• OC no V Congresso Oleiros do Sul

    On: 03/02/2018
    In: Conversas
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    A Oficinas do Convento foram convidadas a fazer parte do V Congresso Oleiros do Sul que se realiza dia 23 de Março em Beringel.

    CapturaUm encontro com conversas sobre o barro nas artes antigas, no artesanato, na arte contemporânea e como factor de desenvolvimento local. Este ano com uma oficina de cerâmica gratuita.

    Público: Oleiros, ceramistas, artesãos, estudantes, educadores, animadores, professores, técnicos de turismo, arqueólogos, técnicos de património e publico em geral.

    Iniciativa inserida nos SABORES NO BARRO 23,24,25 de Março

    [Inscrição gratuita e obrigatória  em  http://beringel.wixsite.com/saboresnobarro/congresso] Contactos 966 659 787 | Email  executivo.jfberingel@gmail.com

    Saiba mais sobre o evento

     

     

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  • Construir com TERRA

    On: 02/26/2018
    In: Conversas, Oficinas
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    2 Março 2018 – Faculdade de Arquitectura da Universidade de Lisboa

    Seminário dedicado à construção em terra, com componente teórico-prática.

    orientadora: Arq.Tânia Teixeira – OCT – Oficinas do Convento

    construircomterraEntrada Livre

    Programa:
    – Mistérios da fisica da construção com terra
    exemplificados;
    – As técnicas de construção com terra;
    – Exemplos da arquitectura vernacular e
    contemporânea;
    – Vantages e desvantagens da utilização do
    material terra;
    – Realização do teste Carazas.

    Lotação: Condicionada à capacidade da sala. Será dada prioridade aos alunos da Faculdade de Arquitectura da Universidade de Lisboa.

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  • “Jorge Calado na Oficinas do Convento” por Gerbert Verheij

    On: 11/22/2017
    In: Conversas, Noticias
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    _MG_8139“No dia 21 de Outubro Jorge Calado – coleccionador e crítico de fotografia, entre muitas outras coisas – esteve nas Oficinas do Convento, trazido por José M. Rodrigues para uma conversa à volta da luz. Literalmente: o público assistiu na penumbra à volta de uma mesa iluminada, onde se amontoavam fotografias que ao sabor da conversa iam saindo do seu invólucro de plástico-bolha.

    A vida de Jorge Calado, já quase octogenário, junta um currículo científico muito relevante a um persistente interesse pelas artes, com uma predilecção especial pela fotografia. Como recordou o próprio, começou a coleccionar esta arte na primavera de 1980, em Nova Iorque, quase ao acaso: foi seduzido pelas obras de Robert Mapplethorpe, soube da sua galeria e lá comprou a sua primeira fotografia. José M. Rodrigues, na sua breve apresentação, insistiu na singularidade da colecção de Calado, construída na senda destes acasos e encontros com o gosto próprio por único critério, e que no entanto contempla todas as fases da história da fotografia.

    O conversante ia mostrando algumas que trouxe “lá de casa” – Walker Evans, Nicholas Nixon, Brassaï, Gérard Castello-Lopes, André Kertész, William Henry Jackson, Vivian Maier… Pelo meio do festim visual falava da fotografia, da ciência, de gostos e desgostos. O que o atrai na fotografia é que (falamos da fotografia analógica) de todas as artes é a mais próxima à vida: nasce, revelando-se na penumbra por um processo químico, envelhece, amarelando, descolorando, até desaparecer, morrendo. São coisas vivas, e por isso Calado prefere as imagens vintage (originais feitos perto do momento da revelação, que se distinguem de impressões posteriores a partir dos negativos), não por que são mais raras mas porque têm idade, rugas, descoloração, marcas de uso, história.

    Já para o fim Calado deixou uma pista para a secreta ordem que rege a sua colecção, e para a relação que ele próprio forjou com a fotografia: gosta de ser seduzido pela imagem, de ser surpreendido, e foi desde este desejo que nos falou da mais democrática e liberal das artes.”

    por Gerbert Verheij, publicado no jornal Folha de Montemor, Novembro 2017

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  • Encontro de Telheiros do Sul por Gerbert Verheij

    On: 11/15/2017
    In: Conversas, Noticias
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    Encontro dos Telheiros do Sul, em Montemor-o-Novo

    “No dia 4 de Novembro teve lugar, na Ermida de S. Pedro da Ribeira, um encontro dedicado aos telheiros, ou seja, unidades de produção tradicional de materiais de construção em cerâmica, como tijolos, tijoleiras e telhas, também designados por ladrilho, adobo, lambaz, etc. Com este encontro pretendia-se aproximar interessados e profissionais ligados à construção tradicional e ao património, promovendo a preservação e viabilidade de uma actividade essencial à preservação do património arquitectónico. É um primeiro fruto intercalar de um projecto de investigação do Laboratório de Terra das Oficinas do Convento, em Montemor-o-Novo, coordenado pela arquitecta Tânia Teixeira, que também moderou o encontro. No âmbito deste projecto foram inventariados onze telheiros em actividade no Alentejo e no Algarve, sem contar com o próprio Telheiro das Oficinas do Convento. Destes, seis estiveram presentes no encontro.

    No debate participaram, além dos mestres dos telheiros e outros interessados, a Dra. Ana Paula Amendoeira, da Direcção Regional da Cultura do Alentejo, e a presidente da Câmara Municipal de Montemor-o-Novo, Hortênsia Menino. As conversas foram férteis, e além do rico repertório de saber fazer que aflorou ao longo do diálogo – desde o forno à inglesa à produção de talhas para vinho – foi surgindo o panorama dos problemas que esta actividade enfrenta. Para além do carácter residual que, também economicamente, a produção artesanal ocupa dentro do sector de construção, eram sobretudo as crescentes barreiras de ordem burocrática que foram alvo de preocupação. A legislação vigente, com o louvável intuito de proteger a natureza e o ambiente, não toma em conta as diferenças de escalas entre produção industrial e artesanal. Assim dificulta ou impossibilita mesmo aspectos inerentes à actividade dos telheiros, desde a extracção do barro aos fogos e fumos dos fornos.

    Neste sentido, e apesar de toda a retórica sobre a valorização do artesanato e da produção local, as políticas adoptadas acabam, na prática, por favorecer a grande indústria, capaz de responder aos regulamentos, proibições e taxas impostas, enquanto torna o funcionamento dos telheiros cada vez mais difícil. Na investigação coordenada por Tânia Teixeira, os entraves legais foram identificados como um factor relevante no desaparecimento de um grande número de telheiros nos últimos dez anos. Na prática, os profissionais do ramo muitas vezes sentem que estão a trabalhar de forma meio clandestina, sempre com medo de uma queixa, multa ou ordem de fecho que ponha fim à actividade. E isto quando se trata não só de uma actividade residual, e por isso de pouco impacto ambiental, mas também de uma prática com valências ecológicas próprias que largamente o compensam, desde a redução do transporte pela produção local ao equilíbrio face aos recursos naturais, ou mesmo as próprias qualidades dos materiais produzidos em termos de energia incorporada, inércia térmica, reutilização e decomposição.

    Um caso bem ilustrativo da contradição política em causa é o dos vinhos de talha. Considerado em risco de extinção, está actualmente a ser promovido como património cultural imaterial. No entanto, este esforço não contempla políticas efectivas para conservar a técnica – incluindo telheiros, fornos e mestres – necessária para produzir as enormes vasilhas de barro em que este vinho é estagiado, e que podem chegar a ter mais de dois metros de altura. Já pouca gente as sabe fazer, e uma vez perdida será difícil recuperar esta arte. Os saberes tradicionais são complementares, e a perda de uns afecta os outros.

    Impõe-se, portanto, a valorização e protecção desta actividade, cuja perda poderá pôr em risco toda uma gama de produtos, saberes e práticas tradicionais que dela dependem, bem como as possibilidades de restauro do património com materiais adequados. Da parte dos representantes da administração presentes no encontro ouvimos sugestões prometedoras para contrariar a tendência actual. Esperamos que frutifiquem, e que, tanto a nível nacional quanto local, se vá fomentando a compreensão do valor patrimonial dos telheiros e valorizando o saber fazer das mãos do artesão.”

    Gerbert Verheij

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  • Encontro de Telheiros do Sul

    On: 10/31/2017
    In: Conversas, Exposições, Noticias, OCT
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    4 Novembro a partir das 10:00

    Ermida de S. Pedro da Ribeira e Telheiro da Encosta do Castelo

    Montemor-o-Novo

    Encontro-de-Telheiros-do-SulEste é um encontro dirigido a todos os interessados e profissionais ligados à construção e ao património, e pretende criar uma relação entre unidades de produção, clientes e entidades promotoras da conservação patrimonial no sentido de concertar estratégias para uma maior viabilidade destas actividades, essenciais à preservação de patrimónios.

    Durante o evento irão estar patentes mostras de documentação fotográfica e vídeo, materiais produzidos, documentação dos Telheiros e seus protagonistas.

    > Participação gratuita

    > Almoço sugeito a reserva para o os@oficinasdoconvento.com (10€)

     

     

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  • Conversas à Volta de Novos Paradigmas por Gerbert Verheij

    On: 10/31/2017
    In: Conversas, Noticias
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    No passado sábado 7 de Outubro teve lugar nova edição das já tradicionais “Conversas,” dedicada a “novos paradigmas.” Um memorável cozido à portuguesa em panelas de barro sobre lume dividia o programa numa manhã dedicada a três fazeres bem distintos e, pela tarde, a apresentação de três projectos de criação, programação e circulação. As conversas, com organização das Oficinas do Convento, foram moderadas pelo artista portuense Miguel Januário.

     

     

    _MG_7962De manhã, Alice Bernardo apresentou o seu projecto “Saber Fazer,” criado em 2011 e com sede em Matosinhos. Dedica-se à investigação, valorização, divulgação e também actualização de técnicas de produção artesanal e semi-industrial próprias do país. Impressionou pela forma como junta o rigor no registo e recuperação de técnicas antigas à insistência no conhecimento prática – o saber fazer – e, por esta via, na sua transmissão através de uma larga actividade pedagógica.

     

     

     

    Ferdinand Meier, engenheiro mecânico alemão com largas andanças por geografias tecnológicas mais _MG_7972alternativas (incluindo, claro está, as Oficinas do Convento), apresentou o presente e o futuro do desenho 3D e da fabricação digital. Levantou um pouco do véu sobre as matemáticas que estão por detrás das diferentes imagens digitais que já fazem parte do nosso dia-a-dia, tornou termos como “polygon mesh,” NURBS ou “Voxels” um pouco menos exóticos para o leigo e anotou desenvolvimentos recentes que prometem trazer mudanças grandes nas formas de que se reveste o nosso quotidiano.

     

     

    _MG_7980Um pouco a fazer a ponte entre estes dois mundo, um de um fazer tão antigo, outro tão recente e novo, o escultor Isaque Pinheiro apresentou o seu trabalho, onde há (entre outros) uma constante interferência entre os materiais tradicionais da escultura e imagens que comentam com humor e alguma malícia este estranho mundo contemporâneo nosso. Também para ele o fazer, os materiais e as técnicas são centrais, pontos de partida desde onde ver o mundo.

    No conjunto das três conversas ficou a sugestão da transversalidade do fazer, onde passado e futuro se cruzam e onde o antigo ou “tradicional” não é necessariamente antítese do presente e do porvir. É no fazer que se constroem os novos paradigmas?

     

    _MG_8036A tarde trouxe, primeiro, Natxo Checa, directo da Galeria Zé dos Bois, referência no Bairro Alto de Lisboa desde 1994. Falou da necessidade do fazer com os recursos que há, da importância das amizades e da informalidade, de como se pode manter alguma distância dos circuitos de dinheiro e poder que fazem o “sistema das artes,” e da importância de manter sempre o foco na criação.

     

     

     

    _MG_8046Também de Lisboa vieram Leonor Carpinteiro e Patrícia Ferreira para apresentar o projecto Condomínio, que desde 2014 ocupa temporariamente casas e espaços privados para os transformar, durante um dia, num espaço para partilhar, desfrutar e discutir um variado leque de projectos e actividades. Também aqui o encontro, partilha e informalidade foram apontados como essenciais para o ambiente de “estar em casa” que o projecto, que funciona numa base totalmente voluntária, mantém.

     

     

     

    _MG_8050Finalmente, Daniel Pires apresentou o funcionamento do icónico espaço portuense Maus Hábitos, explicando como esta empresa e a associação cultural associada, Saco Azul, tem conseguido, desde 2001, equilibrar sustentabilidade económica com uma programação artística muito relevante.

     

     

     

     

    No debate final falou-se do difícil equilíbrio entre sustentabilidade económica e fidelidade aos valores de partida, desafio que se coloca inevitavelmente a qualquer projecto cultural que não se rege pela lei do dinheiro. É uma questão que ficou em aberto, e que possivelmente só na tenacidade do fazer e continuar a fazer encontra uma resposta, sempre provisória. Ficou apontada a necessidade de continuar a debater esta questão aqui, no Convento de S. Francisco.

     

    Reportagem de Gerbert Verheij

    Reportagem incluida no jornal Folha de Montemor – Outubro 2017

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  • The New Art Fest 2017

    On: 10/17/2017
    In: Conversas, Exposições, Noticias
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    10 a 30 de Novembro – Lisboa

    TNAFDia 18 de Novembro o The New Art Fest Visita Montemor-o-Novo e almoça na Oficinas do Convento.

    Este será um momento de partilha entre os artistas convidados da organização do TNAF e os artistas que se queiram inscrever no almoço!

    The New Art Fest é um festival internacional anual de ‘new media’, e uma importante plataforma de criatividade artística e reflexão teórica associadas à tecnologia, à ciência e à sociedade. Nesta segunda edição, The New Art Fest conta com mais de 50 autores, e foca a sua atenção num grande tema — Lisboa Cidade Aberta.

    Lisboa Cidade Aberta é uma exposição de ideias, imagens, sons e interações sobre a transformação digital das cidades, estimulada pelo desenvolvimento e massificação das tecnologias de informação, representação e computação.

    Além das obras expostas, The New Art Fest dará especial atenção aos coletivos e plataformas de arte e tecnologia, e ainda aos impactos culturais dos novos turistas e residentes na capital.

    Para além da exposição no Museu Nacional de História Natural e da Ciência, o The New Art Fest ocupará também os TOMI das ruas lisboetas, e marcará de novo presença na WebSummit.

    Produção da Ocupart | Arte em espaço improváveis.
    Direção artística: António Cerveira Pinto

    VEJA TODO O PROGRAMA

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  • Conversas à Volta da Luz – 20º encontro

    On: 10/02/2017
    In: Conversas
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    21 de Outubro 2017

    15:00 – Convento de S. Francisco

    CVL20 3Aqui me Incita o Desejo, Falar-vos de Fotografia

    Jorge Calado

    Falar de imaginação (imagens) é ouvir os sons através de fotografias escolhidas por Jorge Calado. Estar na sua vida, nos seus critérios e através disso no tempo-tesouro que ele abre para a nossa presença.

    Situações imprevisíveis da sua vida deram-lhe o prazer de colecionar o que ele gosta, sem modas e minuciosamente.

    Vai partilhar connosco essas opções e situar o porquê desse tempo relacionado com ele e com a fotografia.

    Abrem-se portas. Sentir e ver é preciso.

     

    O ciclo de conferencias Conversas à Volta da Luz conta com a curadoria de José M. Rodrigues

    Entrada livre

     

    Jorge Calado tem desenvolvido carreiras paralelas nas ciências e nas artes. Licenciou-se em engenharia química pelo Instituto Superior Técnico (IST), e doutorou-se em química pela Universidade de Oxford. Professor catedrático (emérito) de química-física no Instituto Superior Técnico, foi também professor catedrático-adjunto de engenharia química na Universidade de Cornell, NY. Publicou mais de 170 artigos em revistas internacionais sobre termodinâmica de líquidos moleculares e energética das apatites e gerou mais de 130 doutoramentos directos e indirectos. Foi o primeiro químico a receber o Prémio Ferreira da Silva, o mais alto galardão da Sociedade Portuguesa de Química. Membro de várias comissões científicas internacionais (no âmbito da IUPAC, Conselho da Europa, OTAN, INTAS e UE), foi também membro da Junta de Diretores e diretor executivo da Comissão Cultural Luso-Americana. É sócio efetivo da Academia de Ciências de Lisboa desde 1988. Muito interessado nas relações entre as ciências e as artes, regeu cursos como “A Arte da Ciência” e “Arte, Ciência, Técnica e Sociedade” em Cornell e no IST. Autor do capítulo sobre Ciência na história da “Fundação Calouste Gulbenkian: Cinquenta Anos 1956-2006″. É crítico cultural do semanário “Expresso” desde 1986, e contribuiu para o “Times Literary Supplement” (história e filosofia da ciência), “Opera News”, “Opera Now” e “Agenda XXI”. Concebeu e dirigiu os primeiros cursos de pós-graduação em Administração das Artes em Portugal (no Instituto Nacional de Administração), e fundou a IST Press. Em 1987, a pedido da Secretaria de Estado da Cultura, criou a Coleção Nacional de Fotografia. Comissariou mais de 25 exposições de fotografia em Portugal, França, Bélgica, Reino Unido e EUA. O seu livro mais recente é “Limites da Ciência”, publicado pela FMS em 2014.

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