• Lançamento do Livro e Filme “20 Anos de Oficinas num Convento” e Leilão de Arte com Prova de vinhos

    On: 11/24/2017
    In: Noticias, OCT, Outros Eventos, Publicações
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    cartaz-leilao16 Dezembro 2017 – Quinta da Plansel

    A Oficinas do Convento comemora no ano de 2017 o ser vigésimo aniversário e a titulo comemorativo convidamos todos a estarem presentes no dia 16 de Dezembro na Quinta da Plansel em Montemor-o-Novo

    Programa:

    14:30 – Visita à Colecção de Arte da Plansel, dirigida pelo colecionador Jorge Bohm.
    A Adega Plansel possui uma coleção de arte de formas modernas, incluindo trabalhos de Joseph Beuys, Gerhard Richter, Markus Luppertz, Michael Buthe, Jörg Immendorf, Friedensreich Hundertwasser, Bem Williken entre muitos outros. 

    15:30 – Lançamento do livro e filme “20 Anos de Oficinas num Convento”

    Filme: Realização Pedro Grenha, Rodolfo Pimenta e Rui Cacilhas

    Livro: Edição/Design Joana Torgal, Revisão Sandra Coelho, coordenação Oficinas do Convento

    16:15 – Leilão de Obras de Arte com Prova de Vinhos

    O Leilão será intercalado com prova dos vinhos da Adega Plansel. As obras pertencem a artistas colaboradores da Oficinas do Convento e prova de vinhos conduzida pela equipa da Plansel.

    Participação GRATUITA em todas as actividades

    (no local não existe multibanco pelo que solicitamos que vão preparados para o leilão!)

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  • “Jorge Calado na Oficinas do Convento” por Gerbert Verheij

    On: 11/22/2017
    In: Conversas, Noticias
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    _MG_8139“No dia 21 de Outubro Jorge Calado – coleccionador e crítico de fotografia, entre muitas outras coisas – esteve nas Oficinas do Convento, trazido por José M. Rodrigues para uma conversa à volta da luz. Literalmente: o público assistiu na penumbra à volta de uma mesa iluminada, onde se amontoavam fotografias que ao sabor da conversa iam saindo do seu invólucro de plástico-bolha.

    A vida de Jorge Calado, já quase octogenário, junta um currículo científico muito relevante a um persistente interesse pelas artes, com uma predilecção especial pela fotografia. Como recordou o próprio, começou a coleccionar esta arte na primavera de 1980, em Nova Iorque, quase ao acaso: foi seduzido pelas obras de Robert Mapplethorpe, soube da sua galeria e lá comprou a sua primeira fotografia. José M. Rodrigues, na sua breve apresentação, insistiu na singularidade da colecção de Calado, construída na senda destes acasos e encontros com o gosto próprio por único critério, e que no entanto contempla todas as fases da história da fotografia.

    O conversante ia mostrando algumas que trouxe “lá de casa” – Walker Evans, Nicholas Nixon, Brassaï, Gérard Castello-Lopes, André Kertész, William Henry Jackson, Vivian Maier… Pelo meio do festim visual falava da fotografia, da ciência, de gostos e desgostos. O que o atrai na fotografia é que (falamos da fotografia analógica) de todas as artes é a mais próxima à vida: nasce, revelando-se na penumbra por um processo químico, envelhece, amarelando, descolorando, até desaparecer, morrendo. São coisas vivas, e por isso Calado prefere as imagens vintage (originais feitos perto do momento da revelação, que se distinguem de impressões posteriores a partir dos negativos), não por que são mais raras mas porque têm idade, rugas, descoloração, marcas de uso, história.

    Já para o fim Calado deixou uma pista para a secreta ordem que rege a sua colecção, e para a relação que ele próprio forjou com a fotografia: gosta de ser seduzido pela imagem, de ser surpreendido, e foi desde este desejo que nos falou da mais democrática e liberal das artes.”

    por Gerbert Verheij, publicado no jornal Folha de Montemor, Novembro 2017

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  • “Sonosculturas na Galeria Municipal” por Gerbert Verheij

    On: 11/22/2017
    In: Exposições, Noticias, Oficinas, Residências
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    _MG_8333Sonosculturas na Galeria Municipal

    “Durante duas semanas, dois ruidosos animais de cerâmica davam as boas-vindas aos visitantes da Galeria Municipal. Resgatados (ou raptados) de um dos pacatos canteiros do claustro do Convento de São Francisco, foram dotadas de alto-falantes no lugar das cabeças. Reproduziam com súbitas vibrações sons surpreendentes (tratava-se de gravações de uma ripa de madeira tocada com arco de violino). Lá dentro, a exposição – que ocupava todos os espaços da galeria, sem desdenhar a casa de banho ou o vão-de-escada do bar – rapidamente nos envolvia. Logo à entrada, uma instalação colectiva de paralelepípedos metálicos movidos a ventoinhas, velhos gira-discos e pedras produzia algo como um lento banho de imersão sonora. Ao lado, fitas magnéticas fustigavam um balão de bomba de água, uma grande roda fazia incessantemente o seu caminho por um círculo de areia e, por artes de magnetismo, um montinho de tinta de toner (que é magnética) ecoava o mesmo movimento circular numa folha suspensa. Cada som – a trituração da areia, a agitação de fitas, o embate de metal é captada por microfones de contacto e amplificado, elevando estes ruídos à partida banais ao domínio do som. No jogo entre a tecnologia – os fios e cabos, as amplificadoras e mesas de mistura, motores – e materiais muitas vezes obsoletos, sobras ou restos que sempre carregam um pouco de memória de vida prévia, o som ganhava espessura e presença, ocupando o espaço como se também tivesse a sua própria materialidade.

    Seguiam-se mais instalações: peças gémeas que tagarelam entre si, água que cai e borbulha, pequenas telhas que tremulam sobre madeira, walkie-talkies sobre rodas de oleiro que ora se aproximam e afastam, produzindo uma sinfonia em feedback, peças que dançam, embatem ou rolam… Uma peça para tocar, espécie de bateria caseira feita de panelas com água, fez as delícias dos mais pequenos (e não só). Todas estas peças foram o resultado de uma oficina dirigida por Nuno Rebelo nas Oficinas do Convento. Musico e artista de currículo impressionante (fez, entre muitas outras coisas, o hino do Expo ‘98), conta que desde sempre se interessou em aumentar a “paleta” dos sons com que se pode fazer música. A música pode definir-se, diz, como a “arte de articulação dos sons”. As “sonosculturas” ligam este repertório sonoro expandido a uma incursão pelo território das artes plásticas. A exposição mostra que é uma intersecção muito fértil.”

    por Gerbert Verheij  , publicado no jornal Folha de Montemor, Novembro 2017

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  • Exploradores Sonoros

    On: 11/21/2017
    In: Noticias, Oficinas
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    ECSClA Exploradores Sonoros é uma actividade que acontece desde 2013 sob a orientação de João Bastos (músico/compositor) e Lourdes Morillo (musicoterapeuta). Desde o inicio que a proposta da actividade é adaptada a diversos publicos tendo já acontecido tanto com jovens músicos, como com o público juvenil, infantil, idosos, ou pessoas com deficiencias várias. O público escolhido para este ano foi estudantes de música e grupo de teatro sénior acontecendo em dois locais – Ofiício das Artes (22 Setembro) e Universidade Sénior  (27 de novembro, 4, 11 e 18 de dezembro).
    A Exploradores Sonoros deste ano tem como objectivo abrir os horizontes da Física do Som (Oficio das artes) e promover a exploração musical e sonora (Grupo de teatro da Universidade Sénior).
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  • Encontro de Telheiros do Sul por Gerbert Verheij

    On: 11/15/2017
    In: Conversas, Noticias
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    Encontro dos Telheiros do Sul, em Montemor-o-Novo

    “No dia 4 de Novembro teve lugar, na Ermida de S. Pedro da Ribeira, um encontro dedicado aos telheiros, ou seja, unidades de produção tradicional de materiais de construção em cerâmica, como tijolos, tijoleiras e telhas, também designados por ladrilho, adobo, lambaz, etc. Com este encontro pretendia-se aproximar interessados e profissionais ligados à construção tradicional e ao património, promovendo a preservação e viabilidade de uma actividade essencial à preservação do património arquitectónico. É um primeiro fruto intercalar de um projecto de investigação do Laboratório de Terra das Oficinas do Convento, em Montemor-o-Novo, coordenado pela arquitecta Tânia Teixeira, que também moderou o encontro. No âmbito deste projecto foram inventariados onze telheiros em actividade no Alentejo e no Algarve, sem contar com o próprio Telheiro das Oficinas do Convento. Destes, seis estiveram presentes no encontro.

    No debate participaram, além dos mestres dos telheiros e outros interessados, a Dra. Ana Paula Amendoeira, da Direcção Regional da Cultura do Alentejo, e a presidente da Câmara Municipal de Montemor-o-Novo, Hortênsia Menino. As conversas foram férteis, e além do rico repertório de saber fazer que aflorou ao longo do diálogo – desde o forno à inglesa à produção de talhas para vinho – foi surgindo o panorama dos problemas que esta actividade enfrenta. Para além do carácter residual que, também economicamente, a produção artesanal ocupa dentro do sector de construção, eram sobretudo as crescentes barreiras de ordem burocrática que foram alvo de preocupação. A legislação vigente, com o louvável intuito de proteger a natureza e o ambiente, não toma em conta as diferenças de escalas entre produção industrial e artesanal. Assim dificulta ou impossibilita mesmo aspectos inerentes à actividade dos telheiros, desde a extracção do barro aos fogos e fumos dos fornos.

    Neste sentido, e apesar de toda a retórica sobre a valorização do artesanato e da produção local, as políticas adoptadas acabam, na prática, por favorecer a grande indústria, capaz de responder aos regulamentos, proibições e taxas impostas, enquanto torna o funcionamento dos telheiros cada vez mais difícil. Na investigação coordenada por Tânia Teixeira, os entraves legais foram identificados como um factor relevante no desaparecimento de um grande número de telheiros nos últimos dez anos. Na prática, os profissionais do ramo muitas vezes sentem que estão a trabalhar de forma meio clandestina, sempre com medo de uma queixa, multa ou ordem de fecho que ponha fim à actividade. E isto quando se trata não só de uma actividade residual, e por isso de pouco impacto ambiental, mas também de uma prática com valências ecológicas próprias que largamente o compensam, desde a redução do transporte pela produção local ao equilíbrio face aos recursos naturais, ou mesmo as próprias qualidades dos materiais produzidos em termos de energia incorporada, inércia térmica, reutilização e decomposição.

    Um caso bem ilustrativo da contradição política em causa é o dos vinhos de talha. Considerado em risco de extinção, está actualmente a ser promovido como património cultural imaterial. No entanto, este esforço não contempla políticas efectivas para conservar a técnica – incluindo telheiros, fornos e mestres – necessária para produzir as enormes vasilhas de barro em que este vinho é estagiado, e que podem chegar a ter mais de dois metros de altura. Já pouca gente as sabe fazer, e uma vez perdida será difícil recuperar esta arte. Os saberes tradicionais são complementares, e a perda de uns afecta os outros.

    Impõe-se, portanto, a valorização e protecção desta actividade, cuja perda poderá pôr em risco toda uma gama de produtos, saberes e práticas tradicionais que dela dependem, bem como as possibilidades de restauro do património com materiais adequados. Da parte dos representantes da administração presentes no encontro ouvimos sugestões prometedoras para contrariar a tendência actual. Esperamos que frutifiquem, e que, tanto a nível nacional quanto local, se vá fomentando a compreensão do valor patrimonial dos telheiros e valorizando o saber fazer das mãos do artesão.”

    Gerbert Verheij

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  • Connecting Creative Ecosystems – Documento síntese da Conferência

    On: 11/14/2017
    In: Noticias
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    A Conferência Internacional Connecting Creative Ecosystems promovido pela CIMAC aconteceu no dia 7 e 8 de junho de 2017 em Évora. O encontro contou com 25 oradores, oriundos de 12 países, como Bélgica, Holanda, Inglaterra, Marrocos, México, entre outros. E entre eles contou com o Tiago Fróis e com um almoço no Convento para todos os participantes.

    Está disponível o documento síntese da Conferência. Esta Conferência pretendeu desafiar o setor cultural e criativo e os decisores políticos do Alentejo Central para discutir aberta e informalmente terminologias (incluindo a da própria conferência), conceitos e práticas associadas ao fenómeno contemporâneo das indústrias culturais e criativas, aproximando contextos e escalas territoriais distintos numa atmosfera de abertura ao país e ao mundo. Por outro lado, constituiu uma oportunidade para troca de experiências e para promover a discussão e reflexão críticas.

    As sínteses agora apresentadas pretendem apenas ilustrar a qualidade e diversidade das ideias e posições em discussão assim como deixar algumas notas para reflexão futura.

     

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  • Encontro de Telheiros do Sul

    On: 10/31/2017
    In: Conversas, Exposições, Noticias, OCT
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    4 Novembro a partir das 10:00

    Ermida de S. Pedro da Ribeira e Telheiro da Encosta do Castelo

    Montemor-o-Novo

    Encontro-de-Telheiros-do-SulEste é um encontro dirigido a todos os interessados e profissionais ligados à construção e ao património, e pretende criar uma relação entre unidades de produção, clientes e entidades promotoras da conservação patrimonial no sentido de concertar estratégias para uma maior viabilidade destas actividades, essenciais à preservação de patrimónios.

    Durante o evento irão estar patentes mostras de documentação fotográfica e vídeo, materiais produzidos, documentação dos Telheiros e seus protagonistas.

    > Participação gratuita

    > Almoço sugeito a reserva para o os@oficinasdoconvento.com (10€)

     

     

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  • Conversas à Volta de Novos Paradigmas por Gerbert Verheij

    On: 10/31/2017
    In: Conversas, Noticias
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    No passado sábado 7 de Outubro teve lugar nova edição das já tradicionais “Conversas,” dedicada a “novos paradigmas.” Um memorável cozido à portuguesa em panelas de barro sobre lume dividia o programa numa manhã dedicada a três fazeres bem distintos e, pela tarde, a apresentação de três projectos de criação, programação e circulação. As conversas, com organização das Oficinas do Convento, foram moderadas pelo artista portuense Miguel Januário.

     

     

    _MG_7962De manhã, Alice Bernardo apresentou o seu projecto “Saber Fazer,” criado em 2011 e com sede em Matosinhos. Dedica-se à investigação, valorização, divulgação e também actualização de técnicas de produção artesanal e semi-industrial próprias do país. Impressionou pela forma como junta o rigor no registo e recuperação de técnicas antigas à insistência no conhecimento prática – o saber fazer – e, por esta via, na sua transmissão através de uma larga actividade pedagógica.

     

     

     

    Ferdinand Meier, engenheiro mecânico alemão com largas andanças por geografias tecnológicas mais _MG_7972alternativas (incluindo, claro está, as Oficinas do Convento), apresentou o presente e o futuro do desenho 3D e da fabricação digital. Levantou um pouco do véu sobre as matemáticas que estão por detrás das diferentes imagens digitais que já fazem parte do nosso dia-a-dia, tornou termos como “polygon mesh,” NURBS ou “Voxels” um pouco menos exóticos para o leigo e anotou desenvolvimentos recentes que prometem trazer mudanças grandes nas formas de que se reveste o nosso quotidiano.

     

     

    _MG_7980Um pouco a fazer a ponte entre estes dois mundo, um de um fazer tão antigo, outro tão recente e novo, o escultor Isaque Pinheiro apresentou o seu trabalho, onde há (entre outros) uma constante interferência entre os materiais tradicionais da escultura e imagens que comentam com humor e alguma malícia este estranho mundo contemporâneo nosso. Também para ele o fazer, os materiais e as técnicas são centrais, pontos de partida desde onde ver o mundo.

    No conjunto das três conversas ficou a sugestão da transversalidade do fazer, onde passado e futuro se cruzam e onde o antigo ou “tradicional” não é necessariamente antítese do presente e do porvir. É no fazer que se constroem os novos paradigmas?

     

    _MG_8036A tarde trouxe, primeiro, Natxo Checa, directo da Galeria Zé dos Bois, referência no Bairro Alto de Lisboa desde 1994. Falou da necessidade do fazer com os recursos que há, da importância das amizades e da informalidade, de como se pode manter alguma distância dos circuitos de dinheiro e poder que fazem o “sistema das artes,” e da importância de manter sempre o foco na criação.

     

     

     

    _MG_8046Também de Lisboa vieram Leonor Carpinteiro e Patrícia Ferreira para apresentar o projecto Condomínio, que desde 2014 ocupa temporariamente casas e espaços privados para os transformar, durante um dia, num espaço para partilhar, desfrutar e discutir um variado leque de projectos e actividades. Também aqui o encontro, partilha e informalidade foram apontados como essenciais para o ambiente de “estar em casa” que o projecto, que funciona numa base totalmente voluntária, mantém.

     

     

     

    _MG_8050Finalmente, Daniel Pires apresentou o funcionamento do icónico espaço portuense Maus Hábitos, explicando como esta empresa e a associação cultural associada, Saco Azul, tem conseguido, desde 2001, equilibrar sustentabilidade económica com uma programação artística muito relevante.

     

     

     

     

    No debate final falou-se do difícil equilíbrio entre sustentabilidade económica e fidelidade aos valores de partida, desafio que se coloca inevitavelmente a qualquer projecto cultural que não se rege pela lei do dinheiro. É uma questão que ficou em aberto, e que possivelmente só na tenacidade do fazer e continuar a fazer encontra uma resposta, sempre provisória. Ficou apontada a necessidade de continuar a debater esta questão aqui, no Convento de S. Francisco.

     

    Reportagem de Gerbert Verheij

    Reportagem incluida no jornal Folha de Montemor – Outubro 2017

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