• Série “Ciclos” na BREVE MENTE

    On: 07/24/2017
    In: Exposições
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    Série “Ciclos”

    de Bélen Robeda

    24 de julho a 7 de Agosto – BREVE MENTE – Galeria de Rua

    Saibam mais sobre Bélen Robeda

    ciclos

     

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  • Provar a Terra

    On: 07/17/2017
    In: Concertos, Exposições, OCT, Oficinas
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    22 julho – a partir das 16:00

    Centro de Investigação de Cerâmica (Antigos Lavadouros Públicos) e Telheiro da Encosta do Castelo

    Provar-a-Terra-22-junho-2017 216:00 – Oficina Ouvir a Forma (Oficina de construção de instrumentos com barro)

    18:30 – Micro Landscapes – Stories of Alentejo (apresentação do projecto desenvolvido por Cristina Gallizioli (IT))

    19:00 – Apresentação do livro Manual de Iniciação à Cerâmica de Ana João Almeida, uma publicação Oficinas do Convento

    19:30 – Concerto Liz Hogg (EUA)

    20:30 – Mesa Posta – Vamos provar os sabores da Terra, partilhar comidas da avó, sabores da estação, tradições de família…

    PARTICIPAÇÃO LIVRE!

     

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  • Exposições de Liliana Velho aos olhos de Gerbert Verheij

    On: 07/13/2017
    In: Cidade Pre0cupada, Exposições, OCT
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    “Como habitar um corpo sem órgãos”
    “Memórias de uma Clavícula”
    Exposições de LilianaVelho Li
    Oficinas do Convento / Galeria Municipal de Montemor-o-Novo
    Festival Cidade PreOcupada, Junho-Julho 2017

    “Na Oficinas do Convento, ao fundo do claustro, pendura-se um corpo sem órgãos. Ficou só o contorno dos membros, desenhados a cerâmica. Um rosto de sono tranquilo contempla – de olhos fechados – um céu branco de estrelas azuis: são dezenas de pequeníssimos pratos vidrados que cintilam contra o branco deslavado dum arco do claustro, sob os quais se aninha um discreto assento, propício para a meditação ou o namoro.
    Os órgãos, conta-nos a Liliana num texto levemente trocista, foram abolidos; o corpo deles se desfez em busca de outras formas de sentir e viver. Libertou-se da escravidão de rins, fígado, pulmões, bexiga, olhos e cérebro, guardando – já lá vamos – só o coração.
    A revolta do corpo, e também do coração, regista-se na Galeria Municipal. Lá a Liliana mostra uma sequência de pequenos poemas em cerâmica – historietas, anedotas, relatos da vida de um corpo em busca de … algo. Algo, talvez, que substituiu a rotina dos órgãos, a coscuvilhice dos ossos.
    Há cabeças, geralmente a dormir, negros ovários ou bacias em metamorfose, pés grandes ou pequenos como se fossem carcaças descalçadas, clavículas tagarelas, e também corações espetados, corações em flor, corações feitos de retalhos amassados em todas as cores do barro. E há outras histórias mais complexas: uma espécie de rapunzel de cabelo atado abraça duas ânforas no lugar do coração; outra figura segura a cara nas mãos enquanto pisa o coração; duas mãos de ásperas luvas sem dedos manuseiam o que parecem pulmões ressequidos; a mesma forma aparece atrás de uma grade, presidida por uma cara que me evoca a tristeza do palhaço; um corpo esvaziado – lá dentro ficaram só umas flores secas – segura a cabeça nos braços, penteando o cabelo, sob um firmamento de pentes que pode ser sonho ou ameaça … Há uma bailarina em queda, um rosto que espreita por cabelo feito tronco ou gruta, um velho com corpo de menina, uma escada que sobe pelas virilhas ao umbigo.
    Parece que a Liliana vai recolhendo todas estas pequenas e secretas histórias e as faz dela. Uma obra faz de auto-retrato: é um corpo-armário que guarda pequenas cópias da obra já feita (os pés e as mãos, os seios sem corpo, a cabeça que derrama fios de lã pelos olhos, os estranhos animais que sempre povoam as margens do seu mundo). Recordações e trastes que traz dentro de si, obras que fazem de órgãos e sentidos, encaminhando sensações e sentimentos.
    Volto então ao coração e à busca do que falta. É difícil de explicar esta certeza intuitiva de que não é só – como diz a artista no texto da sala – um corpo desfeito em paisagem ou cenário de fragmentos, mas também um corpo-memória, um corpo que se enfrenta ou mergulha numa suave carência. Talvez tem a ver com todos os corações presentes e ausentes. Há algo de ansiedade feita nostalgia.
    Na parede de fundo, uma surpresa nesta paisagem de doce desolação: dois mãos se juntam, mas nem são iguais, nem agarram só o vazio. Os contornos de dois corpos completam-se, fazem ninho por baixo de um cobertor, dão lugar a que os corações se multiplicam. ”

    Gerbert Verheij

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  • Noite

    On: 06/30/2017
    In: Cidade Pre0cupada, Exposições
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    exposição | galeria municipal | 5 julho até 22 Julho | 21:30

    noite

    Inauguração da exposição de Ana Pinto Almeida e João Rolaça
    João Rolaça, Supra-paisagem

    A cerâmica utiliza materiais naturais – minerais e orgânicos – que são a separação e purificação das matérias existentes na Natureza. Todas diferem entre si, todas constituem a paisagem, o mundo.

    Nesta instalação, estes ingredientes são combinados para refazer, recriar as cores do céu, nas suas gradações ao longo do dia e da noite. Integra elementos planos, horizontais e outros quasi geométricos, que criam uma dinâmica formal que remete para lugares distantes e cartografias imaginárias.

    Cerâmica, Instalação site-specific, 2017

    Ana Almeida Pinto, Ocaso
    Construída em específico para um local que agora se apropria de uma nova função, a instalação Ocaso irá saudar esse fluir de significados que o Humano concede aos espaços e aos objectos. Nomeamos e usamos tudo aquilo que nos rodeia, como que para tomarmos posse mesmo sabendo que o tempo passa e tudo muda. Olhamos para o passado como algo a ser ultrapassado. Que fazer então de todos os vestígios que vamos deixando ficar?
     
    Urge fazer uso dos objectos que existem para construir outros. Pegar no que já é e virá-lo do avesso. Das sombras tecer formas e criar novas narrativas naquilo que é obsoleto. Reclamar o ver e procurar sensações de descoberta naquilo que nos é quotidiano. Abrir a porta ao movimento e à acção, mesmo que difusa, para que em todos nos encontremos todos. Só assim serão possíveis novos sigificados. Como terá de ser.
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  • Podia virar um livro

    On: 06/30/2017
    In: Cidade Pre0cupada, Exposições
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    exposição | galeria 9ocre | 6 julho até 22 Julho | 18:00

    expocrenata

    Inauguração da exposição de Renata Bueno e Susana Marques

    Na parede do fundo, um enxame de desenhos pousado. É a transposição direta de uma parede do atelier de Susana Marques para o espaço da galeria, tal e qual. O reflexo de um método de organizar a cabeça e as imagens a tesoura e fita de papel, que ganhou vida própria e passou a ser um discurso visual em si. Um organismo articulado de personagens que convivem, de diálogos sem palavras. “Podia virar um livro”. Ao lado, Renata Bueno apresenta bonecos de outro tempo, um tempo em que tinha paredes, tinha um atelier. Dez anos se passaram e agora a artista mostra o passado e cria, hoje, novas monotipias a partir dele. Outros diálogos aparecem, permanece o processo presente. A parede do atelier não se desloca, mas a memória dele. “Podia virar um livro”.

    RENATA BUENO Nascida em 1977 no Brasil, Renata Bueno é artista visual e atualmente vive no Alentejo, em Portugal. Já participou de exposições coletivas e individuais em galerias e espaços culturais no Brasil, Portugal, Holanda, França, Itália e Alemanha. Suas esculturas de grande escala foram implantadas em uma praça pública no Butantã e no jardim do SESC Belenzinho ambas em SP, Brasil. Como autora e ilustradora publicou livros pelas principais editoras brasileiras e tem traduções em outros países como Korea, França e Espanha. Em Portugal seu primeiro título como ilustradora foi publicado em 2017 “Aqui há gato” pela editora Orfeu Negro.

    SUSANA MARQUES Nasceu em Lisboa em 1974, atualmente vive e trabalha em Montemor-o-Novo. É licenciada em Pintura pela FBAUL (2001). A sua ação artística está centrada no Desenho, no qual vem explorando diferentes meios: sempre, a tinta da china sobre papel, muitas vezes, a animação digital e a reprodução em caixas de luz e mais recentemente o carvão e grafite sobre papel. Expõe regularmente desde 1996 e trabalha em ilustração e design gráfico especialmente na criação de cartazes para eventos culturais. É criadora do projeto de investigação artística Pictógrafos, no âmbito do qual, tem vindo a criar sistemas de ícones que comunicam sobre ideias e emoções, trabalhando em processos participados com equipas formadas maioritariamente por crianças. www.picticons.weebly.com

    Renata Bueno Susana Marques

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  • Exposição “Usar o ponto cego para fazer desaparecer o sol” na BREVE MENTE

    On: 06/30/2017
    In: Exposições
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    Aida Castro e Maria Mire

    Usar o ponto cego para fazer desaparecer o sol (2017)

    >> de 10 a 17 de julho

    Esquema_ponto cego.001Feche o olho esquerdo e fixe o olhar no triângulo. No ponto certo, o sol deve desaparecer. Curiosamente, o cérebro parece preencher o sol desaparecido com o céu circundante. 

    Dois elementos heterogéneos lado a lado sobre um mesmo plano permitem pela sua distância confirmar que somos parcialmente cegos, isto é, que existe uma mancha negra na retina que não é fotossensível. Os veículos também têm pontos cegos que escapam à visibilidade do condutor, sendo estes um limite de potenciais acidentes. Para compensar estes lapsos, existe uma gama de espelhos acoplados que permitem uma melhor avaliação da distância em que se encontram os outros a circular, e cuja forma varia entre planos, côncavos ou convexos.
    As imagens preparadas para esta vitrine vertical, partem da (im)possibilidade de estar dentro de uma cápsula repleta de espelhos, a tentar ver melhor em velocidade. A repetição e a sequência afirmam os enganos e os ajustes permanentes da visão na experiência de circulação. Na beira da estrada os pontos de estagnação, esculturas funcionais que a vegetação solidificou, são objectos concretos que suportam qualquer situação entrópica, caso os espelhos venham a falhar.
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  • “Detalhes” na BREVE MENTE

    On: 06/29/2017
    In: Exposições, Projectos, Residências
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    Detalhes

    de Ana Almeida Pinto

    >> 3 a 8 de julho

    DSC_5434Um olhar estrangeiro sobre uma terra que nos acolheu e que vamos desvendando a pouco e pouco. O revelar de pormenores, pequenas histórias e momentos vividos entre cal, cinza e campos vastos. Entre o monte e a planície há outra noção de tempo, de calor e de candura refletida em detalhes perdidos nas paredes, na rua, na terra. Aqui retrato apenas alguns sítios e objetos que me vão inspirando a partir cada vez mais à descoberta. Pedaços bonitos de uma terra bonita.

     

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  • Exposição “Noon Walking” na BREVE MENTE

    On: 06/26/2017
    In: Exposições, Projectos
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     Noon Walking

    de Nuno Lemos

    >> 26 de junho a 2 de julho

    (Carreira de S. Francisco – Em frente às antigas piscinas )

    CapturaImagens oriundas dum percurso que se concretizam numa Video-Instalação e em Pinturas. A Video-instalação está visitável no Convento de S. Francisco e as pinturas na BREVE MENTE

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