• “Pontes Entre Mundos” na BREVE MENTE

    On: 07/16/2018
    In: Exposições
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    “Pontes Entre Mundos”

    de dAM (Damião Silva)

    abertura da exposição – 16 de Julho 2018

    na Galeria de Rua BREVE MENTE

     

    1“Imagens sagradas evocam claramente paixão e disputa. Qual é seu propósito?
    – As imagens fazem-nos lembrar da presença do sagrado: elas confortam e fortalecem.
    – As imagens de espíritos servem para focar a visão interior.
    – As imagens servem como ponto focal de um altar, sobre o qual você se concentra.
    – As Imagens podem servir como um lugar de descanso ou lar para espíritos.
    – As Imagens servem como portais através dos quais os espíritos podem ser mais
    facilmente contatados. Diné (Navajo) é a palavra para as pinturas sagradas de
    areia – “likah” – pode ser traduzida como “o lugar onde os espíritos vêm e vão” ou
    “uma invocação dos espíritos”.”
    ~ Encyclopedia of Spirits The Ultimate Guide to the Magic of Fairies, Genies,
    Demons, Ghosts, Gods & Goddesses

     

     

    O artista nasce em Évora, 1993 e em 2001 inaugura a exposição individual “Pinturas do Damião” no Alçude em Évora.
    Em 2005 ganhou o 1º prémio de fotograFia num concurso promovido pela Câmara Municipal de Montemor-o-Novo e em 2009 trabalhou na realização dos cenários do Filme de animação “Desassossego” de Lorenzo Degl’Innocenti.
    Em 2010 participou na VII bienal de Arte da Vidigueira, Portugal, no ano de 2012  participou na exposição dos Finalistas da escola segundaria Gabriel Pereira, Évora e em 2013 seguiu um curso de Banda desenhada e outro de ilustração na Escola de Arte “Ar.Co” em Lisboa. No mesmo ano, participou num “workshop” de serigrafia, nas Oficinas do Convento em Montemor-o-Novo.
    No ano de 2014, participou na exposição colectiva na Sociedade Harmonia Eborense e em 2015 trabalhou com crianças num projeto organizado pela Oficina da Criança em Montemor-o-Novo.
    Já em 2016 terminou a licenciatura em Design Gráfico na Universidade de Évora, participou no leilão organizado pelas Oficinas do Convento em Montemor-o-Novo e em 2017 realizou um mural de 6m por 4m no Centro Juvenil de Montemor-o-Novo com a produção de um Time-lapse. Ainda realizou com Iñaki López a música “dam i ki _ universaliza a tua escala”.
    Por fim, em 2018 fez parte da Exposição “Padrões Solares” na Galeria Municipal – Câmara Municipal de Montemor-o-Novo.

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  • FOTOMATON

    On: 07/09/2018
    In: Cidade Pre0cupada, Exposições, Projectos
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    O Fotomatom é um projecto do Makers in Little Lisbon – MILL em colaboração com a Oficinas do Convento.

    Está instalado no Convento de S. Francisco, venham tirar fotografias durante o evento Cidade Pre0cupada – até dia 14 de Julho.

    As fotografias digitais podem ser vistas aqui

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  • PréOcupação – Galeria Municipal de Montemor-o-Novo

    On: 07/07/2018
    In: Cidade Pre0cupada, Exposições
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    Inauguração – 7 Julho/7th July | 18:30h | Galeria Municipal

    convite

    Captura de  Dancing Figures de Eric Madec

    “I’m a dancer-playing with barro”

    Na primeira série são mostrados momentos de êxtase na dança- quando todas as células se erguem para o céu retirando força da terra.

    A segunda é um trabalho sobre a junção de duas peças – criando um outro.

    É uma expressão do dançar

    “I’m a dancer-playing with clay”

    In the first serie is shown moments of delight in dance – when every cell rise for the sky drawing strenght from earth.

    The second is a work about the junction of two pieces – creating another.

    It’s an expression of dancing

    _87A7055©ALIPIOPADILHA  ()³ de João Cristóvão Leitão e João Pedro Fonseca

    As vanguardas tecnológicas, criadas em função do homem, tendem, cada vez mais, a focar-se e a individualizar a pessoa como objecto e imagem. Através destas tendências, um novo sentido foi dado ao olhar, gerando-se, assim, um novo ritmo: o tempo tornou-se mais rápido e, por consequência, a percepção de nós mesmos mais efémera e desvirtuada. A peça de instalação ( )3 pretende posicionar o espectador num ponto de confronto vulnerável e despido de quaisquer ruídos alheios ao espaço. A luz, a imagem e o som – um tríptico de sentidos –, mediante a presença do corpo do espectador em cena, ganham vida, respirando o seu interior e pondo-o à prova com o seu exterior.

    The technological forefront, created according to men, is focusing and individualizing the person, even more, as an object and image. Through this trends, a new sense was given to the look, creating a new rythim: the time became faster, and as a consequence, a more ephemeral and distortional perception of ourselves. The installation piece ( )3 aims to position the spectator in a vulnerable and naked confrontation of any noises unrelated to space. The light, image and sound – a triptych of senses -, through the presence the spectator’s body in the scene, gain life, breathing its interior and putting it to a test with its external.

     

     

    SONY DSC60 bichos vidrados gritam de Manuel Portugal

    Conjunto cerâmico de peças de aspecto zoomórfico cantando hosanas. Peças produzidas em residência nas Oficinas da Cerâmica e da Terra.

    A set of ceramic pieces with a zoomorphic aspects singing hosannas. Pieces produced during the residency in Oficinas da Cerâmica e da Terra.

    IMG_20180517_175617Matres de Esther Garcia Urquijo

     

    As Matres eram figuras mitológicas representadas por três mulheres com um peito nu, anterior aos cultos cristãos na Península Ibérica. Elas são um símbolo da maternidade, razão e segurança. A autora recolheu a tradição cerâmica em Portugal e projectou-a numa representação particular de as Matres.

    The Matres were mythological figures depicted by three women with a naked chest, before the Christian cults in the Iberian Peninsula. They are a symbol of motherhood, reason and security. The author collected the ceramic tradition in Portugal and projected it in a depiction of the Matres.

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  • Exposição Turbulência/Bandeira de Cecília Cipriano

    On: 07/06/2018
    In: Cidade Pre0cupada, Exposições
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    Exposição ”Turbulência”/”Bandeira”

    6  a 14 julho /from 6th to 14th July | Convento de S. Francisco

    20171111_174344 2No dia 6 de Julho inicia-se a Exposição de Cecília Cipriano que apresenta três peças diferentes.

    “Turbulência”Em “Turbulência”, a autora apropria-se da bandeira do Brasil estilizada para desfigura-la através da vibração sonora das manifestações populares iniciadas em Junho de 2013 no Brasil. Os cristais de sal foram tingidos com as cores presentes nas manifestações: verde, amarelo e vermelho. Os diferentes grupos reivindicavam pautas diversas, de direita e de esquerda, com gritos ora divergente, ora semelhantes, e confusos.

    In “Turbulência”, the author takes the stylized Bazilian flag to disfigure it through the sound vibration of the popular demonstrations that began on June, 2013, in Brazil. The salt crystals were dyed with the colours of the demonstrations: green, yellow and red. The different groups claimed various staves, from right and left, with screams either divergent or similar, and confused.

    “Bandeira”

    Em Bandeira, símbolo do monumento ideológico e de pertencimento pelo reconhecimento dos valores de si mesmo e de seus cidadãos, sofre um impedimento dos seus movimentos pela ação da solidificação dos cristais de sal.

    In Bandeira, symbol of the ideological monument and belonging by the recognition of its values and its citizens, suffer an impediment  of its movements by the solidification of the salt crystals.

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  • Mostra de Filme e Ilustrações – Inês Sambas

    On: 05/29/2018
    In: Exposições
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    Mostra de Filme e Ilustrações – Inês Sambas

    1 Junho | 22:00h

    Oficinas do Convento

     

    2- Poster-001Inês Sambas, licenciada em Som e Imagem pela Escola Superior de Artes e Design de Caldas da Rainha exibe o seu projecto “Addicted to Love” no dia 1 de Junho, pelas 22:00h, nas Oficinas do Convento.

    Este é um filme sobre os altos e baixos da vida poliamorosa de Sol. Ela vive momentos intensos com diversas pessoas, mas gradualmente estes encontros tornam-se vazios, a efemeridade já não a satisfaz e a necessidade pela procura do amor já não faz sentido.

    Para além deste projecto, a artista realizou o Videoclip interactivo “Ermo – Pangloss”, a curta-metragem “Goma” e foi a animadora dos filmes “Catican” e “Mary Jesus Galaxy, ambos seleccionados para o Festival Isola Cinema.

    Foi ainda uma estudante jurada nos festivais Monstra, 2014 e Animateka, 2016.


     

    Inês Sambas, graduated in Sound and Image by Escola Superior de Artes e Design de Caldas da Rainha shows her project “Addicted to Love” on the 1st of June, by 22:00h, at Oficinas do Convento.

    This film is about the ups and downs of Sol’s polyamorous life. She lives intense moments with several people, but gradually these meetings become empty, the ephemerality no longer satisfies and no longer makes sense this demand of the search for love.

    Besides this porject, she was director of an interactive Videoclip “Ermo – Pangloss”, short-film “Goma” and animator of the films “Catican” and “Mary Jesus Galaxy” both selected to Isola Cinema Festival.
    She was student jury in the festivals Monstra’14 and Animateka’16.

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  • “Vênus Nossa Senhora Iemanjá” na BREVE MENTE

    On: 05/15/2018
    In: Exposições
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    “Vênus Nossa Senhora Iemanjá”

    de Olívio Neto

    Abertura da Exposição – 28 de Maio 2018

    na Galeria de Rua BREVE MENTE

     

    Imagens-a-serem-apresentadas-000

     

     

    O trabalho do artista Olívio Neto, “Vênus Nossa Senhora Iemanjá”, foi o primeiro a que deu início dentro
    da série Mitos. O projeto desta série é a criação de outras associações de imagens do
    politeísmo greco-romano, com os santos católicos e os orixás das religiões africanas.

    Ao juntar o sincretismo presente na Umbanda, (considerando aqui a fórmula Umbanda
    = Candomblé + Catolicismo, uma forma de hibridismo religioso não permitida por
    nenhuma das duas matrizes) com o politeísmo greco-romano, o artista traz a atenção também
    para o ensino tradicional de artes no Brasil durante um longo período, que em parte
    parecia desconsiderar a mitologia brasileira (= sincretismo religioso).

     

     

     

     

     

    Artista: Olívio Neto,  site do artista

    O artista possui uma graduação completa em Publicidade e Propaganda pela Universidade Estácio de Sá (2007) bem como cursos de Joalheria e Ourivesaria (SENAI/RJ e Centro de Artes Calouste Gulbenkian). É funcionário Público (Secretaria Municipal de Educação do RJ; IBGE; INFRAERO) e é graduado em Artes Visuais pela UFRJ (habilitação: escultura) e em Pintura (UFRJ), tendo ainda graduações incompletas em Matemática (UERJ) e Fotografia (UNESA).

    Tem experiência na área de Artes Visuais, com ênfase em Escultura, Instalação, Fotografia e Comunicação Visual e actualmente concentra a sua pesquisa e produção em torno da Pintura em Tela e Pintura Expandida (diferentes técnicas e materiais).

    A sua produção artística é fruto da constante experimentação de materiais diversos tais como: água, plástico e materiais transparentes (tecido voil e acetato) e também de materiais oriundos do comércio popular, tais como imagens holográficas 3D, obtendo novos objetos e imagens que transitam do kitsch para o universo da arte.

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  • “Apelo ao Sal” na BREVE MENTE

    On: 04/27/2018
    In: Exposições
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    “Apelo ao Sal”

    de Cecilia Cipriano

    abertura da exposição – 14 de Maio 2018

    na Galeria de Rua BREVE MENTE

    2-SITE_Espalhamento1Apelo ao Sal é o registro da intervenção performática em espaço urbano, que consistiu no espalhamento de uma tonelada e meia de sal grosso, formando um tapete de sal, nas escadarias de acesso à Câmara Municipal do Rio de Janeiro – Casa administrativa dos cidadãos cariocas, em 06 de dezembro de 2016.

    Após a performance do espalhamento, o tapete de sal foi pisoteado e parcialmente espalhado pelos usuários da Casa (Vereadores, Funcionários e Visitantes) ao longo do dia e recolhido no final da tarde para o retorno ao mar, que ocorreu no dia 02 de fevereiro de 2017.

    O sal grosso, por ser um agente conservante, adquiriu conotação de grande estima e honra ao longo da história e tornou-se um símbolo da estabilidade, da durabilidade, da incorruptibilidade, da eternidade e da pureza. É considerado também um potente purificador de ambientes.

    Diante do contexto sócio-político Brasileiro, Apelo ao Sal resgata a potência de transformar imagens em ação como ferramenta de resistência. É também um procedimento utópico que alimenta o imaginário correspondente aos desejos mágicos, à luz de nossas esperanças ocultas de uma cidade melhor.

    “Vós sois o sal da terra; e, se o sal for insípido, com que se há de salgar? Para nada mais presta, senão para se lançar fora e ser pisado pelos homens. Vós sois a luz do mundo…….”                                                                                                                                                                                     Mateus 5:13-16

     

     

    Artista: Cecilia Cipriano, www.ceciliacipriano.wordpress.com,

    Reside e trabalha no Rio de Janeiro, Brasil. Sua trajetória artística passou por uma carreira universitária como Professora e Pesquisadora do Instituto de Química da UFRJ. A aproximação mais efetiva com a arte se deu através da Escola de Artes Visuais do Parque Lage em 2014-15, e se estreitou quando se tornou aluna de Artes Visuais/Escultura da Escola de Belas Artes da UFRJ, em curso e no último período.

    Em 2018, expôs Turbulências, no Projeto Passagem do Centro Cultural Municipal Parque das Ruinas, em Santa Teresa. Em 2017, realizou três exposições no Rio de Janeiro: Performance Apelo ao Sal na CMRJ/Palácio Pedro Ernesto; Novas Poéticas Diálogos Expandidos em Arte Contemporânea, e Festival Interuniversitário do RJ, com Abandono no Fórum de Ciência e Cultura da UFRJ. Em 2016, realizou exposição individual Inhabitual II, Paraty Cultural, na Casa de Cultura de Paraty; Em 2015, realizou a exposição O Corte, projeto contemplado pelo Programa Rumos Itaú Cultural; realizou As Minervas, exposição individual no Espaço Vórtice da Escola de Belas Artes da UFRJ; e Inhabitual, como parte da exposição coletiva Inhabito, na Casa KolorRio. Em 2014, participou da exposição coletiva Novas Poéticas Diálogos Expandidos em Arte Contemporânea, com Parede Desrevestida. Em 2013, fez uma pré-montagem de O Corte na IV Bienal da Escola de Belas Artes da UFRJ, no Centro Cultural Hélio Oiticica. Em 2009, expôs sua primeira escultura na coletiva do Centro de Arte Calouste Gulbenkian, com curadoria de Sandro Lucena.

     

    Performers: Bárbara Rossi, Camilla Braga, Matheus Agrippina, Victor Oliveira, Gabriel Jorge dos Santos, Olívio Neto, Tamara Sbragio Ganem, Verena Kael e Uirá Clemente (Estudantes da Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro).

     

    Fotógrafos: Bárbara Rossi, Julia De Simone, Paula Scamparini, Ricardo Pretti, Victor Oliveira e Verena Kael.

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  • Exposição ENTRE MÃOS

    On: 03/19/2018
    In: Exposições, OCT
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    ENTRE MÃOS

    Escultura | Design

    Galeria Municipal de Montemor-o-Novo

    Inauguração 24 de março | 18.30

    Faculdade de Belas-Artes + Município de Montemor-o-Novo

    Curadoria: Marta Castelo e João Rolaça

    EntremaosO barro é o material, por excelência, da criação. Desde as primitivas figuras em terracota, as primeiras peças de olaria, passando pela modelação escultórica, pelo design de objecto ou até a intersecções deste material com novas abordagens contemporâneas, o barro tem, ao longo de todas as épocas históricas, atraído o mais diversos criadores.

        Trata-se de uma matéria tão elementar e essencial como sofisticada, que tanto pode ser usada na sua simplicidade ou ser integrada e aplicada em produções tecnologicamente complexas e avançadas. Em qualquer caso, o barro, atravessado pelo fogo, transforma-se na douradora cerâmica que abunda e habita largamente o nosso quotidiano.

    Na actualidade, a cerâmica enquanto modo de criação tem expandindo os seus limites tradicionais e vindo a conquistar um espaço de visibilidade e de auto-afirmação artística, que destaca cada vez mais a sua autonomia e paradoxalmente a sua  pertença desde o inicio da criação humana intrínseca relação com a arte e em particular com a escultura.

    A exposição ENTRE MÃOS | Cerâmicas reúne trabalhos de alunos e ex- alunos da Faculdade de Belas-artes, Universidade de Lisboa, que escolheram a Unidade Curricular de Cerâmica do curso de escultura, e pretende revelar a versatilidade das matérias desta tecnologia, dando a conhecer diferente abordagens plásticas — eventualmente díspares ou complementares — mas igualmente marcadas pela plasticidade da argila ancestral e pela liberdade de pensamento e criatividade do autores que nela participam.

    Muitos deles tomaram, pela primeira vez, o barro nas mãos, nas oficinas desta faculdade e, mais ou menos cientes da sua larga história, modelaram diferentes pasta e usaram técnicas diferenciadas, criando discursos autorais, ora de raiz mais tradicional ora interdisciplinar, que confirmam a riqueza plástica que esta tecnologia permite.

    ENTRE MÃOS | Cerâmicas decorre de uma vontade antiga de tornar visível o trabalho desenvolvido pelos alunos nas unidades curriculares de cerâmica do primeiro ciclo do curso de Escultura da Faculdade de Belas-Artes e de mostrar, também, os trabalhos recentes de ex-alunos que continuam a explorar profissionalmente esta área artística.

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