço de vida, transmitindo ao mesmo tempo uma ideia de abertura e intimidade da paisagem doméstica.

     

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