• Noite Cabo Verdiana

    On: 07/06/2020
    In: Concertos
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    Noite Cabo Verdiana

    11 de Julho 2020 | 21:00h

    Oficinas do Convento

    Obrigatório pré-reserva: 10€ (jantar + contribuição para o artista) – Número de pessoas limitado ao espaço.

    cartazUm grupo de amigos musicais conheceram-se em Lisboa, unidos pela paixão pela música das ilhas cabo-verdianas.
    A música aproxima-os das suas raízes e a tocar no sentido de casa.

    Banda :
    Olívia Page – Voz/singer
    Stephan Almeida – Guitarra
    Iemilson do Rosário – Voz e guitarra
    Débora Paris – Voz/singer

    O projeto cruza fronteiras. Olivia, com herança irlandesa, cresceu com muitas influências musicais, e cresceu no sul de Londres (Reino Unido). Ela tem música no sangue; os seus avós conheceram-se como músicos de Jazz tocando juntos em bares em Londres. Aquando jovem, Olivia participou ocasionalmente na carreira do seu pai como ‘manager’ de vários grupos musicais de rock, jazz, blues, folk e pop. Ela conheceu a música de Cabo Verde há três anos nas noites Cabo Verdianas em Lisboa e ficou logo apaixonada. Imediatamente começou a ouvir e a aprender diariamente, um caminho que ela ainda segue e mantém perto de seu coração. Esta paixão levou-a a São Vicente, Cabo Verde,  para ficar uns meses a aprender melhor a música.

    Stephan Almeida é um músico Cabo-verdiano nascido em São Vicente que vem de uma família ilustre, o avô mestre “Baptista” reconhecido na arte de construir instrumentos de cordas e tocar muito bem… O pai “Bau” multi-instrumentista reconhecido como um dos melhores. Desde muito cedo aprendeu com o pai e já fez parte e acompanhou vários artistas reconhecidos como, Tito Paris,Nancy Vieira,Lura e muitos outros.Vive em Lisboa e é um músico conceituado.

    Iemilson do Rosário é um cantor e guitarrista Cabo-verdiano muito talentoso e experiente, durante muitos anos embelezou a ilha do Sal com a sua guitarra e doce voz em hotéis, bares e festivais…Licenciado em relações políticas hoje vive em Lisboa e é figura constante nas Noites Cabo Verdianas em Lisboa…Também fez participações com o projecto Nôs Raíz e vários outros…”

    Débora Paris é uma cantora Cabo-verdiana que trás a música no sangue, também vem de família muito ilustre, filha de Zé Paris um exímio baixista e sobrinha de Tito Paris o nosso embaixador da música de Cabo Verde pelo mundo. Atualmente vive em Lisboa e já fez várias participações em concursos e projectos músicas como “Got Talent Portugal” ,Nôs Raíz e muitos outros…

    Reservas para: comunicacao@oficinasdoconvento.com

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  • t.204 na Oficinas do Convento

    On: 06/15/2020
    In: Concertos
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    Concerto t.204

    26 de Junho 2020 | 21:30h

    Oficinas do Convento, Montemor-o-novo

    Obrigatório pré-reserva: 8€ (jantar + contribuição para o artista) – Número de pessoas limitado ao espaço.

     

    cartazProjecto a solo de João Spencer, iniciado em 2012 a partir de gravações caseiras e começando a sua apresentação ao vivo no ano seguinte, com o intuito de explorar diversas linguagens musicais a partir do recurso a guitarras e samples; Conta com duas EP’s em formato caseiro lançadas em 2015 e 2019, pretendendo lançar a sua estreia em longa-duração no presente ano.

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    Reservas para: comunicacao@oficinasdoconvento.com

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  • No Nation Trio na Oficinas do Convento

    On: 02/13/2020
    In: Concertos
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    Concerto No Nation Trio

    14 Fevereiro 2020 | 21:30h

    Oficinas do Convento

    Contribuição à porta para os artistas

    cartazJorge Nuno – Guitarra acústica
    Hernâni Faustino – Double Bass
    João Valinho – Percussão

    “Estreia deste trio acústico, em que a composição em tempo real se traduz numa exploração sem limites, sem fronteiras”

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  • ANTEZ na Oficinas do Convento

    On: 02/13/2020
    In: Concertos
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    Performance ANTEZ

    20 Fevereiro 2020 | 21:30h

    Oficinas do Convento

    Contribuição à porta para o artista

    cartazA base desta performance é tocar as compreensões da estrutura ressonante da sala, esculpindo, todas as vezes, um novo acordo com a sua singularidade arquitectónica. O conceito da performance mantém-se mutável até ao fim, usando exclusivamente procedimentos acústicos e métodos de produção que são gerados pelos movimentos do corpo do artista.

    A sua primeira inspiração para produzir um som contínuo com um instrumento de percussão desenvolveu-se a partir de um processo de investigação das qualidades acústicas do espaço da performance. Recolhe vários objectos e instrumentos durante as suas tours, e no seu meio de trabalho adaptou a peça para ser tocada num tambor de grande volume, que é usado como um amplificador de vibração. O artista desenvolveu uma afinidade íntima com os materiais em vibração já que tem de avaliar as vibrações no seu corpo a níveis distintos para que consiga coordenar as suas posturas e movimentos, e dessa forma pô-los em vibração. Para dar vida a estas vibrações, o artista tem usado, desde 2008, circunvolução.

    O seu som é muitas vezes comparado a determinados sons produzidos por sintetizadores. No entanto, os seus sons acústicos dependem da qualidade reflectora dos espaços circundantes e no volume da própria performance.

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  • Meier-Hanes-Amberg na Oficinas do Convento

    On: 02/13/2020
    In: Concertos
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    Concerto Meier-Hanes-Amberg

    21 Fevereiro 2020 | 21:30h

    Oficinas do Convento

    Contribuição à porta para os músicos

    cartazOs músicos suíços Elio Amberg (EA quartet, Schööf, iety) e David Meier (Schnellertollermeier, Zimmerlin-Stoffner-Meier, LEON) formaram o seu trio colectivo com o baixista electrónico Simon Hanes (Tredici Bacci, Trigger, John Zorn’s bagatelles project) no Outono de 2018, numa residência em Nova Iorque.

    O trio baseia-se em influências tão diversas quanto  a música clássica contemporânea, o free jazz, o punk e o rock. O música resultante é improvisada, não-idiomática e combina a energia selvagem com uma consciencialização da composição eléctrica e o uso subtil do som.

    O trio vai estar em tour pela Suiça e Europa em Fevereiro 2020 para apresentar o seu primeiro lançamento

    David Meier – bateria

    Simon Hanes – baixo electrónico

    Elio Amberg – saxofone tenor

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    Concert Meier-Hanes-Amberg

    21st February 2020 | 21:30h

    Oficinas do Convento

    Contribution at the door for the musicians

     

    cartazSwiss musicians Elio Amberg (EA quartet, Schööf, iety) and David Meier (Schnellertollermeier, Zimmerlin-Stoffner-Meier, LEON) formed their collective trio with California via Brooklyn electric bassist Simon Hanes (Tredici Bacci, Trigger, John Zorn’s bagatelles project) in fall 2018 while on a residency in New York.

    They draw on influences as diverse as contemporary classical music, free jazz, punk and rock. The resulting music is improvised, non-idiomatic and combines wild energy with a sharp compositional awareness and subtle use of sound.

    The trio will be touring Switzerland and Europe in February 2020 to present their first release.

    David Meier: drums

    Simon Hanes: electric bass

    Elio Amberg: tenor saxophone

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  • UM AO MOLHE na Oficinas do Convento

    On: 02/13/2020
    In: Concertos
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    Festival UM AO MOLHE na Oficinas do C0nvento

    6 de Março 2020 | 22:00h

    Oficinas do Convento

    Contribuição à porta para os artistas

     

    cartaz-montemor-o-novoJoana Guerra

    Rapaz Improvisado
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    – Compositora transversal e com um ADN único, Joana traz-nos canções impressionistas e experimentais, alinhadas pela hipnose do violoncelo, que se revelam em camadas de luz sobre as quais paira uma voz em chamamento onírico.

    – Numa combinação requintada entre western spaghetti e ficção científica, a guitarra de Leonel Mendrix também conhece o solo que pisa e é a rainha adulta e temperada de um mundo inquieto mas tranquilo.
    _______________

    – O UM AO MOLHE volta deixar tudo para trás e a fazer-se à estrada e o Cubo (mascote do festival) leva à boleia alguns dos mais originais músicos solitários. O objectivo principal é, como sempre foi, promover uma amostra do que de melhor se tem feito ao nível de bandas de um só em Portugal e criar um circuito para o crescente número de músicos emergentes.

    Caminhando a passos largos para a organização e curadoria de 1000 concertos, o UM AO MOLHE tornou-se também num festival com um manifesto ideológico que descentraliza, movimenta-se em rede (para torná-la mais forte), cria encontros nos meses mais frios e trabalha horizontalmente com projectos e formas de arte musicais emergentes.

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  • Mateo Mena na Oficinas do Convento

    On: 02/13/2020
    In: Concertos
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    Concerto Mateo Mena

    13 de Março 2020 | 21:30h

    Oficinas do Convento

    Contribuição à porta para o músico
    cartazSempre com a natureza como referência, da violência sísmica à exuberância oceânica, Mena criou o seu próprio universo sonoro que flui entre o noise e o impressionismo, construindo paisagens elétricas carregadas de energia e estruturas vibrantes, e vastas atmosferas onde melodias orgânicas germinam e se dissolvem entre flashes.
    Espaços sonoros quase visuais que emergem ao vivo compostos de ondas eletrónicas puras, e que convidam à contemplação, reflexão e a render-se às formas mais primitivas de energia e matéria.
    Mateo Mena apresenta em 2020 várias das peças que vão dar origem à sua primeira gravação em estúdio, “dios arodilándose ante el cometa Haley”, composto por cinco músicas de longa duração, incluindo “Tectónica”, “Obsidiana”ou “Coronamagnética”

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  • Torba na Oficinas do Convento

    On: 02/03/2020
    In: Concertos
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    Concerto Torba

    5 Fevereiro 2020 | 21:30h

    Oficinas do Convento

    Contribuição à porta para o músico

     

    cartazMauro Diciocia trabalha no campo da composição electro-acústica e electrónica ao vivo que combina sons e técnicas desviadas da “musique concrète” com uma abordagem moderna ao estilo de música noise e composição lo-fi. Está activo desde 2009 – sobretudo sob o pseudónimo de Torba – o seu som/estética é um objecto em movimento permanente onde o elemento constante é representado pelo uso orgânico de gravações no campo sonoro/vídeos encontrados e as suas manipulações através de gravações magnéticas e processadores digitais.

    “Torba” – designação italiana para turfa – é um depósito feito de restos de plantas e outros materiais orgânicos, usado frequentemente como fertilizador. Ao traduzir este conceito numa imagem sonora, o projecto Torba usa materiais acústicos e fontes de som considerados, geralmente, como “lixo”, para fertilizar e conceber composições orgânicas extremamente parecidas com prácticas sónicas como a colagem de som e a composição da paisagem sonora.

    Nos anos mais recentes, Mauro focou-se na sua investigação sobre as relações acústicas entre os retalhos sonoros urbanos e extra-urbanos, fronteiras onde a paisagem sonora lateral é cpaz de oferecer uma representação crítica do dia-a-dia.

    Mauro é co-fundador e curador do Aaltra, um depósito cultural sediado em Lecce e dedicado a aventuras de linguagens sonoras.

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    Concerto Torba

    5th February 2020 | 21:30h

    Oficinas do Convento

    Contribution at the door for the musician

     

    cartazMauro Diciocia works in the field of electroacoustic composition and live electronics combining sounds and techniques hijacked from the musique concrète/tape music tradition with a modern approach to noise music and lo-fi soundscape composition. Active since 2009 – mostly under the pseudonym Torba – his sound/aesthetics is an object in perpetual motion where the constant element is represented by the organic use of field recordings/found footage and their manipulation throughout magnetic tapes and digital processors.

    “Torba” – italian for “peat” – is a deposit made out of plant remains and other organic materials, mainly used as fertilizer; translating this concept into a sound imagery, the project Torba employs acoustic materials and sound sources generally considered to be waste – not interesting for a close listening (i.e.: background and everyday noises, marginal sound events, etc.) – to fertilize and conceive organic compositions extremely close to sonic practices such as sound-collage and soundscape composition.

    In recent years, Mauro has focused his investigation on the acoustic relationships between urban and extra-urban sound patches, threshold places where lateral soundscapes are capable to offer a critical representation of everyday life.

    Mauro is co-founder and curator of Aaltra, a cultural container based in Lecce dedicated to adventurous sonic languages.

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