• Instrumentos Utópicos

    On: 06/26/2019
    In: Cidade Pre0cupada, Oficinas
    Views: 0
     Like

    Oficina Instrumentos Utópicos

    15 a 19 de Julho | 10:30h-12:00/14:00h-18:00h

    Montemor-o-Novo

    Oficina da Criança

    oficinasonoscopiaOs Instrumentos Utópicos são um conjunto de instrumentos, fontes sonoras e dispositivos electroacústicos que têm como ponto comum a mediação entre as novas possibilidades de composição electroacústica e a performance musical.  Os Instrumentos Utópicos procuram também realçar objectos e sons incomuns, capazes de responder a várias problemáticas de expressividade e interação que surgem na utilização de novos instrumentos e interfaces em contextos musicais electroacústicos.

    Coordenação: Sonoscopia – Gustavo Costa, Henrique Fernandes e Alberto Lopes

    A Sonoscopia é uma associação para a criação, produção e promoção de projetos artísticos e educacionais centrada nas áreas da música experimental, na pesquisa sonora e nos seus cruzamentos interdisciplinares com a literatura, dança, teatro e artes visuais. Desde a sua criação, em 2011, a Sonoscopia produziu mais de 500 eventos, criações artísticas, atividades pedagógicas e publicações em cerca de 20 países europeus, Estados Unidos, Líbano, Brasil, Japão, Emirados Árabes Unidos e Tunísia. A Sonoscopia também dispõe de um espaço físico localizado no Porto, onde vários pequenos estúdios estão equipados e preparados para a concepção e produção de trabalhos criativos e científicos. A Sonoscopia providencia também um espaço para residências e apresentações informais, tendo acolhido centenas de artistas de todo o mundo. www.sonoscopia.pt

    + informação
  • Exposições Permanentes

    On: 06/26/2019
    In: Cidade Pre0cupada, Exposições
    Views: 0
     Like

    Exposições Permanentes Casa Branca

    expoCB

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

    Não Há Casos em Branco

    Cooperativa Integral Minga

    Exposição de arquivo de memórias de Casa Branca

    Ao longo de 10 semanas, recolhemos dados para a construção duma exposição sobre o que é Casa Branca (como mote para pensar o que poderá ser), especialmente focado nos lugares comuns, memórias, histórias, costumes, pessoas e a relação com a linha ferroviária. Fotografias, cartas, mapas e ainda dispositivos interactivos que permitem a contribuição dos visitantes.

     

    Gabinete de Curiosidades

    Oficinas do Convento

    Um Gabinete de Curiosidades é um lugar de concentração de experiências, combinações improváveis, de reunião e colecção, de contemplação e de desconhecido. Este Gabinete de Curiosidades da Oficinas do Convento é a recolha de vestígios dos projectos decorridos em 2018, mas não só. Mais do que apresentar o resultado das diversas residências, concertos, projectos gráficos, instalações e eventos, observamos os vestígios, protótipos, experiências e erros empreendidos no processo de concretização desses projectos. Reunimos peças de uma máquina em construção, feita de materiais e formas díspares, cores complementares e colagens improvisadas. Esta configura um lugar e um tempo em movimento, vagamente esquizofrénico na multiplicidade, linguagens, tecnologias e objectivos. Nos espaços atípicos e assimétricos do Convento de S. Francisco, do Telheiro da Encosta do Castelo, dos antigos Lavadouros públicos e do Laboratório de Terra encontramos o plural, o multifacetado e o colorido, pois todos os projectos são desenvolvidos por pessoas e grupos diversos, mais ou menos fixos, ora de locais e artistas próximos, ora de pessoas vindas do outro lado do mundo. É nesta mistura de experiências que tudo se unifica. É no frenesim da curiosidade insaciável, na vontade de explorar possibilidades, de ver com outros olhos e sentir de outras maneiras que procuramos um sentido para existirmos todos juntos, aqui. Esta exposição é por isso um reflexo deste Todo, desta máquina movida com tantas mãos, de quem se encontra para explorar, experimentar e partilhar um processo de descoberta e improviso. O trabalho da Oficinas do Convento é desde sempre feito por toda uma mescla de artistas, músicos, técnicos, especialistas de todas as áreas e entusiastas de outras mais e concentra-se em proporcionar oportunidades e condições de trabalho nestes domínios, oferecendo, não só um espaço de exposição, apresentação e discussão de ideias mas também uma Oficina onde tudo se pode realizar.

     

    FOme X La Plus Petite Galerie du Monde au Portugal

    Inkubator

    Uma galeria em papel e a mais pequena galeria do mundo em Portugal juntam-se para ocupar a Pre0cupada, trazendo consigo cavalaria pesada repleta de artistas emergentes e radicalismos de veludo. Estes dois projectos distintos e irmãos ao mesmo tempo, encontram-se frequentemente e descomprometidamente em Palmela, apaixonados pela nova estação de arte Inkubator Portugal, propondo duas esposições de arte: um gabinete de curiosidades da Revista FOmE, que nele contém os artistas dos dois primeiros volumes da revista e La Plus Petite Galerie du Monde au Portugal curada por Inkubator e comprimida em caixas de fruta de madeira, onde cada caixa representa um artista/colectivo.

     

    Trespasse

    Pó De Vir A Ser

    É uma exposição de esculturas em pedra de Pedro Fazenda, textos e ideias  de Mariana Mata Passos, produzida pela Associação Pó de Vir a Ser –  Departamento de Escultura em Pedra.

     

    Chryso

    Shammaes

    O duo artístico Shammaes (composto pelos irmãos Michalis Shammas e Demetris Shammas) vai criar um projecto que mistura o contexto arquitectónico do espaço escolhido com a sua própria intervenção criativa numa experiência audiovisual coerente. Ao trabalhar com uma vasta gama de ferramentas que incluem mecanismos cinéticos, manipulação de som e luz, design de algoritmo e composição, como também o uso de materiais simples como a areia ou a água, o projecto vai tentar criar uma atmosfera de um tempo distorcido e um sentimento de emoção suspensa. A experiência vai explorar matérias como o balanço e interferência entre os ritmos artificiais e naturais, e uma complexidade envolvente através da repetição e sobreposição.
    Este trabalho realizado pelo Shammaes combina o contexto artístico dos dois autores, juntando, por um lado, as ferramentas do som e os mecanismos, e por outro, o design algorítmico e os media digitais. ao mesmo tempo que tenta satisfazer a procura comum do “natural” através do uso de tecnologia.

     

    Nas Entre[Linhas]

    Rodolfo Pimenta

     

    Fim do Fim

    Alma d’Arame e CIA. João Garcia Miguel

    Fazer arte hoje é contaminado por quê?
    Como sempre pode ser a vaidade o seu pedestal ou as perguntas, as dúvidas e os anseios.
    Tudo isso são forças invisíveis partilhadas pelo artista quando sobe ao palco e debaixo da luz e em confronto com os olhares dos outros, move o gesto e fala. Seja o palco, um livro, uma guitarra ou uma pedra de onde nasce a flor. O artista situa-se e afunda-se entre dois buracos. Um buraco para trás e outro buraco para frente. O artista no
    meio ascende ou afunda-se. Um olhar para fora e outro olhar para dentro. Um escutar do mundo e outra escuta do corpo. De dentro o artista recebe mensagens físicas, tremores, abalos, reflexos dos seus múltiplos e labirínticos mundos interiores. Do lado de fora é confrontado com lutas, combates, forças, apelos, ideias estranhas e estrangeiras, o desejo de ser muitas e todas as coisas num instante estendido tempos afora. Estes dois buracos conferem ao artista uma condição de vivência sobre a vertigem que fere a carne e a divide. É nele, no artista e nas suas impossíveis feituras químicas das solidões que o milagre surge.
    Ao começar este trabalho sobre o Fim do Fim, AMÂNDIO ANASTÁCIO & JOÃO GARCIA MIGUEL desceram as escadas das suas obras e assumiram cruzar capacidades. O tema — além das muitas ramificações possíveis que se ergueram — dito de forma sintética é a tensão entre o mundo herdado — do qual se sentem responsáveis —
    e o mundo que sonham para com o qual sentem responsabilidades.
    Pode conter a arte propósito de educação — ainda que seja do ser — que não empobreça a sua autonomia criadora? Que não retalhe a indeterminação necessária para o agir artístico. A educação para os antigos filósofos, foi acima de tudo um exercício para o saber viver em comunidade, uma convivência forçada e desejada em busca de um valor
    em comum que elevasse as condições da vida. O combate para elevar o ser acima do buraco — que é como quem diz o ego individual — era um objectivo nobre e comum. Sobretudo, porque tinha uma componente ética maior. Ou seja, a tensão entre o individual e o colectivo era prioridade. Continha uma responsabilidade individual para com os outros baseada no respeito mútuo, que instaurava a harmonia e preservava a dignidade. Era uma luta permanente do ser.
    Entre a sua natureza e o gesto que exprimia a relação com o outro.
    Em termos actuais pode-se transferir esta luta entre o natural inscrito no corpo e a natureza do nosso ser social.
    As nossas naturezas. A natureza natural e a natureza social.
    Somos acima das coisas dos dias o prolongado tempo desta vivência num planeta que envia sinais visíveis e invisíveis de doença física e moral. Pode a arte agir neste campo da educação moral e social, afastando a ideia de fim das coisas?
    De um fim que nos assalta e contamina tudo à nossa volta. Os objectos são feitos com um fim anunciado — uma obsolescência programada. Uma morte anunciada e programada. Aos poucos tornamos tudo em objectos obsolescentes. O mundo, a vida, a humanidade, as coisas. Vivemos para consumir e ser consumidos
    escravos de omnipotente senhor ausente.
    O fim é um trampolim, um conceito que nos desresponsabiliza. O fim de todas coisas é aceite de forma leve e inconsequente. Com a ilusão alegre de que a seguir ao fim há sempre um objecto novo e um recomeço. Este fim do fim é doença. Chaga na memória. Um esquecimento de tudo. O fim do fim é o fim de todas as coisas, sucessivamente
    e em catadupa. É uma qualidade que nos liberta do medo e levanta véus.
    Vivemos de um modo convencionado em que o sucesso se afastou do desenvolvimento do carácter e levantou o fim das coisas como um muro entre o que somos e o buraco que cresce por debaixo dos pés. O mundo que construímos é um buraco onde nos introduzimos. Há um buraco dentro e fora de nós que cresce sem cessar. Afundamo-nos como crianças enredadas em poesia enlouquecedora.
    Falhamos a vida.

     

    Trielo

    Tiago Fróis

    Do Spaghetti Western de Sergio Leone The Good, the Bad and the Ugly surge o momento de desempate crucial a 3 que aqui congelo através de um loop na criação de um espaço e tempo de tenção, como uma eterna pausa.

     

    O Desenho nas Paredes

    Renata Bueno e Susana Marques

    Uma sala vazia, paredes descascadas, tintas que racham, manchas que insinuam.

    Durante um dia, as artistas – Renata Bueno e Susana Marques – estarão presentes ouvindo o espaço e desenhando com ele, em intervenções de linhas e massas que, em consonância com a fala do espaço, figurem.

    Dar forma, escrever nas paredes, atentas as marcas de outros e do próprio tempo. Quem por lá passar encontrará o processo.

    O registro fotográfico dará conta de revelar o antes e o depois.

    + informação
  • Heritales – Internatinal Heritage Film Festival

    On: 06/26/2019
    In: Cidade Pre0cupada
    Views: 0
     Like

    Cinema Heritales – Internatinal Heritage Film Festival

    18 de Julho | 21:30h

    Casa Branca

    Palco Freixo

    heritalesO CineClube & Fimoteca Municipal de Montemor-o-Novo em parceria com o Festival Heritales, associam-se este ano às Oficinas do Convento e ao evento, Pre0cupada com o intuito de levar o cinema à Aldeia de Casa Branca.

    Qual a importância de um olhar, qual o interesse de reflectir e questionar as ideias de património de herança e de identidade. O que queremos como futuro. Estas são algumas das perguntas que nos surgem quando encontramos lugares como a Casa Branca. Lugares construídos para funções especificas, lugares que foram habitados, que foram vividos e deixaram memórias, agora esquecidos e perdidos na sua insignificância, perante as necessidades da sociedade actual. Contudo um novo olhar e uma nova percepção, em conjunto com a vontade de fazer acontecer, redescobrindo necessidades em detrimento da inutilidade e da apatia, resulta no renascimento, na reinterpretação de espaços e gentes, de funções e memórias para transformar o que ilusoriamente parece condenado ao fim, numa nova possibilidade de vida.
    É com esta ideia na cabeça e coração, que exibiremos filmes. Com o propósito de inspirar a comunidade exactamente para essa luta contra a desertificação, contra o abandono, contra o baixar dos braços perante a inverosímil possibilidade de vitória da vontade e do esforço colectivo. O cinema é também uma forma de luta, de passar a mensagem, de contribuir, mudando para melhor as nossas vidas, e os lugares por onde passamos.
    Se a cantiga é uma arma de intervenção, o cinema é a acção que a complementa.

    LUSITANO CLUBE 111 ANOS E 10 DIAS  40 m

    de Nuno Gervásio, Ricardo Reis (Portugal)

    Trailer

    Documentário que regista os últimos 10 dias de atividades do Lusitano Clube de Alfama, Lisboa. Chegou o dia que se temia: ao fim de 111 anos de existência, um dos mais antigos e emblemáticos clubes da cidade, foi obrigado a fechar portas. O edifício está vendido e será transformado em apartamentos de luxo. Neste documentário, sabemos mais sobre a história e relevância social da associação pela voz de sócios, ex-presidentes e população do bairro; registamos o último dia do clube, uma noite de Carnaval que se quis de festa memorável. Partimos deste caso concreto, observamos e questionamos uma Lisboa em mutação. Que Lisboa é esta e que cidade vamos ter no futuro para os que a habitam e a visitam?

    image.png
    Raízes 8 m aprox.
    de João Bonaparte Figueira
    Numa pequena aldeia do Seixal, Paio Pires, encontramos vestígios de tempos que se foram há muito. É o caso do cinema de S. Vicente, localizado na rua principal, que, apesar de remodelado, ainda conserva a mesma arquitetura de quando foi construído na década de 1950 pelo empresário Manuel Bonaparte Figueira. Natural de Cabo Verde, da ilha de nome que viria a batizar o cinema, emigrou com a família para Lisboa aos sete anos, após a morte prematura do pai. Cem anos depois da chegada do meu bisavô em Lisboa, decidi procurar e desvendar o legado metafísico deixado por ele. Com o meu tio-avô José Bonaparte Figueira, fiz uma viagem que atravessou épocas, culturas e nacionalidades.
    Cineclubismo na BF 20 m
    de Carol Vilamaro
    Na Baixada Fluminense, grupos culturais independentes iniciaram um movimento de cinema que leva o cinema ao espectador. Por mais de uma década, esses clubes de cinema têm um papel enorme na educação social das regiões dos subúrbios e no início de um diálogo para mudar o dia-a-dia dessas cidades. Este documentário mostra o papel de seis dos principais cinemas da Baixada Fluminense; Cineclube Mate com Angu, de Duque de Caxias; Cineclube Buraco do Getúlio, de Nova Iguaçu; Cineclube Donana, de Belford Roxo; Cineclube Cinema de Guerrilha, de São João de Meriti; Cineclube Xuxu com Xis, de Austin; e o Facção Feminista Cineclube, de Duque de Caxias. Esses clubes de cinema levam filmes a praças, bares, escolas e onde mais há um lugar para mostrar. Promover os clubes de cinema é preservar a possibilidade de se reunir, de se relacionar com o outro e o prazer de compartilhar e motivar as pessoas.
    image.png
    A Saltar Muralhas 26 m aprox.
    de Grazie Pacheco
    A Saltar Muralhas é o primeiro documentário do projeto JANELAS DA MEMÓRIA. O projeto que intenta fomentar a preservação do patrimônio cultural, considerando o lugar como cenário de acontecimentos. Une memória ao registro documental afim de facilitar a elucubração dos processos sociais. Realizado em Elvas, dentro do Festival A Salto, esse primeiro documentário conheceu pessoas da pequena comunidade e pôde interagir com artistas de manifestações diversas.
    image.png
    + informação
  • Serigrafar um Livro

    On: 06/26/2019
    In: Cidade Pre0cupada, Oficinas
    Views: 0
     Like

    Oficina Serigrafar um Livro

    19 e 20 de Julho | 10:00h-13:30h/15:00h-18:30h

    Casa Branca

    Escola Primária (Lado Masculino)

    oficinaserigrafarlucasComo fazer um livro impresso em serigrafia? Com uma folha de papel 50x70cm faz se um livro de 32 páginas com 12x16cm.

    Este livro vai ser feito em conjunto com participantes começando no desenho de pré-impressão, paginação, impressão, e por fim, encadernação.

    + informação
  • O Desenho nas Paredes

    On: 06/26/2019
    In: Cidade Pre0cupada, Exposições
    Views: 0
     Like

    Acção + Exposição O Desenho nas Paredes

    19 de Julho | 10:00h

    Casa Branca

    Casa 5

    desenhonasparedesUma sala vazia, paredes descascadas, tintas que racham, manchas que insinuam.

    Durante um dia, as artistas – Renata Bueno e Susana Marques – estarão presentes ouvindo o espaço e desenhando com ele, em intervenções de linhas e massas que, em consonância com a fala do espaço, figurem.

    Dar forma, escrever nas paredes, atentas as marcas de outros e do próprio tempo. Quem por lá passar encontrará o processo.

    O registro fotográfico dará conta de revelar o antes e o depois.

    + informação
  • Não Há Casos em Branco

    On: 06/26/2019
    In: Cidade Pre0cupada, Exposições
    Views: 0
     Like

    Inauguração da Exposição Não Há Casos em Branco

    19 de Julho | 17:00h

    Casa Branca

    Escola Primária (Lado Feminino)

    naohacasosembrancoExposição de arquivo de memórias de Casa Branca

    Ao longo de 10 semanas, recolhemos dados para a construção duma exposição sobre o que é Casa Branca (como mote para pensar o que poderá ser), especialmente focado nos lugares comuns, memórias, histórias, costumes, pessoas e a relação com a linha ferroviária. Fotografias, cartas, mapas e ainda dispositivos interactivos que permitem a contribuição dos visitantes.

    + informação
  • Toma Lá Jazz!

    On: 06/26/2019
    In: Cidade Pre0cupada, Concertos
    Views: 0
     Like

    Concerto Toma Lá Jazz!

    19 de Julho | 18:00h

    Casa Branca

    Escola Primária

    tomalajazzToma Lá Jazz! , é nome do combo da Associação Ofício das Artes – Escola Profissional de Montemor-o-Novo, formado pelos alunos do 1º do Ano Curso Profissional de Instrumentista de Jazz.

    Este concerto visa a criação e promoção da música jazz a novos públicos e a oportunidade deste combo de alunos realizar concertos ao vivo.

    A Ofício das Artes – Escola Profissional de Montemor-o-Novo, iniciou o seu trabalho em 2015 e desde aí tem sido representada pelos seus alunos nas mais diversas iniciativas a nível local e nacional.

    Os músicos ocupam o palco e em pleno Alentejo, o Jazz acontece!

    + informação
  • Construir um Formigueiro

    On: 06/26/2019
    In: Cidade Pre0cupada, Oficinas
    Views: 0
     Like

    Oficina Construir um Formigueiro

    19 de Julho | 18:30h-20:00h

    Casa Branca

    Escola Primária (Lado Masculino)

    formigueiroSempre quiseste saber o que fazem as formigas com comida que roubam lá de casa? Saber o que acontece lá bem dentro do formigueiro, longe os olhos dos curiosos?
    Vem aprender a construir um formigueiro simples para poderes ter a tua colónia de formigas e observar a sua vida secreta.

    + informação