• Vertigem na Oficinas do Convento

    On: 12/09/2019
    In: Concertos
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    Concerto Vertigem

    13 Dezembro | 21:30h

    Oficinas do Convento

    Contribuição à porta para os músicos

     

    cartaz_vertigem_montemor_o_novo (1)Os Vertigem, uma banda formada no final de 2017, trazem para o palco músicas originais cantadas em português. A música dos vertigem nasce de uma mistura de sonoridades que assenta nas raízes da música tradicional portuguesa e da world music e se funde com outros sons, como jazz e rock alternativo. Os membros Ana Lua Caiano, composição e voz, Inês Proença, piano e melódica, Artur Morais, contrabaixo e baixo-acústico, e Aliu Baió, baterista e percussionista, todos estudantes de Jazz na escola de Jazz Luiz Villas-Boas (Hot Clube de Portugal), juntam os seus diferentes gostos e influências e em palco criam um ambiente místico onde fervilha a criatividade.

    Já tocaram em diversos espaços como o Teatro do Bairro, Teatroesfera, Livraria Ler Devagar, Festival Aqui ao Lado, entre outros. Atualmente estão a gravar o seu primeiro álbum que tem o seu lançamento programado para 2020.

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  • Bear Bones, Lay Low + Accou + Raymonde na Oficinas do Convento

    On: 12/09/2019
    In: Concertos
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    3 Concertos: Bear Bones, Lay Low + Accou + Raymonde

    17 Dezembro 2019 | 21:30h

    Oficinas do Convento

    Contribuição à porta para os músicos

     

    image0Bear Bones Lay Low

    Há mais de uma década, este venezuelano, residente na Bélgica, tem criado sons electrónicos psicadélicos ao juntar mecanismos digitais e analógicos. Ao usar melodias repetitivas e ritmos combinados com sons dissonantes, BBLL deseja introduzir um transe com múltiplas camadas que permitem escutar solenemente e dançar euforicamente num espaço mental onde o arcaico se encontra com o futurista, onde o terrestre se encontra com o cósmico. A sua performance ao vivo atraiu muitos fãs musicais de diferentes horizontes, permitindo-lhe tocar em diversos contextos desde festivais de músical experimental como Échos, até discotecas de “mente aberta” como Salon des Amateurs em Dusseldorf ou Contact Club em Tóquio. Sendo um músico activo da experimentação underground da Bélgica, também fez parte de alguns espectáculos musicais gratuitos, incluindo Silvester Anfang/Sylvester Anfang II, e está activamente a trabalhar com o duo electrónico Tav Exotic, entre outros projectos. Com lançamentos em diferentes discográficas como Kraak, Ekster, Lullabies for Insomniacs e BAKK, para nomear alguns, e o seu mais recente material foi lançado na Rush Hour afiliado à No Label.

    “As performances de Accou são viagens: através de colagens de gravações de campo misturadas com uma preocupação leve e incoerente de sintetizadores, ele conta uma perigrinação extravagante e ilusória de um saqueador nos limites de se tornar iluminado.”

    Raymonde é o pseudónimo de Thibault de Raymond; um artista electrónico de Lyon. Thibault tornou-se activo na música desde 2001, tocou guitarra influenciado pelo afro-noise, como lhe chama. Co-fundou o grupo Pan Pan Pan, e a solo é Raymonde, desde 2008. Com o seu projecto principal, criou diálogos musicais incríveis interligados com ferramentas electrónicas: 4  gravadores de tracks, 80 mostradores, grooveboxes, delays e um sistema quadrafónico, quando possível. A interacção entre as colunas gera um efeito espacial, polirrítmico e percussivo, e as garavções reproduzem, através da particularidade do seu som, o “velho” choro de um sintetizador violento e guitarra “sequestrada”; um consenso com o Noise. Recentemente gravou o seu álbum na VLEK, em Bruxelas.

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  • Anton Ripatti Babakamusic na Oficinas do Convento

    On: 12/09/2019
    In: Concertos
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    Concerto Anton Ripatti Babakamusic

    20 Dezembro | 21:30h
    Oficinas do Convento
    Contribuição à porta para o músico

    posterAnton Ripatti é um cantautor psicadélico de Perm, Rússia.
    Algumas pessoas disseram: “E as músicas de Anton Ripatti? São pouco usuais. Consigo ouvi-las perfeitamente enquadradas num num filme indie europeu. Têm uma escuridão e um pouco de mistério com um mix de linguagens cantadas neste tipo de estilo Tom Waits electrónico”

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  • Flowers/Ghosts & Echoes na Oficinas do Convento

    On: 10/23/2019
    In: Concertos
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    Concerto Flowers/Ghosts & Echoes

    24 Outubro 2019

    21:30h

    Oficinas do Convento

    Contribuição à porta para os artistas

     

    cartazFlowers/Ghosts & Echoes é um projecto áudio-visual improvisacional com Gonçalo Oliveira, James Alexandropoulos-McEwan e Felix Bodin.

    É uma experiência imersiva, deslumbrante e contemplativa, consistindo na interação entre duas guitarras eléctricas e reflexões visuais.

     

    –EN–

    Flowers/Ghosts & Echoes is an improvised audio-visual project with Gonçalo Oliveira, James Alexandropoulos-McEwan and Felix Bodin.

    It’s an immersive, dazzling and contemplative experience, that consists of an interaction between two electric guitars and visual reflexions.

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  • Elefante Branco na Oficinas do Convento

    On: 10/23/2019
    In: Concertos
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    Concerto Elefante Branco

    8 Novembro 2019 | 21:30h

    Oficinas do Convento

    Contribuição à porta para o artista

    cartaz-elefanteElefante Branco é o projeto solo de improvisação eletroacústica desenvolvido pelo artista sonoro Marcelo Armani que tem como base e conceitos os campos da música concreta, minimalista e experimental. O projeto nasce em 2013, quando o artista sente a necessidade de utilizar uma série de sons e ruídos da gravação de diferentes paisagens sonoras captadas em espaços urbanos e naturais. Fragmentos de sons e ruídos produzidos por máquinas, espaços urbanos, insetos e animais. Em performances de som ao vivo, a Armani produz em tempo real uma série de composições usando esses fragmentos que são convertidos em pequenos samplers e reduzidos por equipamentos eletrônicos. Outras texturas geradas por sintetizadores analógicos / digitais, sequenciadores e efeitos são incorporadas nos recortes deste panorama sonoro para a produção de camadas e texturas que exploram a variabilidade de frequências, amplitudes e timbres. A intenção é propor a percepção de volumes, superfícies e espacialidades sonoras que expressam sensações de densidades, leveza, granulações, tensões, ritmos e ambientes que percorrem ordens dimensionais do micro ao macro.

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  • Dead Vortex na Oficinas do Convento

    On: 10/07/2019
    In: Concertos
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    Concerto Dead Vortex

    11 Outubro 2019 | 21:30h

    Oficinas do Convento

    Contribuição à porta para os artistas

    Dead-VortexDead Vortex é o buraco negro (ou melhor: o vórtice criado pela acção centrípeta de um buraco negro) em que o psicadélico se confunde com o stoner, o prog com o pós-rock e o jazz com a improvisação experimental. Sempre com uma abordagem de jamming, numa busca de estruturas e de formas que ecoa tanto os mantras tibetanos e os ragas da Índia como o perdido factor “garage” que marcou as bandas de guitarras nas décadas de 1960 e 70. Pelo meio, se algo faz lembrar o Miles Davis do período “On the Corner” é para logo dar lugar às emanações do deserto de uns Kyuss, às métricas hipnóticas kraut dos Can ou às abstracções tímbricas que vão distinguindo os AMM nos domínios da música exploratória.
    Tudo vem a propósito e tudo é devorado pela implacável voragem de temas que são tão crus quanto ricos em parâmetros (ritmo, harmonia e melodia versus noise, noise e mais noise), com elementos sonoros a dispararem em todas as direcções – um pouco como se Morton Feldman compusesse sob o efeito de anfetaminas e as suas referências viessem do punk e não de Schoenberg ou Webern. Nesta edição dividida em duas partes, “Event Horizon” e “Redshift”, o que ouvimos sob o que mais se ouve é energia. Contida ou em explosão são os diferentes graus da energia do universo, canalizada pelos corpos e pelas mentes de Luiís Guerreiro, Jorge Nuno, André Calvário e Pedro Santo (o primeiro e o último membros do grupo de jazz eléctrico Peixe Frito, os do meio vindos da banda de psych rock Signs of the Silhouette), que vão convergindo naquilo que Roberto Assagioli chamou Síntese Suprema.

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    –EN–

    Dead Vortex is the black hole (better still: it’s the vortex created by the centripetal action of a black hole) where psychedelics mixes with stoner, prog with post-rock and jazz with experimental improvisation. Always with a jamming approach, in search of structures and forms echoing Tibetan mantras and Indian ragas as much as the lost “garage” factor of the guitar bands in the Sixties and Seventies. In the middle of all this, if something reminds us of Miles Davis in the “On the Corner” period, immediatly it gives place to the desert emanations of Kyuss, the hypnotic kraut metrics of Can or the timbric abstractions distinguishing AMM in the domains of exploratory music.

    Everything comes with intent and everything is devoured by the implacable wilfulness of pieces which are crude but also rich in parameters (rhythm, harmony and melody versus noise, noise and more noise), with sonic elements shooting in several directions – as if Morton Feldman composed under the effect of amphetamines and his references were on punk and not on Schoenberg and Webern. In this edition divided in two parts, “Event Horizon” and “Redshift”, what we hear under the first impressions is energy. Contained or in full blast, it’s the different degrees of cosmic energy, channeled by the bodies and minds of Lui?s Guerreiro, Jorge Nuno, Andre? Calva?rio and Pedro Santo (the first and the last being members of the electric jazz group Peixe Frito and the ones in between coming from the psych rock band Signs of the Sillhouette), which converge in what Roberto Assagioli called Supreme Synthesis.

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  • Concerto Wu Tiao Ren

    On: 08/21/2019
    In: Concertos
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    Festival This is My City apresenta o concerto Wu Tiao Ren

    8 de Setembro 2019

    18:00h

    Oficinas do Convento

     

    PrintWu Tiao Ren

    Em 2008, três habitantes de Haifeng, um bairro da cidade de Shantou, na província de
    Guangdong, juntaram-se e formaram a banda Wu Tiao Ren. A estes viria a juntar-se um
    baterista e desde então este quarteto não parou de tocar. Amao e Renke lideram a banda
    e cantam no dialeto de Haifeng e em mandarim.
    As suas composições versam sobre as vidas de marginais na China: um voyeur solteirão
    que passa horas a ver operárias a entrar e sair de fábricas, um ciclista que passeia um
    porco, um vendedor de divisas no mercado negro, um jovem revolucionário de Haifeng
    assassinado por Chiang Kai-shek em 1929.
    Marcado pela influência da ópera local e canções de pescadores, a sonoridade desta
    banda chinesa incorpora ainda gravações das ruas da cidade, buzinas de autocarros,
    ruídos de motorizadas e encenações de discussões entre vizinhos.
    “As canções devem muito ao folk rock dos compatriotas das grandes metrópoles do
    Norte, dominantes na cena underground chinesa. Contudo, o acordeão de Renke invoca a
    verve preguiçosa do sul subtropical, enquanto cada refrão é cantado com uma convicção
    que os afasta da melancolia dos cantautores de Pequim. Os roqueiros do Norte gravitam
    para Pequim a partir das paisagens do deserto de Gobi ou das pradarias da Mongólia
    Interior, terras duras e com clima rigoroso. Os hinos cantados pelos Wu Tiao Ren são
    solarengos e os temas mitológicos do litoral conjuram um mundo de deuses do mar e
    pescadoras quixotescas”, escrevia o The Wire, a propósito da banda chinesa.
    É a segunda vez que a banda chinesa atua fora da Ásia, após uma primeira experiência
    em São Paulo, Brasil, no final de 2018, também promovida pelo TIMC.

     

     

     

     

     

     

    This is My City

    O festival This is My City nasceu em Macau, em 2006, mas redesenhou-se anos depois e
    deu os primeiros passos para integrar o Delta do Rio das Pérolas numa rede criativa,
    promovendo a cultura lusófona na região. Em 2018, o TIMC teve lugar em Zhuhai, Shenzhen, Macau, e terminou em São Paulo, Brasil. Este ano, o TIMC estende-se a
    Portugal.
    O cofundador do TIMC, Manuel Correia da Silva, afirma que a ideia de expansão a Portugal surgiu na sequência de um convite da Casa da Música, no Porto. “Achámos que
    seria um ótimo pretexto para, pela segunda vez, voltar a Portugal, de uma maneira mais graúda e sólida, com a banda Wu Tiao Ren e o projeto NOYB, e com um programa mais alargado de datas onde poderíamos estar presentes”, destaca, acrescentando: “As expectativas são bastante altas, porque acreditamos que o formato que vamos apresentar e os sítios podem garantir um maior alcance em termos de audiência, mas também uma melhor experiência para os artistas convidados que vão estar envolvidos nesta tour.”

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  • Concerto Hear and Now

    On: 08/21/2019
    In: Concertos
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    Concerto Hear and Now com Luz Prado e Wade Matthews

    24 de Setembro 2019

    22:00h

    Contribuição à porta para os artistas

    Oficinas do Convento

    hear_now_TOUR_CONVENTOHear and Now é um laboratório, uma investigação, uma exploração. Às vezes uma explosão, outras vezes, apenas uma insinuação efémera. Mas que um som escutado, é uma escuta que surge em murmúrio, trovão, silêncio.

    Luz Prado e Wade Matthews constituem Hear and Now, ou talvez seja melhor dizer que ainda o estão a construir, porque nada está finalizado: nem Luz, nem Wade, nem Hear and Now. O projecto não é um produto mas sim um processo, e sobretudo, um processo em processo, um proteico que atravessa o aqui e agora com a sua escuta e, às vezes, com o seu sonhar. É exactamente isso, esse fluir, que partilham com o público. Não é um presente, e não é fácil. Partilhar vislumbres nunca é.

    Vídeo

     

    Wade Matthews – computador
    www.wadematthews.info

    É doutorado em composição e electroacústica pela Columbia University de Nova Iorque. Como escritor, Matthews coordenou artigos para a Revista de Occidente e Doces Notas e publicou na La Balsa de la Medusa, mais de onze publicações da História da Música de Deutsche Grammophon.

    Vive em Madrid, onde coordena o ciclo de concertos de música improvisada ¡Escucha! no espaço CRUCE: arte y pensamiento contemporáneo.

    Nascido em Franca, de pais norte-americanos, Wade cresce em cinco países antes de se mudar para os Estado Unidos da América para realizar estudos avançados em composição musical e electroacústica em Nova Iorque. Em 1989, intala-se em Madrid, onde começa a sua carreira artística como improvisador. Desde aí, deu concertos em festivais e ciclos em mais de 20 países da Europa, Américas, África e Médio Oriente.

     

    Luz Prado -violino
    www.luzprado.com

    Violinista e improvisadora. O seu trabalho parte de um diálogo constante com o violino e tem como base o espaço e a dialéctica do processo próprio da improvisação livre. Nos últimos anos, desenvolveu projectos com dramaturgos, coreógrafos e performers que ampliam as dimensões do seu próprio escutar, gerando novas linhas de trabalho em torno do teatro.

    Desde o seu encontro, em Novembro de 2016, graças ao programa da AMEE para Novos Criadores, tem a sorte de partilhar projectos com Wade Matthews.

    Também faz parte do <i>El Triángulo</i>, um projecto educativo sobre a escuta do CA2M, e colabora com artistas como Nilo Gallego, Silvia Zayas e Elena
    Córdoba.

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