• Pré-Pré0cupada – Acção Colaborativa

    On: 06/21/2018
    In: Cidade Pre0cupada, Oficinas
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    Oficina Aberta para Finalização das Bandeiras  | Open Workshop for the Conclusion of the Flags

     

    Imagem acao colaborativa prepreocupadaEsta Oficina aberta visa promover a envolvência dos habitantes e de todas as pessoas interessadas na participação colectiva da vida de Montemor-o-Novo e do Festival Cidade Pré0cupada. Compreende o uso de algumas técnicas de impressão como a serigrafia e o stencil no sentido de realizar bandeiras decorativas para o festival.

    Acreditamos que é importante que a comunidade em geral continue envolvida nos festejos e actividades da sua cidade, como vimos decorrer ao longo da historia e criar a decoração sempre foi uma das actividades que a comunidade assumia em conjunto. Convivendo, divertindo-se e aprendendo variadas técnicas num ambiente de partilha.

    Aqui fica o convite para um fim-de-semana de criação e de partilha.

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    This open Workshop aims to promote the engagement of the inhabitants and every one who is interested in participating in the Montemor-o-Novo environment and the Cidade Pré0cupada Festival. Encompass the use of some printing techniques such as screen printing and stencil in order to make ornamental flags for the Festival.

    We believe that it is important that the community in general continues to engage in the celebrations and activities of the city, as we have seen happening throughout history and creating the decoration has always been one of the activities in which the community would take part in a collaborative way. Interacting, having fun and learning various techniques in a shared environment.

    Here’s the invitation for a weekend of criation and sharing.

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  • Cidade Pré0cupada 2018

    On: 06/19/2018
    In: Cidade Pre0cupada
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    De 30 de Junho a 14 de Julho 2018

    Flyer A5 CP O evento propõe “ocupar” Montemor-o-Novo com diversas linguagens que cheguem tanto a novos públicos como à comunidade montemorense. Esta é uma oportunidade para dinamizar uma série de estruturas e equipamentos existentes na cidade, assim como para valorizar parcerias, a partir de diferentes manifestações artísticas, espelhando o legado que a Associação tem vindo a criar a partir da sua experiência de trabalho.

    O Evento estreia-se no dia 30 de Junho, na Casa Branca, uma localidade do concelho com tantas relações por explorar e repleta de casas prontas para receber novos projetos e habitantes. É aqui que se vão partilhar e testemunhar discussões, seguidas de uma mesa posta partilhada por todos e de um concerto de encerramento.

    Oficinas como a “Poster Expresso”, “Cada Casa Uma Casa”, “Saídas de Mestre” vão oferecer novos conhecimentos e práticas ao longo das duas semanas e a música vai ocupar as noites quentes de Verão com artistas como Jon Luz (CPV), Luca Argel (BR), Galgo (PT), Os Compotas (PT), Sculpture (UK), La Redada (MX) e DJ Marcelle (NL), entre outros. Ao longo destas duas semanas convidamos todos a participar em toda a nossa programação.

     

    Programa completo

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

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  • Casa Branca

    On: 06/19/2018
    In: Cidade Pre0cupada
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    white pdf-1 13.54.06-001Casa Branca – Cidade Pré0cupada

    A Casa Branca é uma localidade estereótipo da desertificação do Alentejo.

    Com um entorno vivaz, o sítio encontra-se numa vertente leve da Bacia do Sado, repleto de vida.

    Na realidade, a Casa branca está muito próxima do Centro, estando a uma hora de distância de Lisboa e a dez minutos de Évora, com tantas relações por explorar e repleta de casas devolutas, passíveis de acolher novos habitantes.

    Convidamos a participação de todos neste primeiro encontro “Pensar um Caso em Branco”, a realizar-se na Aldeia da Casa Branca no dia 30 de Junho, a partir das 16h.

    Tragam farnel para uma mesa posta partilhada por todos.

    Contamos com a vossa presença!

     

     

    Programa:

     

    16h-Passeio de “reconhecimento” pela Casa Branca: Hortas; Edificado; antiga Escola Primária

    Open Sound Lab (todo o dia)

    17h-Encontro “Pensar um Caso em Branco”
    Mesa Redonda, Associação Cultural Recreativa e Desportiva de Casa Branca

    20h-Mesa Posta, encontro dos cidadãos com o espaço público
    Um convite a Todos para trazerem alguma coisa de casa ou da sua horta para comer e beber, e juntos fazermos uma mesa farta e partilhada

    21h- Encontro de Violas Chico Lobo e Pedro Mestre (violas campaniça e caipira)

    Comer, beber, ensinar, aprender, trazer, levar, trocar, receber, dar, jogar, brincar, ouvir, contar, cantar, ver, pensar, usar, viver, habitar, participar, partilhar

    Do encontro entre pessoas sai a construção.
    Reunir afinidades e complementaridades para o início de um processo com novos modos de operar.


    The Casa Branca is a stereotyped locality of the desertification of Alentejo.

    With a vivacious surrounding, the place finds itself near the Bacia do Sado, full of life.

    In fact, Casa Branca is very close to the Center, being one hour away from Lisbon and ten minutes away from Évora, with so many relationships to explore and full of available houses ready to welcome new inhabitants.

    We invite you to participate in this first meeting “Pensar um Caso em Branco”, taking place in Casa Branca Village on the 30th of June starting from 16h.

    Bring food for a shared table.

    Schedule:

    16h – “Recognition” walk through Casa Branca: Garden; Buildings; old Primary School

    Open Sound Lab (all day)

    17h-Meeting “Pensar um Caso em Branco”
    Round Table, Associação Cultural Recreativa e Desportiva de Casa Branca

    20h-Ladened Table, the meeting of the citizens with the public space.
    An invitation to everyone to bring something from home or from the garden to eat and drink, and together have a hearty and shared table

    21h- Encontro de Violas Chico Lobo e Pedro Mestre ( campaniça and caipira guitars)

    To eat, to drink, to teach, to learn, to bring, to take, to exchange, to receive, to give, to play, to listen, to tell, to sing, to see, to think, to use, to live, to participate, to share.

    From the meetinf between people comes construction

    From the meeting between people comes construction
    Gather affinities and complementarities for the beggining of a process with new ways to operate.

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  • Exposições de Liliana Velho aos olhos de Gerbert Verheij

    On: 07/13/2017
    In: Cidade Pre0cupada, Exposições, OCT
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    “Como habitar um corpo sem órgãos”
    “Memórias de uma Clavícula”
    Exposições de LilianaVelho Li
    Oficinas do Convento / Galeria Municipal de Montemor-o-Novo
    Festival Cidade PreOcupada, Junho-Julho 2017

    “Na Oficinas do Convento, ao fundo do claustro, pendura-se um corpo sem órgãos. Ficou só o contorno dos membros, desenhados a cerâmica. Um rosto de sono tranquilo contempla – de olhos fechados – um céu branco de estrelas azuis: são dezenas de pequeníssimos pratos vidrados que cintilam contra o branco deslavado dum arco do claustro, sob os quais se aninha um discreto assento, propício para a meditação ou o namoro.
    Os órgãos, conta-nos a Liliana num texto levemente trocista, foram abolidos; o corpo deles se desfez em busca de outras formas de sentir e viver. Libertou-se da escravidão de rins, fígado, pulmões, bexiga, olhos e cérebro, guardando – já lá vamos – só o coração.
    A revolta do corpo, e também do coração, regista-se na Galeria Municipal. Lá a Liliana mostra uma sequência de pequenos poemas em cerâmica – historietas, anedotas, relatos da vida de um corpo em busca de … algo. Algo, talvez, que substituiu a rotina dos órgãos, a coscuvilhice dos ossos.
    Há cabeças, geralmente a dormir, negros ovários ou bacias em metamorfose, pés grandes ou pequenos como se fossem carcaças descalçadas, clavículas tagarelas, e também corações espetados, corações em flor, corações feitos de retalhos amassados em todas as cores do barro. E há outras histórias mais complexas: uma espécie de rapunzel de cabelo atado abraça duas ânforas no lugar do coração; outra figura segura a cara nas mãos enquanto pisa o coração; duas mãos de ásperas luvas sem dedos manuseiam o que parecem pulmões ressequidos; a mesma forma aparece atrás de uma grade, presidida por uma cara que me evoca a tristeza do palhaço; um corpo esvaziado – lá dentro ficaram só umas flores secas – segura a cabeça nos braços, penteando o cabelo, sob um firmamento de pentes que pode ser sonho ou ameaça … Há uma bailarina em queda, um rosto que espreita por cabelo feito tronco ou gruta, um velho com corpo de menina, uma escada que sobe pelas virilhas ao umbigo.
    Parece que a Liliana vai recolhendo todas estas pequenas e secretas histórias e as faz dela. Uma obra faz de auto-retrato: é um corpo-armário que guarda pequenas cópias da obra já feita (os pés e as mãos, os seios sem corpo, a cabeça que derrama fios de lã pelos olhos, os estranhos animais que sempre povoam as margens do seu mundo). Recordações e trastes que traz dentro de si, obras que fazem de órgãos e sentidos, encaminhando sensações e sentimentos.
    Volto então ao coração e à busca do que falta. É difícil de explicar esta certeza intuitiva de que não é só – como diz a artista no texto da sala – um corpo desfeito em paisagem ou cenário de fragmentos, mas também um corpo-memória, um corpo que se enfrenta ou mergulha numa suave carência. Talvez tem a ver com todos os corações presentes e ausentes. Há algo de ansiedade feita nostalgia.
    Na parede de fundo, uma surpresa nesta paisagem de doce desolação: dois mãos se juntam, mas nem são iguais, nem agarram só o vazio. Os contornos de dois corpos completam-se, fazem ninho por baixo de um cobertor, dão lugar a que os corações se multiplicam. ”

    Gerbert Verheij

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  • Territórios Temporários

    On: 06/30/2017
    In: Cidade Pre0cupada, Residências
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    Territórios Temporários

    performance | convento de S. Francisco | 2 julho | 22:00

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    performance e exposição | convento de S. Francisco | 2 julho até 9 Julho 

    Territórios Temporários é um espaço de intervenção sonora e aural num contexto específico de cidade ou lugar, que propõe um conjunto de eventos de escuta, no âmbito da “network performance”, de caráter performático e de instalação.

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    Esta iniciativa propõe a criação e exploração da ideia de “territórios temporários” enquanto espaços de intervenção sonora e aural num contexto específico de cidade ou lugar, que resultará num conjunto de eventos de escuta de caráter performático e de instalação.
    Um projeto que procura reforçar e aprofundar uma investigação alargada em torno das possibilidades que interfaces de suporte digital trazem para o campo da difusão sonora e da escuta enquanto ato performativo.
    Músicos, compositores e artistas sonoros são convidados a recriar “territórios temporários”. Num primeiro plano, físico, através da distribuição de vários pontos de emissão/recepção áudio ligados numa rede online centralizada; e num segundo plano, digital, extrapolando múltiplas configurações e trajetórias entre som e território.
    A prática artística propõe a articulação entre a infraestrutura digital desenvolvida e o contexto territorial em que esta se insere, nas dimensões da paisagem sonora, da arquitetura aural e da instrumentação musical, explorando metodologias e estratégias de improvisação e composição, cruzando música e artes sonoras.
    Procura-se, assim, desafiar as relações entre som, espaço e tempo, e a articulação e agenciamento que criadores, com recurso à infraestrutura criada e ao contexto específico onde decorre a prática, possam estabelecer entre elas, dando corpo a um conjunto de eventos artísticos no âmbito da “network performance”.
    Conta com um programa público que vai ter lugar nas cidades de Lisboa, Montemor-o-Novo e Porto, composto por dois ciclos de performances e instalações realizada por um conjunto de artistas convidados e duas oficinas, que procuram abrir a discussão e desafiar a experimentação do software desenvolvido.

    Territórios Temporários dá continuidade a uma prática de experimentação iniciada em 2015 com o projeto MATRIZ, de onde resultou o desenvolvimento de um software colaborativo de música em rede e a sua aplicação através de um conjunto de concertos, levados a cabo por um ensemble de músicos distribuído entre três cidades (Porto, Montemor-o-Novo e Lisboa).

     

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  • “Ar no Mar”

    On: 06/30/2017
    In: Cidade Pre0cupada
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    Ar no Mar

    cinema | convento de S. Francisco | 2 julho | 18:00

    ar no mar

    Um poema VISUAL. As relações entre o pensamento artístico da escultora Virgínia Fróis, e uma comunidade de oleiras, mulheres, em Cabo Verde, no pequeno lugar de Trás di Munti, na Ilha de Santiago.

    O mar, o céu e o azul que nos une.

    Obra “AR NO MAR”

    “…o errante, o que já não é viajante, nem descobridor, nem conquistador, procura conhecer a totalidade do mundo e sabe já que nunca conseguirá fazê-lo – e que é aí que reside a beleza ameaçada do mundo”

    Edouard Glissant in Poética da Relação

    Edouard Glissant fala-nos de uma linha de grilhetas no fundo do mar, uma rota feita com vidas afundadas. Brancusi no Monumento Tîrgu-Jiu (1938) lembra os mortos da 1ª Guerra, tornando presente para todos esse acontecimento em defesa do Rio Jiu.

    Hoje assistimos aos desastres no mar, náufragos sem ar para respirar, homens sem direitos e a deportação de emigrantes da Europa.

    O trabalho parte do modo de fazer da olaria, os potes para água como uma ideia/contentor uma forma circular em rotação. Criamos tubos para o ar no mar, contentores/coluna, formas que se abrem e fecham gerando um movimento em espiral infinito ligando o submerso e o emerso, um Axis mundi.

    Em Janeiro do ano de 2014, durante aproximadamente um mês, a comunidade de oleiras de Trás di Munti, participou, numa iniciativa de carácter artístico, com a escultora Virgínia Fróis. O resultado desse encontro foi a criação de uma série de peças, que ao serem empilhadas resultam no conjunto escultórico, Ar no Mar.

    Realização: Pedro da Conceição
    Sonoplastia e banda sonora: João bastos

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  • Alface em Flagrante II

    On: 06/30/2017
    In: Cidade Pre0cupada, Oficinas
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    oficina | oficina da criança | 3 e 4 julho | 15:00 às 18:00

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    Oficina de criação de cenários para cinema de animação
    Formadora: Alexandra Rato

    Durante 2 tardes, a Oficina da Criança recebe o ALFACE EM FLAGRANTE, uma oficina dirigida por Alexandra Gonçalves, que consiste na construção de cenários para cinema de animação, a partir da leitura de contos do escritor Alface, sendo a leitura dinamizada por um técnico da Biblioteca.

    Público alvo: dos 6 aos 16 anos
    Nota: máximo de 12 participantes; participação livre e gratuita, sem inscrições

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  • Novas Ferramentas para trabalhar em rede

    On: 06/30/2017
    In: Cidade Pre0cupada, Oficinas
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    formação | biblioteca municipal e casa das Associações | 4 julho

    CARTAZ - ENCONTRO FINAL

    4 julho
    14:30 – Novas ferramentas para trabalhar em rede – Acção de formação
    Casa das Associações

    Organização: Marca-ADL

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