• Laboratório Aberto – dio3Estu

    On: 12/07/2017
    In: Concertos, Exposições, Residências
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    cartaz dio3Estu19 dezembro – 18:30

    Convento de S. Francisco

    A Oficinas do Convento e o dio3Estu convidam para uma apresentação de experiências sonóplásticas em formato de concerto/Instalação.

    Diversos dispositivos menos convencionais serão apresentados e performados num espaço que valoriza uma atitude de escuta no encontro de sentidos ritmos e harmónicos

    Entrada livre!

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  • “Liga-me Quando Chegares a Casa” na Breve Mente

    On: 12/05/2017
    In: Exposições
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    “Liga-me quando chegares a casa”

    Liliana Velho

    4 a 17 de Dezembro 2017 – BREVE MENTE Galeria de Rua

    Captura“Ter alguém que se preocupe em saber onde estamos, quando não voltamos para casa à noite, é uma necessidade humana muito antiga” – Margaret Mead

    Biografia do autor

    Liliana Velho formou-se em Escultura na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa em 2009. Nos anos seguintes, trabalhou como professora de Educação Visual. Em 2012, completou o Mestrado em Ensino das Artes Visuais na ARCA, em Coimbra. Desde a Faculdade que desenvolve trabalhos na área do Desenho e da Escultura. A sua principal temática, é a Mulher e o seu corpo, em diferentes idades, estados e escalas. Nos últimos anos dedicou-se a projectos de Educação Artística e Escultura em Cerâmica, usando técnicas artesanais nas Oficinas do Convento em Montemor-o-Novo. Vive e trabalha em Viseu.

    www.facebook.com/liliana.velho

     

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  • “Sonosculturas na Galeria Municipal” por Gerbert Verheij

    On: 11/22/2017
    In: Exposições, Noticias, Oficinas, Residências
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    _MG_8333Sonosculturas na Galeria Municipal

    “Durante duas semanas, dois ruidosos animais de cerâmica davam as boas-vindas aos visitantes da Galeria Municipal. Resgatados (ou raptados) de um dos pacatos canteiros do claustro do Convento de São Francisco, foram dotadas de alto-falantes no lugar das cabeças. Reproduziam com súbitas vibrações sons surpreendentes (tratava-se de gravações de uma ripa de madeira tocada com arco de violino). Lá dentro, a exposição – que ocupava todos os espaços da galeria, sem desdenhar a casa de banho ou o vão-de-escada do bar – rapidamente nos envolvia. Logo à entrada, uma instalação colectiva de paralelepípedos metálicos movidos a ventoinhas, velhos gira-discos e pedras produzia algo como um lento banho de imersão sonora. Ao lado, fitas magnéticas fustigavam um balão de bomba de água, uma grande roda fazia incessantemente o seu caminho por um círculo de areia e, por artes de magnetismo, um montinho de tinta de toner (que é magnética) ecoava o mesmo movimento circular numa folha suspensa. Cada som – a trituração da areia, a agitação de fitas, o embate de metal é captada por microfones de contacto e amplificado, elevando estes ruídos à partida banais ao domínio do som. No jogo entre a tecnologia – os fios e cabos, as amplificadoras e mesas de mistura, motores – e materiais muitas vezes obsoletos, sobras ou restos que sempre carregam um pouco de memória de vida prévia, o som ganhava espessura e presença, ocupando o espaço como se também tivesse a sua própria materialidade.

    Seguiam-se mais instalações: peças gémeas que tagarelam entre si, água que cai e borbulha, pequenas telhas que tremulam sobre madeira, walkie-talkies sobre rodas de oleiro que ora se aproximam e afastam, produzindo uma sinfonia em feedback, peças que dançam, embatem ou rolam… Uma peça para tocar, espécie de bateria caseira feita de panelas com água, fez as delícias dos mais pequenos (e não só). Todas estas peças foram o resultado de uma oficina dirigida por Nuno Rebelo nas Oficinas do Convento. Musico e artista de currículo impressionante (fez, entre muitas outras coisas, o hino do Expo ‘98), conta que desde sempre se interessou em aumentar a “paleta” dos sons com que se pode fazer música. A música pode definir-se, diz, como a “arte de articulação dos sons”. As “sonosculturas” ligam este repertório sonoro expandido a uma incursão pelo território das artes plásticas. A exposição mostra que é uma intersecção muito fértil.”

    por Gerbert Verheij  , publicado no jornal Folha de Montemor, Novembro 2017

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  • ouVER – Retratos com Música Dentro na BREVE MENTE

    On: 11/20/2017
    In: Exposições
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    Ouver – Retratos com Música Dentro

    de Marina Guerreiro

    20 Novembro a 3 de Dezembro 2017

    jose_Mario_Branco_2009_cores“Fotografia é uma paixão de longa data. E eu gosto de a ouvir através da lente da minha câmera. Quando pego na câmera, não só fico mais próxima dos músicos, como tento capturar momentos altos cheios de sentimento, simplicidade e detalhe que retratam essa celebração de amor pela música e que aproxima os músicos dos fãs. Eis a minha exposição de como passei de fã a retratista.”

    Marina Guerreiro. Lisboa. 1980. Retratista desde 2003. Autodidata. Começa por fotografar o mar e os seus desportos. Livreira na fnac, fotografa concertos nos fóruns e organiza maratonas fotográficas. Colabora com Vachier&Associados onde retrata José Mário Branco, Camané, Ana Moura, Sérgio Godinho, Rita Redshoes, David Fonseca. Em 2011 A Música Portuguesa a Gostar dela Própria entra na sua vida e adn, mais tarde vem publicar e colaborar com o P3, Ípsilon, Público e Diário de Notícias.

     

    marinameninadomar.wordpress.com

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  • Encontro de Telheiros do Sul

    On: 10/31/2017
    In: Conversas, Exposições, Noticias, OCT
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    4 Novembro a partir das 10:00

    Ermida de S. Pedro da Ribeira e Telheiro da Encosta do Castelo

    Montemor-o-Novo

    Encontro-de-Telheiros-do-SulEste é um encontro dirigido a todos os interessados e profissionais ligados à construção e ao património, e pretende criar uma relação entre unidades de produção, clientes e entidades promotoras da conservação patrimonial no sentido de concertar estratégias para uma maior viabilidade destas actividades, essenciais à preservação de patrimónios.

    Durante o evento irão estar patentes mostras de documentação fotográfica e vídeo, materiais produzidos, documentação dos Telheiros e seus protagonistas.

    > Participação gratuita

    > Almoço sugeito a reserva para o os@oficinasdoconvento.com (10€)

     

     

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  • “Reencenação à distância” na BREVEMENTE

    On: 10/27/2017
    In: Exposições, Noticias
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    30 de Outubro a 19 de Novembro

    Reencenação à distância de Joana Patrão

    na galeria de rua BREVE MENTE

    Joana8O projeto “Reencenação à distância” (2015) resulta de uma série fotográfica captada numa viagem pelo Mar Báltico. O destino da viagem é a ilha de Utö, a ilha finlandesa mais afastada do continente, mais embrenhada no mar. A instalação aqui apresentada explora diferentes formas assumidas pelo mar neste percurso, recuperando instantes irrepetíveis, captados no fluxo marítimo. Em dois momentos explora-se a viagem e a sua chegada. O primeiro (à esquerda) é vivido em alto-mar – as águas estão agitadas, em movimentos rápidos respondem à passagem do barco; o segundo momento (à direita) já não trata da viagem, mas da chegada, da acalmia – a água movimenta-se lentamente, vai moldando a superfície da rocha, evocando um tempo longo, contínuo.

    Deste modo, apresentam-se diferentes temporalidades associadas à natureza da água, reencenando simbolicamente esta viagem, numa linha temporal que aproveita a extensão das vitrines da Galeria de Rua Breve mente para remeter a um percurso marítimo, oscilante, convidando os transeuntes a tornarem-se viajantes neste mar.

    Joana Patrão (1992, Barcelos). Mestre em Pintura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, com o projeto “A Paisagem enquanto experiência. Mar: Imersão e Viagem” (2016). Em 2015 estudou no Mestrado em Visual Culture and Contemporary Arts na Aalto University School of Arts, Design and Architecture, Helsínquia/Espoo, Finlândia, ao abrigo do programa Erasmus+.

    Em 2017, foi artista residente no programa “Laboratórios de Verão”, gnration, em Braga e participou na residência artística “Artistas emergentes Europeus” inserida no VIII FIGAC (Fórum de Gestão Artística e Cultural), em Viana do Castelo. Em 2015 integrou o workshop internacional Adaptations – Utö. Site, Stories and Sensory Methods, Multidisciplinary Workshop, Finlândia e em 2014 a residência artística Feinprobe Honigsüss 7, Wbmotion, Wittenberg, Alemanha.

    Expõe regularmente desde 2009, contando entre as exposições mais recentes com: “Sobre a noite cósmica” (2017), resultado de uma parceria com Adriana Romero, no gnration, com o apoio da Fundação Bracara Augusta; “I have something important to tell you: a postcard to a friend I haven’t met yet”, Gallery at CASA, Lethebridge, Canadá (2017); “E como estrelas/ duplas/ consanguíneas, luzimos de um para o outro/ nas trevas” (2016), Casa do Vinho, Barcelos; “Immersion” (2015), ADD.Lab, Espoo, Finlândia.

     

    link para website

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  • The New Art Fest 2017

    On: 10/17/2017
    In: Conversas, Exposições, Noticias
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    10 a 30 de Novembro – Lisboa

    TNAFDia 18 de Novembro o The New Art Fest Visita Montemor-o-Novo e almoça na Oficinas do Convento.

    Este será um momento de partilha entre os artistas convidados da organização do TNAF e os artistas que se queiram inscrever no almoço!

    The New Art Fest é um festival internacional anual de ‘new media’, e uma importante plataforma de criatividade artística e reflexão teórica associadas à tecnologia, à ciência e à sociedade. Nesta segunda edição, The New Art Fest conta com mais de 50 autores, e foca a sua atenção num grande tema — Lisboa Cidade Aberta.

    Lisboa Cidade Aberta é uma exposição de ideias, imagens, sons e interações sobre a transformação digital das cidades, estimulada pelo desenvolvimento e massificação das tecnologias de informação, representação e computação.

    Além das obras expostas, The New Art Fest dará especial atenção aos coletivos e plataformas de arte e tecnologia, e ainda aos impactos culturais dos novos turistas e residentes na capital.

    Para além da exposição no Museu Nacional de História Natural e da Ciência, o The New Art Fest ocupará também os TOMI das ruas lisboetas, e marcará de novo presença na WebSummit.

    Produção da Ocupart | Arte em espaço improváveis.
    Direção artística: António Cerveira Pinto

    VEJA TODO O PROGRAMA

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  • EU POSSO – TU PODES na BREVEMENTE

    On: 10/16/2017
    In: Exposições, Projectos
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    EU POSSO – TU PODES

    Leonor Mire

    15 a 30 de Outubro 2017

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    “Porque sempre tive o poder, e posso fazer!

    Porque liberdade é uma lei.

    Liberdade é viver com o outro e transformarmo-nos mutuamente.

    Humano, respira, sente, pensa. É uma célula que sobrevive ao clima!

    Transforma! Porque só na transformação é que está a vida.

    Reage, Estimula, Aprende, Aceita!

    Confia, para poder amar a mudança.”

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