• Pre0cupada Programa Completo

    Pre0cupada 2019

    De 12 a 21 de Julho 2019

    Montemor-o-Novo | Casa Branca

     

    O evento Pre0cupada propõe “ocupar” e dinamizar a cidade de Montemor-o-Novo e a localidade de Casa Branca, com novos e diferentes projetos nas mais variadas áreas de criação artística contemporânea, trazendo para o exterior o legado da Oficinas do Convento.
    Pela primeira vez, o evento rompe com os limites da cidade de Montemor-o-Novo! Casa Branca está em destaque nesta edição devido ao seu potencial. Uma antiga aldeia ferroviária, localidade estereótipo da desertificação do Alentejo, com estruturas, escolas e casas desabitadas, com ligação a Lisboa, Évora e Baixo Alentejo, e num concelho com massa crítica disposta a construir um centro de criação. Este é o mote para este evento que agora se reinventa.

     

    Programa completo:

    Montemor-o-Novo

    2web12 de Julho:

    Oficina de Streaming

    Oficina de Videomapping

     

    13 de Julho:

    Siga! Oficina de Placas de Sinalização

    Exposição OCT 2018-2019

    Concerto Mazarin

    Concerto Don Pie Pie

    Performance DJ/VJ Fiestaylers

     

    De 15 a 19 de Julho:

    Oficina Instrumentos Utópicos

     

    Casa Branca

    1web

    18 de Julho:

    Cinema Heritales – International Heritage Film Festival

    19 de Julho:

    Oficina Serigrafar um Livro

    Acção + Exposição O Desenho nas Paredes

    Inauguração da Exposição Não Há Casos em Branco

    Concerto Toma Lá Jazz!

    Oficina Construir um Formigueiro

    Acção + Exposição Wearing Bricks – A Body Landscape

    Concerto Ruído Vário

    Concerto Montanhas Azuis

    20 de Julho:

    Oficina Serigrafar um Livro

    Oficina Próxima Paragem: Casa Branca

    Conversas à Volta da Sustentabilidade

    Jogos Tradicionais pela Associação de Amigos Unidos pelo Escoural

    Oficina Desenhar com a Fuligem

    Concerto Royal Bermuda

    Concerto La Miseria Deluxe

    Concerto João Berhan

    Concerto Rosa Mimosa y sus Mariposas

    Performance Dj Selecta Alice

    21 de Julho:

    Círculo de Ideias para Casa Branca

    Concerto Bantabaa

    Concerto Adufe Lisboa

    Exposições Permantes

    expoCB

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  • OCT 2018-2019

    On: 06/26/2019
    In: Cidade Pre0cupada, Exposições, OCT
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    Exposição OCT 2018-2019

    13 de Julho | 15:00h

    Montemor-o-Novo

    Centro de Investigação de Cerâmica (OCT)

    exposicaooctEsta exposição visa dar a conhecer diferentes projectos e aprendizagens que passaram na Oficinas da Cerâmica e da Terra ao longo do ano 2018/2019.

    É um resumo das diferentes experiências, técnicas, visões e interpretações.

    Mostra um pouco das muitas valências que temos enquanto Oficinas da Cerâmica e acima de tudo enquanto Oficinas do Convento.

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  • Exposições Permanentes

    On: 06/26/2019
    In: Cidade Pre0cupada, Exposições
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    Exposições Permanentes Casa Branca

    expoCB

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

    Não Há Casos em Branco

    Cooperativa Integral Minga

    Exposição de arquivo de memórias de Casa Branca

    Ao longo de 10 semanas, recolhemos dados para a construção duma exposição sobre o que é Casa Branca (como mote para pensar o que poderá ser), especialmente focado nos lugares comuns, memórias, histórias, costumes, pessoas e a relação com a linha ferroviária. Fotografias, cartas, mapas e ainda dispositivos interactivos que permitem a contribuição dos visitantes.

     

    Gabinete de Curiosidades

    Oficinas do Convento

    Um Gabinete de Curiosidades é um lugar de concentração de experiências, combinações improváveis, de reunião e colecção, de contemplação e de desconhecido. Este Gabinete de Curiosidades da Oficinas do Convento é a recolha de vestígios dos projectos decorridos em 2018, mas não só. Mais do que apresentar o resultado das diversas residências, concertos, projectos gráficos, instalações e eventos, observamos os vestígios, protótipos, experiências e erros empreendidos no processo de concretização desses projectos. Reunimos peças de uma máquina em construção, feita de materiais e formas díspares, cores complementares e colagens improvisadas. Esta configura um lugar e um tempo em movimento, vagamente esquizofrénico na multiplicidade, linguagens, tecnologias e objectivos. Nos espaços atípicos e assimétricos do Convento de S. Francisco, do Telheiro da Encosta do Castelo, dos antigos Lavadouros públicos e do Laboratório de Terra encontramos o plural, o multifacetado e o colorido, pois todos os projectos são desenvolvidos por pessoas e grupos diversos, mais ou menos fixos, ora de locais e artistas próximos, ora de pessoas vindas do outro lado do mundo. É nesta mistura de experiências que tudo se unifica. É no frenesim da curiosidade insaciável, na vontade de explorar possibilidades, de ver com outros olhos e sentir de outras maneiras que procuramos um sentido para existirmos todos juntos, aqui. Esta exposição é por isso um reflexo deste Todo, desta máquina movida com tantas mãos, de quem se encontra para explorar, experimentar e partilhar um processo de descoberta e improviso. O trabalho da Oficinas do Convento é desde sempre feito por toda uma mescla de artistas, músicos, técnicos, especialistas de todas as áreas e entusiastas de outras mais e concentra-se em proporcionar oportunidades e condições de trabalho nestes domínios, oferecendo, não só um espaço de exposição, apresentação e discussão de ideias mas também uma Oficina onde tudo se pode realizar.

     

    FOme X La Plus Petite Galerie du Monde au Portugal

    Inkubator

    Uma galeria em papel e a mais pequena galeria do mundo em Portugal juntam-se para ocupar a Pre0cupada, trazendo consigo cavalaria pesada repleta de artistas emergentes e radicalismos de veludo. Estes dois projectos distintos e irmãos ao mesmo tempo, encontram-se frequentemente e descomprometidamente em Palmela, apaixonados pela nova estação de arte Inkubator Portugal, propondo duas esposições de arte: um gabinete de curiosidades da Revista FOmE, que nele contém os artistas dos dois primeiros volumes da revista e La Plus Petite Galerie du Monde au Portugal curada por Inkubator e comprimida em caixas de fruta de madeira, onde cada caixa representa um artista/colectivo.

     

    Trespasse

    Pó De Vir A Ser

    É uma exposição de esculturas em pedra de Pedro Fazenda, textos e ideias  de Mariana Mata Passos, produzida pela Associação Pó de Vir a Ser –  Departamento de Escultura em Pedra.

     

    Chryso

    Shammaes

    O duo artístico Shammaes (composto pelos irmãos Michalis Shammas e Demetris Shammas) vai criar um projecto que mistura o contexto arquitectónico do espaço escolhido com a sua própria intervenção criativa numa experiência audiovisual coerente. Ao trabalhar com uma vasta gama de ferramentas que incluem mecanismos cinéticos, manipulação de som e luz, design de algoritmo e composição, como também o uso de materiais simples como a areia ou a água, o projecto vai tentar criar uma atmosfera de um tempo distorcido e um sentimento de emoção suspensa. A experiência vai explorar matérias como o balanço e interferência entre os ritmos artificiais e naturais, e uma complexidade envolvente através da repetição e sobreposição.
    Este trabalho realizado pelo Shammaes combina o contexto artístico dos dois autores, juntando, por um lado, as ferramentas do som e os mecanismos, e por outro, o design algorítmico e os media digitais. ao mesmo tempo que tenta satisfazer a procura comum do “natural” através do uso de tecnologia.

     

    Nas Entre[Linhas]

    Rodolfo Pimenta

     

    Fim do Fim

    Alma d’Arame e CIA. João Garcia Miguel

    Fazer arte hoje é contaminado por quê?
    Como sempre pode ser a vaidade o seu pedestal ou as perguntas, as dúvidas e os anseios.
    Tudo isso são forças invisíveis partilhadas pelo artista quando sobe ao palco e debaixo da luz e em confronto com os olhares dos outros, move o gesto e fala. Seja o palco, um livro, uma guitarra ou uma pedra de onde nasce a flor. O artista situa-se e afunda-se entre dois buracos. Um buraco para trás e outro buraco para frente. O artista no
    meio ascende ou afunda-se. Um olhar para fora e outro olhar para dentro. Um escutar do mundo e outra escuta do corpo. De dentro o artista recebe mensagens físicas, tremores, abalos, reflexos dos seus múltiplos e labirínticos mundos interiores. Do lado de fora é confrontado com lutas, combates, forças, apelos, ideias estranhas e estrangeiras, o desejo de ser muitas e todas as coisas num instante estendido tempos afora. Estes dois buracos conferem ao artista uma condição de vivência sobre a vertigem que fere a carne e a divide. É nele, no artista e nas suas impossíveis feituras químicas das solidões que o milagre surge.
    Ao começar este trabalho sobre o Fim do Fim, AMÂNDIO ANASTÁCIO & JOÃO GARCIA MIGUEL desceram as escadas das suas obras e assumiram cruzar capacidades. O tema — além das muitas ramificações possíveis que se ergueram — dito de forma sintética é a tensão entre o mundo herdado — do qual se sentem responsáveis —
    e o mundo que sonham para com o qual sentem responsabilidades.
    Pode conter a arte propósito de educação — ainda que seja do ser — que não empobreça a sua autonomia criadora? Que não retalhe a indeterminação necessária para o agir artístico. A educação para os antigos filósofos, foi acima de tudo um exercício para o saber viver em comunidade, uma convivência forçada e desejada em busca de um valor
    em comum que elevasse as condições da vida. O combate para elevar o ser acima do buraco — que é como quem diz o ego individual — era um objectivo nobre e comum. Sobretudo, porque tinha uma componente ética maior. Ou seja, a tensão entre o individual e o colectivo era prioridade. Continha uma responsabilidade individual para com os outros baseada no respeito mútuo, que instaurava a harmonia e preservava a dignidade. Era uma luta permanente do ser.
    Entre a sua natureza e o gesto que exprimia a relação com o outro.
    Em termos actuais pode-se transferir esta luta entre o natural inscrito no corpo e a natureza do nosso ser social.
    As nossas naturezas. A natureza natural e a natureza social.
    Somos acima das coisas dos dias o prolongado tempo desta vivência num planeta que envia sinais visíveis e invisíveis de doença física e moral. Pode a arte agir neste campo da educação moral e social, afastando a ideia de fim das coisas?
    De um fim que nos assalta e contamina tudo à nossa volta. Os objectos são feitos com um fim anunciado — uma obsolescência programada. Uma morte anunciada e programada. Aos poucos tornamos tudo em objectos obsolescentes. O mundo, a vida, a humanidade, as coisas. Vivemos para consumir e ser consumidos
    escravos de omnipotente senhor ausente.
    O fim é um trampolim, um conceito que nos desresponsabiliza. O fim de todas coisas é aceite de forma leve e inconsequente. Com a ilusão alegre de que a seguir ao fim há sempre um objecto novo e um recomeço. Este fim do fim é doença. Chaga na memória. Um esquecimento de tudo. O fim do fim é o fim de todas as coisas, sucessivamente
    e em catadupa. É uma qualidade que nos liberta do medo e levanta véus.
    Vivemos de um modo convencionado em que o sucesso se afastou do desenvolvimento do carácter e levantou o fim das coisas como um muro entre o que somos e o buraco que cresce por debaixo dos pés. O mundo que construímos é um buraco onde nos introduzimos. Há um buraco dentro e fora de nós que cresce sem cessar. Afundamo-nos como crianças enredadas em poesia enlouquecedora.
    Falhamos a vida.

     

    Trielo

    Tiago Fróis

    Do Spaghetti Western de Sergio Leone The Good, the Bad and the Ugly surge o momento de desempate crucial a 3 que aqui congelo através de um loop na criação de um espaço e tempo de tenção, como uma eterna pausa.

     

    O Desenho nas Paredes

    Renata Bueno e Susana Marques

    Uma sala vazia, paredes descascadas, tintas que racham, manchas que insinuam.

    Durante um dia, as artistas – Renata Bueno e Susana Marques – estarão presentes ouvindo o espaço e desenhando com ele, em intervenções de linhas e massas que, em consonância com a fala do espaço, figurem.

    Dar forma, escrever nas paredes, atentas as marcas de outros e do próprio tempo. Quem por lá passar encontrará o processo.

    O registro fotográfico dará conta de revelar o antes e o depois.

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  • O Desenho nas Paredes

    On: 06/26/2019
    In: Cidade Pre0cupada, Exposições
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    Acção + Exposição O Desenho nas Paredes

    19 de Julho | 10:00h

    Casa Branca

    Casa 5

    desenhonasparedesUma sala vazia, paredes descascadas, tintas que racham, manchas que insinuam.

    Durante um dia, as artistas – Renata Bueno e Susana Marques – estarão presentes ouvindo o espaço e desenhando com ele, em intervenções de linhas e massas que, em consonância com a fala do espaço, figurem.

    Dar forma, escrever nas paredes, atentas as marcas de outros e do próprio tempo. Quem por lá passar encontrará o processo.

    O registro fotográfico dará conta de revelar o antes e o depois.

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  • Não Há Casos em Branco

    On: 06/26/2019
    In: Cidade Pre0cupada, Exposições
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    Inauguração da Exposição Não Há Casos em Branco

    19 de Julho | 17:00h

    Casa Branca

    Escola Primária (Lado Feminino)

    naohacasosembrancoExposição de arquivo de memórias de Casa Branca

    Ao longo de 10 semanas, recolhemos dados para a construção duma exposição sobre o que é Casa Branca (como mote para pensar o que poderá ser), especialmente focado nos lugares comuns, memórias, histórias, costumes, pessoas e a relação com a linha ferroviária. Fotografias, cartas, mapas e ainda dispositivos interactivos que permitem a contribuição dos visitantes.

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  • Wearing Bricks – A Body Landscape

    On: 06/26/2019
    In: Cidade Pre0cupada, Exposições
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    Acção + Exposição Wearing Bricks – A Body Landscape

    19 de Julho | 19:00h

    Casa Branca

    Casa 9

    wearingbricks

    O projecto Wearing Bricks – A Body Landscape doi desenvolvido em residência na Oficinas do Convento, no âmbito do programa de Residências Artísticas do Tijolo.

    Este trabalho consistiu na instalação de pequenos tijolos, para criar estruturas arquitectónicas em torno do corpo como se este se tratasse de uma paisagem. A instalação transforma-se numa performance através da presença da figura humana, da mesma forma que os artistas vão usar os projectos dos pequenos tijolos  na criação de um cenário para as suas histórias tomarem lugar.

    Segundo os artistas, o projecto é uma experimentação da imaginação, da mesma forma que estará aberto para discussão e receptivo a ideias no que diz respeito ao uso de pequenos tijolos no design, na arquitectura, na produção de detalhe e objecto, como forma de tirar proveito da modularidade e das características tácteis do tijolo.

     

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  • Exposição BIØN em Casapronta, Roma

    On: 05/28/2019
    In: Exposições
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    A Exposição do BIØN está em Casapronta, Roma!

    Está visitável até ao dia 1 de Junho de 2019 no Salone Comunale.

    casapronta
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  • Gabinete de Curiosidades

    On: 05/20/2019
    In: Exposições, OCT
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    Exposição Gabinete de Curiosidades – Testes, Erros e Outras Coisas

    Maus Hábitos, Porto

    Exposição patente até dia 2 de Junho, no espaço Maus Hábitos, Porto, no horário:
    seg: fechado
    ter/qua: 12h às 00
    qui/sex/sáb: 12h às 01h
    dom: 12h às 16h

    cartaz GabineteUm Gabinete de Curiosidades é um lugar de concentração de experiências, combinações improváveis, de reunião e colecção, de contemplação e de desconhecido. Este Gabinete de Curiosidades da Oficinas do Convento é a recolha de vestígios dos projectos decorridos em 2018, mas não só. Mais do que apresentar o resultado das diversas residências, concertos, projectos gráficos, instalações e eventos, observamos os vestígios, protótipos, experiências e erros empreendidos no processo de concretização desses projectos. Reunimos peças de uma máquina em construção, feita de materiais e formas díspares, cores complementares e colagens improvisadas. Esta configura um lugar e um tempo em movimento, vagamente esquizofrénico na multiplicidade, linguagens, tecnologias e objectivos. Nos espaços atípicos e assimétricos do Convento de S. Francisco, do Telheiro da Encosta do Castelo, dos antigos Lavadouros públicos e do Laboratório de Terra encontramos o plural, o multifacetado e o colorido, pois todos os projectos são desenvolvidos por pessoas e grupos diversos, mais ou menos fixos, ora de locais e artistas próximos, ora de pessoas vindas do outro lado do mundo. É nesta mistura de experiências que tudo se unifica. É no frenesim da curiosidade insaciável, na vontade de explorar possibilidades, de ver com outros olhos e sentir de outras maneiras que procuramos um sentido para existirmos todos juntos, aqui. Esta exposição é por isso um reflexo deste Todo, desta máquina movida com tantas mãos, de quem se encontra para explorar, experimentar e partilhar um processo de descoberta e improviso. O trabalho da Oficinas do Convento é desde sempre feito por toda uma mescla de artistas, músicos, técnicos, especialistas de todas as áreas e entusiastas de outras mais e concentra-se em proporcionar oportunidades e condições de trabalho nestes domínios, oferecendo, não só um espaço de exposição, apresentação e discussão de ideias mas também uma Oficina onde tudo se pode realizar.

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