• Mostra de Filme e Ilustrações – Inês Sambas

    On: 05/29/2018
    In: Exposições
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    Mostra de Filme e Ilustrações – Inês Sambas

    1 Junho | 22:00h

    Oficinas do Convento

     

    2- Poster-001Inês Sambas, licenciada em Som e Imagem pela Escola Superior de Artes e Design de Caldas da Rainha exibe o seu projecto “Addicted to Love” no dia 1 de Junho, pelas 22:00h, nas Oficinas do Convento.

    Este é um filme sobre os altos e baixos da vida poliamorosa de Sol. Ela vive momentos intensos com diversas pessoas, mas gradualmente estes encontros tornam-se vazios, a efemeridade já não a satisfaz e a necessidade pela procura do amor já não faz sentido.

    Para além deste projecto, a artista realizou o Videoclip interactivo “Ermo – Pangloss”, a curta-metragem “Goma” e foi a animadora dos filmes “Catican” e “Mary Jesus Galaxy, ambos seleccionados para o Festival Isola Cinema.

    Foi ainda uma estudante jurada nos festivais Monstra, 2014 e Animateka, 2016.


     

    Inês Sambas, graduated in Sound and Image by Escola Superior de Artes e Design de Caldas da Rainha shows her project “Addicted to Love” on the 1st of June, by 22:00h, at Oficinas do Convento.

    This film is about the ups and downs of Sol’s polyamorous life. She lives intense moments with several people, but gradually these meetings become empty, the ephemerality no longer satisfies and no longer makes sense this demand of the search for love.

    Besides this porject, she was director of an interactive Videoclip “Ermo – Pangloss”, short-film “Goma” and animator of the films “Catican” and “Mary Jesus Galaxy” both selected to Isola Cinema Festival.
    She was student jury in the festivals Monstra’14 and Animateka’16.

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  • “Vênus Nossa Senhora Iemanjá” na BREVE MENTE

    On: 05/15/2018
    In: Exposições
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    “Vênus Nossa Senhora Iemanjá”

    de Olívio Neto

    Abertura da Exposição – 28 de Maio 2018

    na Galeria de Rua BREVE MENTE

     

    Imagens-a-serem-apresentadas-000

     

     

    O trabalho do artista Olívio Neto, “Vênus Nossa Senhora Iemanjá”, foi o primeiro a que deu início dentro
    da série Mitos. O projeto desta série é a criação de outras associações de imagens do
    politeísmo greco-romano, com os santos católicos e os orixás das religiões africanas.

    Ao juntar o sincretismo presente na Umbanda, (considerando aqui a fórmula Umbanda
    = Candomblé + Catolicismo, uma forma de hibridismo religioso não permitida por
    nenhuma das duas matrizes) com o politeísmo greco-romano, o artista traz a atenção também
    para o ensino tradicional de artes no Brasil durante um longo período, que em parte
    parecia desconsiderar a mitologia brasileira (= sincretismo religioso).

     

     

     

     

     

    Artista: Olívio Neto,  site do artista

    O artista possui uma graduação completa em Publicidade e Propaganda pela Universidade Estácio de Sá (2007) bem como cursos de Joalheria e Ourivesaria (SENAI/RJ e Centro de Artes Calouste Gulbenkian). É funcionário Público (Secretaria Municipal de Educação do RJ; IBGE; INFRAERO) e é graduado em Artes Visuais pela UFRJ (habilitação: escultura) e em Pintura (UFRJ), tendo ainda graduações incompletas em Matemática (UERJ) e Fotografia (UNESA).

    Tem experiência na área de Artes Visuais, com ênfase em Escultura, Instalação, Fotografia e Comunicação Visual e actualmente concentra a sua pesquisa e produção em torno da Pintura em Tela e Pintura Expandida (diferentes técnicas e materiais).

    A sua produção artística é fruto da constante experimentação de materiais diversos tais como: água, plástico e materiais transparentes (tecido voil e acetato) e também de materiais oriundos do comércio popular, tais como imagens holográficas 3D, obtendo novos objetos e imagens que transitam do kitsch para o universo da arte.

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  • “Apelo ao Sal” na BREVE MENTE

    On: 04/27/2018
    In: Exposições
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    “Apelo ao Sal”

    de Cecilia Cipriano

    abertura da exposição – 14 de Maio 2018

    na Galeria de Rua BREVE MENTE

    2-SITE_Espalhamento1Apelo ao Sal é o registro da intervenção performática em espaço urbano, que consistiu no espalhamento de uma tonelada e meia de sal grosso, formando um tapete de sal, nas escadarias de acesso à Câmara Municipal do Rio de Janeiro – Casa administrativa dos cidadãos cariocas, em 06 de dezembro de 2016.

    Após a performance do espalhamento, o tapete de sal foi pisoteado e parcialmente espalhado pelos usuários da Casa (Vereadores, Funcionários e Visitantes) ao longo do dia e recolhido no final da tarde para o retorno ao mar, que ocorreu no dia 02 de fevereiro de 2017.

    O sal grosso, por ser um agente conservante, adquiriu conotação de grande estima e honra ao longo da história e tornou-se um símbolo da estabilidade, da durabilidade, da incorruptibilidade, da eternidade e da pureza. É considerado também um potente purificador de ambientes.

    Diante do contexto sócio-político Brasileiro, Apelo ao Sal resgata a potência de transformar imagens em ação como ferramenta de resistência. É também um procedimento utópico que alimenta o imaginário correspondente aos desejos mágicos, à luz de nossas esperanças ocultas de uma cidade melhor.

    “Vós sois o sal da terra; e, se o sal for insípido, com que se há de salgar? Para nada mais presta, senão para se lançar fora e ser pisado pelos homens. Vós sois a luz do mundo…….”                                                                                                                                                                                     Mateus 5:13-16

     

     

    Artista: Cecilia Cipriano, www.ceciliacipriano.wordpress.com,

    Reside e trabalha no Rio de Janeiro, Brasil. Sua trajetória artística passou por uma carreira universitária como Professora e Pesquisadora do Instituto de Química da UFRJ. A aproximação mais efetiva com a arte se deu através da Escola de Artes Visuais do Parque Lage em 2014-15, e se estreitou quando se tornou aluna de Artes Visuais/Escultura da Escola de Belas Artes da UFRJ, em curso e no último período.

    Em 2018, expôs Turbulências, no Projeto Passagem do Centro Cultural Municipal Parque das Ruinas, em Santa Teresa. Em 2017, realizou três exposições no Rio de Janeiro: Performance Apelo ao Sal na CMRJ/Palácio Pedro Ernesto; Novas Poéticas Diálogos Expandidos em Arte Contemporânea, e Festival Interuniversitário do RJ, com Abandono no Fórum de Ciência e Cultura da UFRJ. Em 2016, realizou exposição individual Inhabitual II, Paraty Cultural, na Casa de Cultura de Paraty; Em 2015, realizou a exposição O Corte, projeto contemplado pelo Programa Rumos Itaú Cultural; realizou As Minervas, exposição individual no Espaço Vórtice da Escola de Belas Artes da UFRJ; e Inhabitual, como parte da exposição coletiva Inhabito, na Casa KolorRio. Em 2014, participou da exposição coletiva Novas Poéticas Diálogos Expandidos em Arte Contemporânea, com Parede Desrevestida. Em 2013, fez uma pré-montagem de O Corte na IV Bienal da Escola de Belas Artes da UFRJ, no Centro Cultural Hélio Oiticica. Em 2009, expôs sua primeira escultura na coletiva do Centro de Arte Calouste Gulbenkian, com curadoria de Sandro Lucena.

     

    Performers: Bárbara Rossi, Camilla Braga, Matheus Agrippina, Victor Oliveira, Gabriel Jorge dos Santos, Olívio Neto, Tamara Sbragio Ganem, Verena Kael e Uirá Clemente (Estudantes da Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro).

     

    Fotógrafos: Bárbara Rossi, Julia De Simone, Paula Scamparini, Ricardo Pretti, Victor Oliveira e Verena Kael.

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  • Exposição ENTRE MÃOS

    On: 03/19/2018
    In: Exposições, OCT
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    ENTRE MÃOS

    Escultura | Design

    Galeria Municipal de Montemor-o-Novo

    Inauguração 24 de março | 18.30

    Faculdade de Belas-Artes + Município de Montemor-o-Novo

    Curadoria: Marta Castelo e João Rolaça

    EntremaosO barro é o material, por excelência, da criação. Desde as primitivas figuras em terracota, as primeiras peças de olaria, passando pela modelação escultórica, pelo design de objecto ou até a intersecções deste material com novas abordagens contemporâneas, o barro tem, ao longo de todas as épocas históricas, atraído o mais diversos criadores.

        Trata-se de uma matéria tão elementar e essencial como sofisticada, que tanto pode ser usada na sua simplicidade ou ser integrada e aplicada em produções tecnologicamente complexas e avançadas. Em qualquer caso, o barro, atravessado pelo fogo, transforma-se na douradora cerâmica que abunda e habita largamente o nosso quotidiano.

    Na actualidade, a cerâmica enquanto modo de criação tem expandindo os seus limites tradicionais e vindo a conquistar um espaço de visibilidade e de auto-afirmação artística, que destaca cada vez mais a sua autonomia e paradoxalmente a sua  pertença desde o inicio da criação humana intrínseca relação com a arte e em particular com a escultura.

    A exposição ENTRE MÃOS | Cerâmicas reúne trabalhos de alunos e ex- alunos da Faculdade de Belas-artes, Universidade de Lisboa, que escolheram a Unidade Curricular de Cerâmica do curso de escultura, e pretende revelar a versatilidade das matérias desta tecnologia, dando a conhecer diferente abordagens plásticas — eventualmente díspares ou complementares — mas igualmente marcadas pela plasticidade da argila ancestral e pela liberdade de pensamento e criatividade do autores que nela participam.

    Muitos deles tomaram, pela primeira vez, o barro nas mãos, nas oficinas desta faculdade e, mais ou menos cientes da sua larga história, modelaram diferentes pasta e usaram técnicas diferenciadas, criando discursos autorais, ora de raiz mais tradicional ora interdisciplinar, que confirmam a riqueza plástica que esta tecnologia permite.

    ENTRE MÃOS | Cerâmicas decorre de uma vontade antiga de tornar visível o trabalho desenvolvido pelos alunos nas unidades curriculares de cerâmica do primeiro ciclo do curso de Escultura da Faculdade de Belas-Artes e de mostrar, também, os trabalhos recentes de ex-alunos que continuam a explorar profissionalmente esta área artística.

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  • Rio Almansor na BREVE MENTE

    On: 01/26/2018
    In: Exposições
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    Rio Almansor

    26 janeiro a 9 Fevereiro 2018

    na Galeria de rua BREVE MENTE

    IMG_20180126_112305De 2004 a 2012 a Oficinas do Convento focou o seu campo de ação junto do Rio Almansor, empenhando-se na sua revalorização e relação com a cidade.

    Para tal foram feitos esforços para estreitar a ponte que liga a Ciência à Arte, o que se traduziu em projectos como “Ananil”, “Projecto RIO” e “A Escola e o Rio”. Os dois últimos aqui espelhados através desta exposição de momórias expressam a preocupação da Associação na revalorização ambiental e projecção cultural da área do Rio Almansor.

     

     

     

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  • Laboratório Aberto – dio3Estu

    On: 12/07/2017
    In: Concertos, Exposições, Residências
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    cartaz dio3Estu19 dezembro – 18:30

    Convento de S. Francisco

    A Oficinas do Convento e o dio3Estu convidam para uma apresentação de experiências sonóplásticas em formato de concerto/Instalação.

    Diversos dispositivos menos convencionais serão apresentados e performados num espaço que valoriza uma atitude de escuta no encontro de sentidos ritmos e harmónicos

    Entrada livre!

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  • “Liga-me Quando Chegares a Casa” na Breve Mente

    On: 12/05/2017
    In: Exposições
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    “Liga-me quando chegares a casa”

    Liliana Velho

    4 a 17 de Dezembro 2017 – BREVE MENTE Galeria de Rua

    Captura“Ter alguém que se preocupe em saber onde estamos, quando não voltamos para casa à noite, é uma necessidade humana muito antiga” – Margaret Mead

    Biografia do autor

    Liliana Velho formou-se em Escultura na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa em 2009. Nos anos seguintes, trabalhou como professora de Educação Visual. Em 2012, completou o Mestrado em Ensino das Artes Visuais na ARCA, em Coimbra. Desde a Faculdade que desenvolve trabalhos na área do Desenho e da Escultura. A sua principal temática, é a Mulher e o seu corpo, em diferentes idades, estados e escalas. Nos últimos anos dedicou-se a projectos de Educação Artística e Escultura em Cerâmica, usando técnicas artesanais nas Oficinas do Convento em Montemor-o-Novo. Vive e trabalha em Viseu.

    www.facebook.com/liliana.velho

     

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  • “Sonosculturas na Galeria Municipal” por Gerbert Verheij

    On: 11/22/2017
    In: Exposições, Noticias, Oficinas, Residências
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    _MG_8333Sonosculturas na Galeria Municipal

    “Durante duas semanas, dois ruidosos animais de cerâmica davam as boas-vindas aos visitantes da Galeria Municipal. Resgatados (ou raptados) de um dos pacatos canteiros do claustro do Convento de São Francisco, foram dotadas de alto-falantes no lugar das cabeças. Reproduziam com súbitas vibrações sons surpreendentes (tratava-se de gravações de uma ripa de madeira tocada com arco de violino). Lá dentro, a exposição – que ocupava todos os espaços da galeria, sem desdenhar a casa de banho ou o vão-de-escada do bar – rapidamente nos envolvia. Logo à entrada, uma instalação colectiva de paralelepípedos metálicos movidos a ventoinhas, velhos gira-discos e pedras produzia algo como um lento banho de imersão sonora. Ao lado, fitas magnéticas fustigavam um balão de bomba de água, uma grande roda fazia incessantemente o seu caminho por um círculo de areia e, por artes de magnetismo, um montinho de tinta de toner (que é magnética) ecoava o mesmo movimento circular numa folha suspensa. Cada som – a trituração da areia, a agitação de fitas, o embate de metal é captada por microfones de contacto e amplificado, elevando estes ruídos à partida banais ao domínio do som. No jogo entre a tecnologia – os fios e cabos, as amplificadoras e mesas de mistura, motores – e materiais muitas vezes obsoletos, sobras ou restos que sempre carregam um pouco de memória de vida prévia, o som ganhava espessura e presença, ocupando o espaço como se também tivesse a sua própria materialidade.

    Seguiam-se mais instalações: peças gémeas que tagarelam entre si, água que cai e borbulha, pequenas telhas que tremulam sobre madeira, walkie-talkies sobre rodas de oleiro que ora se aproximam e afastam, produzindo uma sinfonia em feedback, peças que dançam, embatem ou rolam… Uma peça para tocar, espécie de bateria caseira feita de panelas com água, fez as delícias dos mais pequenos (e não só). Todas estas peças foram o resultado de uma oficina dirigida por Nuno Rebelo nas Oficinas do Convento. Musico e artista de currículo impressionante (fez, entre muitas outras coisas, o hino do Expo ‘98), conta que desde sempre se interessou em aumentar a “paleta” dos sons com que se pode fazer música. A música pode definir-se, diz, como a “arte de articulação dos sons”. As “sonosculturas” ligam este repertório sonoro expandido a uma incursão pelo território das artes plásticas. A exposição mostra que é uma intersecção muito fértil.”

    por Gerbert Verheij  , publicado no jornal Folha de Montemor, Novembro 2017

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