• Conversas à Volta do Centro I

    On: 10/19/2021
    In: Conversas, Exposições
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    Conversas à Volta do Centro I – Centro Mutável

    6 de Novembro 2021

    Cineteatro Curvo Semedo, Montemor-o-Novo

    Post_INSTA_01As Conversas à Volta do Centro I reúnem no Cine-Teatro Curvo Semedo quatro artistas que irão dialogar com especialistas de várias áreas científicas e artísticas – da astrofísica à arquitetura – para refletir a partir de processos e práticas artísticas, a dissolução do centro enquanto referência absoluta e imutável do mundo. As Conversas à volta do Centro I apresentam quatro painéis: Armanda Duarte + Cristina Azevedo Tavares (dimensão Microscópica), Inês Teles + Diogo Saldanha e Marta Maranha (dimensão Retiniana), Os Espacialistas + Sérgio Fazenda Rodrigues (escala Arquitetónica) e Ricardo Jacinto + Cédric Pereira (Subtil).


    Depois das conversas, no final do dia serão apresentados os resultados dos workshops do
    Centro Mutável numa exposição coletiva que reúne os trabalhos desenvolvidos pelos participantes em colaboração com os artistas convidados, na Galeria Municipal de Montemor-o-Novo.

    O evento tem um valor de inscrição de 15e inclui um almoço no Convento de S. Francisco (tradicional Cozido da Panela em Lume de Chão). A Exposição Centro Mutável tem entrada livre e estará patente até 26 de  Novembro. A inscrição no evento pode ser feita antecipadamente através do site www.centromutavel.com ou presencialmente nas Oficinas do Convento – Associação Cultural de Arte e Comunicação (Montemor-o-Novo).

     

     

     

    Programa:

    10h15: Boas vindas e apresentação Centro Mutável – João Rolaça e Margarida Alves.
    10h30:
    Microscópico – Armanda Duarte + Cristina Azevedo Tavares
    (11h30: Pausa para café)
    12h00: Retiniano – Inês Teles + Diogo Saldanha e Marta Maranha
    13h00 Almoço: Cozido da Panela em Lume de Chão, Convento de S. Francisco
    15h00:
    Arquitectónico – Os Espacialistas + Sérgio Fazenda Rodrigues
    (16h00: Pausa para café)
    16h30: Subtil – Ricardo Jacinto + Cédric Pereira
    17h30: Fim das conversas
    18h: Inauguração da exposição Centro Mutável, na Galeria Municipal de Montemor-o-Novo

    O projeto Centro Mutável continua em março de 2022, em Lisboa, com as Conversas à volta do Centro II, em parceria com a Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa e o Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado.Mais informações em breve.

    O projecto Centro Mutável é uma co-produção Oficinas do Convento – Associação Cultural de Arte e Comunicação e Vicarte- Vidro e Cerâmica para Artes, a Faculdade de Belas Artes, Universidade de Lisboa, com o apoio da Câmara Municipal de Montemor-o-Novo.

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  • Fotografias com Asas

    On: 10/06/2021
    In: Exposições
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    Exposição Fotografias com Asas

    Acção de Inclusão pela Cultura

    De 22 de Outubro a 30 de Novembro 2021 – Biblioteca Municipal de Vendas Novas

    De 1 de Dezembro de 2021 a 10 de Janeiro de 2022 – Biblioteca Municipal de Viana do Alentejo

    De 14 de Fevereiro a 28 de Fevereiro 2022 – Biblioteca Municipal de Montemor-o-Novo

     

    cartaz_cimac_a3_2Fotografias com Asas, desenvolvido no âmbito do projecto Acção de Inclusão pela Cultura, foi realizado entre três instituições, Lar Betânia, Porta Mágica e Terras Dentro, nas quais, os jovens puderam tirar/criar  fotografias para trocar com um amigo secreto/desconhecido e intervir nas que recebe, adicionando algo seu, ao presente recebido, que mais uma vez, irá passar por uma terceira pessoa desconhecida e receber uma intervenção final à obra/ presente colectivo.

    Esta exposição mostra o resultado do projecto nas Bibliotecas Municipais dos locais intervenientes.

     

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  • CENTRO MUTÁVEL

    On: 09/20/2021
    In: Conversas, Exposições, OCT, Oficinas, Projectos
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    logotipo

     

     

     

    O projecto Centro Mutávelum ciclo de workshops ministrados por artistas convidad@s, conversas com especialistas de áreas diversas e uma exposição, tudo a acontecer no biénio 2021/2022 em Montemor-o-Novo e Lisboa.

     

    Artistas convidad@s:

    Ana Cardoso

    Armanda Duarte

    Belén Uriel 

    Guarda Rios

    Inês Teles 

    Os Espacialistas

    Ricardo Jacinto

     

    O projecto é uma iniciativa Oficinas do Convento – Associação Cultural de Arte e Comunicação, estrutura financiada por Câmara Municipal de Montemor-o-Novo e DgArtes, em co-produção com Vicarte- Vidro e Cerâmica para Artes, a Faculdade de Belas Artes, Universidade de Lisboa.

    Os curadores do projeto são os artistas e investigadores João Rolaça e Margarida Alves, doutorandos em Escultura da Faculdade de Belas Artes e membros Vicarte.

     

    @s Artistas foram convidados a desenvolver um workshop, utilizando os espaços e recursos da Oficinas do Convento e da Vicarte, numa partilha do seu processo criativo com @s participantes, de forma a abordar de forma expandida o tema central deste projecto – uma ideia mutável de centro, que pode ser observada por várias perspectivas e pontos de vista críticos e conceptuais:

     

    1. a) geométricos, onde o Centro se afasta da equidistância imutável e assume uma oscilação inerente à natureza poiética da matéria;
    2. b) atómicos, nos quais as partículas ínfimas se expressam através de uma condição corpuscular e ondulatória, inferindo-se a presença, o Centro da existência, através da sua ausência, do rasto das suas acções;
    3. c) heterotópicos, onde diferentes espaços (reais ou imaginários) nos habitam; 
    4. d) culturais, nos quais os grandes pólos têm o potencial de se deslocalizar e expandir; 
    5. e) geográficos, incidindo-se em reflexões acerca do território e do lugar; 
    6. f) existenciais, nos quais o Centro do Ser decorre da consciencialização do(s) sentido(s) que o mesmo dá à sua vida; 
    7. g) metafísicos, onde o princípio ontológico se desdobra numa natureza sensível e num envolvimento supra-sensível, transcendente, que permeia e constitui o Ser.

     

    Os workshops vão acontecer em vários lugares e ambientes de Montemor-o-Novo entre Maio e Outubro de 2021, e duram entre 1 a 5 dias, mediante decisão d@ artista.

     

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    OLHO NO DEDO – Inês Teles

    4 e 5 de Setembro 2021

    Para “colapsar a distância que separa o observador do local de experiência óptica”1, realizamos neste workshop um conjunto de experiências que procuram incluir o movimento, a mão e o olho na criação de um objecto artístico.

    Após uma visita ao rio Almansor, usaremos a referência da água como superfície refletora, instável e amorfa que, tal como uma lente, distorce a realidade e permite criar instrumentos mediadores da experiência visual. Durante as duas sessões, teremos acesso a objectos de vidro, formas côncavas e assimétricas que funcionarão como contentores de água. Estas formas serão usadas para construir dispositivos de captação de imagem, recorrendo também a outros materiais, como pigmentos naturais (coloração da água), tilose (densidade líquida), objetos/estruturas  (inclinação, derrame e equilíbrio/contenção da água).

    Os exercícios práticos focam-se na observação e procura de imagens que permitem criar e experimentar outros processos criativos – desenhos, aguarelas, papel marmorizado, vídeos, performance, fotografia, land art, etc.

    Referência Bibliográfica:

    1 – Jonathan Crary, Técnicas do Observador, tradução Nuno Quintas, Edição Orpheu Negro, 2017, p. 216.

    Locais: Rio Almansor e Oficinas da Cerâmica e da Terra 

    Horário: 10h-18h (2 dias)

    Lotação: 12 pessoas

    Almoço vegetariano incluído

    90€ (-10% estudantes, desempregad@s e reformad@s)

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    AMBIENTE FLUTUANTE – Ana Cardoso

    18 de Setembro 2021 (online) | 25 de Setembro 2021 

    Pensamos o legado conceptual de Sol LeWitt enquanto exploramos a relação entre pictórico e virtual através da composição de uma pintura sobre cerâmica. O azulejo é em si um módulo, ou um pixel, e um painel de azulejos forma uma imagem mutável, passível de ser reconfigurada indefinidamente.

    Neste workshop, vamos definir um conjunto de parâmetros, um alfabeto de gestos e sensações para criar uma obra colaborativa: um painel de azulejos pintados à mão a partir da reinterpretação de Wall Drawing #122 (1972) – um desenho com instruções de Sol LeWitt. As instruções propõem a execução de um desenho (sobre a totalidade duma parede, de escala arquitectónica), e apresentam pares de quatro tipos de linhas — rectas, onduladas, arqueadas e tracejadas — que se cruzam a partir dos cantos ou lados dos quadrados que ocupam em todas as 190 possíveis combinações dentro de uma grelha regular.

    Num encontro preliminar e online, Ana Cardoso faz uma introdução à sua Obra e à de LeWitt e propõe alguns exercícios, reflexões e leituras aos participantes. Na sessão presencial aplicam-se as ideias e executa-se a pintura sobre azulejo.

    AMBIENTE FLUTUANTE será concluído com a instalação da peça colaborativa num espaço público da cidade de Montemor-o-Novo.

    AMBIENTE FLUTUANTE acontece em duas sessões:

    18 de Setembro (online) 14h-15:30h

    25 de Setembro nas Oficinas da Cerâmica e da Terra, em Montemor-o-Novo, 10h – 16h (almoço 13h-14h)

    Lotação: 9 pessoas

    Almoço vegetariano incluído

    65€ (-10% estudantes, desempregad@s e reformad@s)

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    PROCURA-SE CASA – Os Espacialistas

    18 e 19 de Setembro 2021

    As casas nascem, crescem, vivem, reproduzem(-nos), envelhecem e morrem como nós. Visitam-se umas às outras através dos sonhos e das memórias de quem se demora nelas.

    Têm corpo. São corpo. São o v/entre doméstico da vida e da morte. São sopros i/materiais. São a resposta poética do corpo às contingências i/morais da natureza. Têm de ser r/existência. São máquinas ontológicas de re/produção de desejo e afectos. Têm chaminés e lar/eiras de tijolo. São “tomadas” de hesitação e consciência.

    Conscientes de que uma casa é o reflexo fisiológico das necessidades reais e imaginárias do corpo humano, Os Espacialistas partem em direcção ao espaço à procura de casa, à procura do lugar do corpo que faz casa, do lugar do corpo que é casa, da casa anatómica amassada do corpo.

    Entre corpos e casas, a partir das palavras e das coisas que nos entornam vamos esgotar todas as possibilidades de errar, esvaziar, falhar, hesitar, ligar e reparar cada vez melhor n/as casas invisíveis que nos envolvem e que só a intensidade da visitação de cada gesto físico/imaginário da nossa atenção pode fazer aparecer.

    As casas querem corpo. Quem casa quer corpo. O corpo quer casa.

    O que pode um corpo? Pode ser uma casa (de jogo). O que pode uma casa? Pode ser um corpo em jogo (sem orgãos).

    Os Espacialistas são pro/curadores de casas. Não há casas sem corpo nem corpo sem ca(u)sas.

    Venham PRO/CURAR casas connosco!

    Locais: Telheiro da Encosta do Castelo + Castelo de Montemor + Cidade

    Horário: 10h-18h

    Lotação: 12 pessoas

    Almoço vegetariano incluído

    90€ (-10% estudantes, desempregad@s e reformad@s)

    EM TORNO DE OBJECTOS COMUNS – Belén Uriel

    2 e 3 de Outubro | 9 e 10 de Outubro 2021

    Este workshop consiste num exercício de experimentação plástica em torno de objectos comuns, de uso quotidiano, entendidos como extensões do próprio corpo.

    Propomos explorar o potencial escultórico destes objectos, tomando em consideração as relações inerentes à sua produção, materialidade e uso. Estes objectos serão transformados, alterando a materialidade e forma, mantendo ainda assim, a referência à sua origem.

    Através da criação de moldes de gesso, as formas serão replicadas, reorganizadas e reconfiguradas, de modo a conceber um novo objecto. A tiragem por via líquida de peças cerâmicas – um processo intimamente ligado aos meios de produção em massa de objectos comuns – é a técnica adoptada neste workshop.

    Será potenciado o trabalho em torno da relação recíproca entre um objecto e o corpo que o usa, salientando-se a ideia de ‘impressão corporal’ que se preserva e explora nos objetos aqui produzidos.

    Oficinas da Cerâmica e da Terra 

    Horário: 10h-18h (4 dias)

    Lotação: 8 pessoas

    Almoço vegetariano incluído

    160€ (-10% estudantes, desempregad@s e reformad@s)

    SILÊNCIO E HORIZONTE ACÚSTICO – Ricardo Jacinto

    5 de Outubro 2021

    Sendo o horizonte acústico definido pela “maior distância, em todas as direções, de onde os sons podem ser ouvidos”, podemos sugerir que só além desse limite perceptivo existe silêncio, e que este é imaginado. O Silêncio torna-se assim um exercício de especulação e apresenta-se como o horizonte do som. Como podemos explorar criativamente este horizonte?

    Esta oficina terá inicio na blackbox das Oficinas do Convento, estendo-se a uma caminhada passando por várias localizações na cidade de Montemor-o-Novo e arredores, e terminando numa instalação colectiva no espaço da blackbox. Terá a duração de um dia e será dividida em 3 momentos:

    10h às 13h – o primeiro compreende o contacto e discussão do conceito de Horizonte Acústico, acompanhado por exercícios de escuta e gravações sonoras em diferentes localizações da cidade de Montemor-o-Novo, que conduzirão os participantes a experimentar e materializar esta noção associando-a a lugares e situações específicas.

    13h às 14h – Pausa para refeição

    14h às 18h – o segundo momento centra-se na exploração de objectos cerâmicos como corpos ressonantes, através da utilização de tecnologias de emissão e captação sonora de contacto (transdutores e microfones), numa articulação desses objectos com as gravações de campo recolhidas no primeiro momento. Cada participante será convidado a pensar criativamente a relação entre os “corpos cerâmicos vibratórios”, o material sonoro recolhido e o espaço da blackbox.

    18h às 19h – Pausa para refeição

    19h às 21h – concretização de uma instalação recorrendo aos materiais recolhidos e experimentados ao longo do dia.

    a partir das 21h – apresentação livre do resultado da Oficina.

    Local: Oficinas do Convento

    Horário: 10h-21h (1 dia)

    Lotação: 8 pessoas

    Almoço vegetariano incluído

    Sugestões de Alojamento

    90€ (-10% estudantes, desempregad@s e reformad@s)

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    NO BORDO DA LENTE – Armanda Duarte

    16 de Outubro 2021

    A ideia de microscópico, embora não dissociada da sua matriz científica, é aqui entendida como um movimento ínfimo, sujeito a gestos como abrir, destapar, esburacar, cavar, ou outros. Trata-se de uma abordagem de desenho – nas suas múltiplas expressões – em que uma ideia vinda do interior do corpo sofrerá novas e progressivas fases de transformação e aprofundamento.

    Um primeiro momento dá-se no interior de uma antiga cisterna na encosta do castelo.

    Aos participantes, é-lhes dito, previamente, para trazerem uma ideia de pequenas dimensões. Durante o encontro, essa ideia deverá encontrar, numa prega de sombra, numa concavidade da pele ou no vestuário, um lugar que a guarde. Neste movimento de transmutação, a ideia corporiza-se, tornando-se ideia coisa e tomando expressão (materialidade, configuração e medida), adequada ao lugar no corpo que a aloja.

    Um segundo momento acontece ao longo da descida do monte encimado pelas ruínas do castelo. Aí, a ideia guardada e transportada encontra uma outra morada: é introduzida no interior da terra, por baixo da pedra, entre as folhas, no interior da árvore, na toca da formiga, no estômago do gafanhoto, no vento ou no corpo de outro participante…

    Sofrerá, tal como no primeiro momento, uma adequação ao novo lugar.

    Finalmente, num terceiro momento, um novo desenho – representação (síntese sensível) das sucessivas transmutações da ideia original – será preparado e apresentado na exposição colectiva.

    Locais: Castelo de Montemor-o-Novo e Telheiro da Encosta do Castelo

    Horário: 10h-18h

    Lotação: 12 pessoas

    Almoço vegetariano incluído

    65€ (-10% estudantes, desempregad@s e reformad@s)

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    CONVERSAS À VOLTA DO CENTRO

    Agenda_2momento Agenda_3momento

    Além d@s 7 artistas, foram convidad@s 7 orador@s de várias áreas científicas e artísticas – astrofísica, filosofia, dança, programação cultural, arquitectura, curadoria e fotografia – para apresentar uma reflexão nas  CONVERSAS À VOLTA DO CENTRO.

    As CONVERSAS À VOLTA DO CENTRO acontecem em dois momentos:

    I

    6 de Novembro de 2021 em Montemor-o-Novo

    II

    Março de 2022 na Faculdade de Belas Artes, Universidade de Lisboa

    Nos mesmos dias das CONVERSAS, inauguramos a EXPOSIÇÃO com os trabalhos realizados nos WORKSHOPS e uma PERFORMANCE/ INSTALAÇÃO realizada para este evento por artistas convidados.

    Mais informações em breve.

     

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  • Exposição Pré-Histórias Queers

    On: 09/13/2021
    In: Exposições, OCT
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    Exposição Pré-Histórias Queers

    Inauguração – 17 de Setembro 2021 | 18h

    Exposição patente de 17 de Setembro a 17 de Outubro

    Horário: de Terça-Feira (apenas tardes) a Domingo, das 10h às 12h e das 14h às 17:30h

    Convento de S. Domingos (Museu Arqueológico), Montemor-o-Novo

    cartaz a3“Usando artefactos de tempos passados da pré-história, outras narrativas arqueológicas são imaginadas e construídas dentro do museu. Pode o fantasma de um passado e património queer de sociedades pagãs distantes ser reativado, em coexistência e por apropriação de narrativas arqueológicas? Em produção com as Oficinas do Convento de Montemor-o-Novo, Pedro Queirós apresenta sobre a forma de artefactos cerâmicos, uma distorção de narrativas arqueológicas e passados distantes pré-históricos.”

     

    Pedro Queirós:

    Ceramista e artista visual, tem explorado o seu trabalho na área da escultura nos formatos da Cerâmica e Joalharia, onde aborda os temas da reativação do património queer através de reinterpretações de narrativas arqueológicas, o abandono do interior do território português a sua desertificação e ocupação destes espaços por identidades queers, e extractivismos da matéria em tempos de Antropoceno. Licenciou-se na ESAD das Caldas da Rainha em Design Gráfico e Multimédia, e posteriormente frequentou o curso de Joalharia do Ar.co em Lisboa, em 2017, onde desde então tem criado e exibido as suas obras.

    Vídeo da Residência 

    Pedro Queirós

     

     

     

     

     

     

     

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  • Gabinete de Curiosidades

    On: 06/09/2021
    In: Exposições
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    Gabinete de Curiosidades na Igreja de S. Vicente, Évora

    Exposição visitável de 9 de Julho a 31 de Julho 2021 (Seg. a Sáb.: 10h às 13 e das 14h às 18h) na Igreja de S. Vicente, Évora.

    WhatsApp Image 2021-07-01 at 09.57.05

    Colecção documental de acções decorridas entre 2019-2020 Residências artísticas, concertos, oficinas e outros eventos Cerâmica, desenho, serigrafia, vídeo, fotografia, design e publicações Objetos resultado dos processos e das pesquisas.

    Um Gabinete de Curiosidades é um lugar de concentração de experiências, combinações improváveis, de reunião e colecção, de contemplação e de desconhecido. Este Gabinete de Curiosidades da Oficinas do Convento é a recolha de vestígios dos projectos decorridos entre 2019-2020. Mais do que apresentar o resultado das diversas residências, concertos, projectos gráficos, instalações e eventos, observamos os vestígios, protótipos, experiências e erros empreendidos no processo de concretização desses projectos. Reunimos peças de uma máquina em construção, feita de materiais e formas díspares, cores complementares e colagens improvisadas. Esta configura um lugar e um tempo em movimento, vagamente esquizofrénico na multiplicidade, linguagens, tecnologias e objectivos. Nos espaços atípicos e assimétricos do Convento de S. Francisco, do Telheiro da Encosta do Castelo, dos antigos Lavadouros públicos e do Laboratório de Terra encontramos o plural, o multifacetado e o colorido, pois todos os projectos são desenvolvidos por pessoas e grupos diversos, mais ou menos fixos, ora de locais e artistas próximos, ora de pessoas vindas do outro lado do mundo. É nesta mistura de experiências que tudo se unifica. É no frenesim da curiosidade insaciável, na vontade de explorar possibilidades, de ver com outros olhos e sentir de outras maneiras que procuramos um sentido para existirmos todos juntos, aqui. Esta exposição é por isso um reflexo deste Todo, desta máquina movida com tantas mãos, de quem se encontra para explorar, experimentar e partilhar um processo de descoberta e improviso. O trabalho da Oficinas do Convento é desde sempre feito por toda uma mescla de artistas, músicos, técnicos, especialistas de todas as áreas e entusiastas de outras mais e concentra-se em proporcionar oportunidades e condições de trabalho nestes domínios, oferecendo, não só um espaço de exposição, apresentação e discussão de ideias mas também uma Oficina onde tudo se pode realizar.
    Texto: João Rolaça
    Curadoria: Ana Almeida Pinto e Tiago Fróis
    Accou / Acid Acid / Adufe em Lisboa / Alberto Lopes / Alma D’Arame / Álvaro Fonseca / Amanda Costa / Ana Almeida Pinto / Ana Escobar / Ana João Almeida André Laranjinha / Antez / Anton Ripatti Babakamusic / ARI AGLIATI Visuals Nidra As Testemunhas Duo / Bantabaa / Bárbara Rossi / Bear Bones, Lay Low / Bie Michels / Bonecos & Campaniça / Bruno Caracol / CADA (Grupo Artístico) / Chão Maior / Chris Korda / CIA. João Garcia Miguel / Colectivo ADAMÁ / Companhia Algazarra / Cooperativa Integral Minga / Couple Coffee / Cristina Gallizioli / Daily Misconceptions / Damião Silva / Daniel Medina / Dead Vortex / Débora Paris / DJ Ritmos Cholulteka / Dj Selecta Alice / Dj Tropicáustica / Dj/VJ Fiestaylers / Don Pie Pie / Eduardo Sequeira / Eng. Arq. Antonio Romanazzi / Eng. Claudio Tirabasso Era Uma Vez / Erva Daninha / Filmoteca & Cineclube de Montemor-o-Novo Flowers/Ghosts & Echoes / Francisco Pinheiro / Gerbert Verheij / Gustavo Costa Hank Duke / Henrique Fernandes / Iemilson do Rosário / Inês Ferreira INKUBATOR Portugal / Isabel Coelho / J. Wahl / Joana Guerra / Joana Raio Joana Trindade / João Berhan / João Rolaça / Jorge Gonçalves / Jornal Mapa José Artur Macedo / José Manuel Rodrigues / José Mateus / Julián Pérez / Julius Gabriel / Katie Lagast / Kerstin Abraham / Kevin Claro / La Miseria Deluxe Laurence Alliston-Greiner / Leonor Mire / Liliana Velho / Lone Lisbonaires / Lucas Almeida / Luz Prado / MAKHNO / Manuel Casa Branca / Marca ADL / Marco Ferrari / Marco Fidalgo / Marco Franco / Marco Santos / Mariana Stoffel / Marianne Peijnenburg / Marta Castelo / Marta Cerqueira / Martí Guillem / Maurício Martins Mazarin / Meier-Hanes-Amberg / Miguel Rocha / MILL / Montanhas Azuis / Nuno Lemos / Olivia Page / OSSO Colectivo / Paradoxo / Paulo Morais / Pedro Letria Pedro Lira / Pó de Vir a Ser / Projecto Ruínas / Rapaz Improvisado / Raymonde Renata Bueno / Rodrigo Marques / Rosa Mimosa y Sus Mariposas / Royal Bermuda / Ruído Vário / Samba sem Fronteiras / Sandra Coelho / SAS Orkestra de Rádios / Sérgio Bráz de Almeida / Shammaes / Simão Costa / Simorgh / Sofia Pires / Solot / Sonoscopia / Sontag Shogun Duo / Stephan Almeida / Susana Marques / t.204 / Tânia Teixeira / Teatro de Ferro / Telma Ribeiro / Thomas Flores Tiago Canário / Tiago Fróis / Toma Lá Jazz! / Torba / Uivo Zebra / Um ao Molhe Urso Bardo / Wade Matthews / Wu Tiao Ren / Yoka Kongo
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  • Exposição “6 Abóbadas”

    On: 05/06/2021
    In: Exposições
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    Exposição “6 Abóbadas” de Pedro Sequeira

    15 de Maio 2021 | 15h | Telheiro da Encosta do Castelo

     

    6-abobadasO vencedor do concurso de Residências Artísticas Tradição><Contemporâneo 2020 apresenta o seu projecto “6 Abóbadas”, desenvolvido em residência na Oficinas do Convento

    Com vista à investigação e promoção de formas de construir mais sustentáveis, e na linha do que tem vindo a ser desenvolvido pelas Oficinas do Convento, o artista propõe seis esculturas abobadadas à escala 1:5, tendo como base de partida o Laboratório de Terra no Telheiro da Encosta do Castelo. O projecto tem como elemento central a abóbada alentejana – devendo cada uma distinguir-se das restantes no que diz respeito ao seu método de execução.

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  • Gabinete de Curiosidades

    On: 05/04/2021
    In: Exposições
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    Gabinete de Curiosidades no SILOS Contentor Criativo, Caldas da Rainha
    Testes, Erros e Outras Coisas

    29 de Maio – Inauguração da Exposição com breve conversa “HOJE na Oficinas do Convento”
    Exposição visitável de 29 de Maio a 18 de Junho 2021 (seg/sex: 16h às 20h; sáb/dom: 15h às 20h) no SILOS Contentor Criativo, Caldas da Rainha.
    Gabinete CuriosidadesColecção documental de acções decorridas entre 2019-2020 Residências artísticas, concertos, oficinas e outros eventos Cerâmica, desenho, serigrafia, vídeo, fotografia, design e publicações Objetos resultado dos processos e das pesquisas.
    Um Gabinete de Curiosidades é um lugar de concentração de experiências, combinações improváveis, de reunião e colecção, de contemplação e de desconhecido. Este Gabinete de Curiosidades da Oficinas do Convento é a recolha de vestígios dos projectos decorridos entre 2019-2020. Mais do que apresentar o resultado das diversas residências, concertos, projectos gráficos, instalações e eventos, observamos os vestígios, protótipos, experiências e erros empreendidos no processo de concretização desses projectos. Reunimos peças de uma máquina em construção, feita de materiais e formas díspares, cores complementares e colagens improvisadas. Esta configura um lugar e um tempo em movimento, vagamente esquizofrénico na multiplicidade, linguagens, tecnologias e objectivos. Nos espaços atípicos e assimétricos do Convento de S. Francisco, do Telheiro da Encosta do Castelo, dos antigos Lavadouros públicos e do Laboratório de Terra encontramos o plural, o multifacetado e o colorido, pois todos os projectos são desenvolvidos por pessoas e grupos diversos, mais ou menos fixos, ora de locais e artistas próximos, ora de pessoas vindas do outro lado do mundo. É nesta mistura de experiências que tudo se unifica. É no frenesim da curiosidade insaciável, na vontade de explorar possibilidades, de ver com outros olhos e sentir de outras maneiras que procuramos um sentido para existirmos todos juntos, aqui. Esta exposição é por isso um reflexo deste Todo, desta máquina movida com tantas mãos, de quem se encontra para explorar, experimentar e partilhar um processo de descoberta e improviso. O trabalho da Oficinas do Convento é desde sempre feito por toda uma mescla de artistas, músicos, técnicos, especialistas de todas as áreas e entusiastas de outras mais e concentra-se em proporcionar oportunidades e condições de trabalho nestes domínios, oferecendo, não só um espaço de exposição, apresentação e discussão de ideias mas também uma Oficina onde tudo se pode realizar.
    Texto: João Rolaça
    Curadoria: Ana Almeida Pinto e Tiago Fróis
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  • “METAMORPHOSIS” na BREVE MENTE

    On: 05/04/2021
    In: Exposições
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    “METAMORPHOSIS” de Ana Caetano na Galeria de Rua BREVE MENTE

    29 de Abril 2021 | Galeria BREVE MENTE

     

    Ana CaetanaO projeto METAMORPHOSIS consiste em várias ações. Ana Caetano propõe em cada uma delas colocar o corpo numa relação direta com UM material específico escolhido (farinha, madeira, papel, água, terra, areia, pedra, metal,…).

    Esses encontros podem ser sensíveis e suaves, mas também desconfortáveis ou mesmo violentos. Vão da aceitação à rejeição, da osmose à incompatibilidade. O resultado de cada um deles varia consoante o material em si e a forma como a artista decide envolver-se e deixar-se contagiar, transformar por ele.

    Estas ações podem ser apresentadas sob forma de performance ao vivo, mas também em fotografia ou em vídeo.

     

    METAMORPHOSIS #1 | Farinha.

    Foi apresentado um trabalho de vídeo desta primeira ação no PROYETOR’s videoart festival em Madrid em Set2020.

    Aqui o METAMORPHOSIS #1 é apresentado sob forma de fotografia.

    Fotografia – António Jorge Silva
    Edição – Ema Caetano

     

    image2Ana Caetano | Nasceu em Lisboa em 1970

    Integrou a escola de formação profissional do Ballet Gulbenkian, foi estagiária do Ballet Gulbenkian e frequentou a escola de dança Rosella Hightower em Cannes com bolsa da fundação Calouste Gulbenkian.

    Fez parte do Ballet Gulbenkian onde dançou com o coreógrafo Vasco Wellencamp, e do Centre Chorégraphique National de Grenoble onde dançou com o coreógrafo Jean-Claude Galotta.

    Dançou em projetos pontuais com vários coreógrafos dos quais se destacam: Olga Roriz, Bruno Cochat, Joanne Leighton e Paulo Ribeiro e estreou em Novembro 2019 a nova criação de Francisco Camacho.

    Tem participado em projetos performativos em colaboração com outros artistas.

    Em paralelo do seu percurso na dança, formou-se no IADE onde fez o curso de design gráfico e no AR.CO onde fez o curso de pintura, o curso avançado de artes plásticas e projeto individual. Enquanto estudante do AR.CO, foram-lhe atribuído as bolsas: Mary Espirito Santo Salgado e Madalena Lobo Antunes.

    Tem participado em exposições coletivas em Lisboa.

    O seu trabalho está representado na coleção Figueiredo Ribeiro e na coleção Fundação Carmona e Costa.

     

    www.anacaetano.com

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