• Oficina de Rebocos e Testes de Terra

    On: 05/20/2019
    In: OCT, Oficinas
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    18 e 19 Maio 2019

    25 e 26 Maio 2019

    Laboratório de Terra, OCT

    58689262_2521218337956811_9146479108505468928_nOficina de Rebocos de Terra – 18 e 19 de Maio com a participação especial do colectivo ADAMÁ do Brasil
    Ponto de encontro Laboratório de Terra dia 17 às 18:30
    Horário: 9:00-13:00 14:30-18:00

    Oficinas de Testes de Terra – 25 e 26 de Maio com a participação especial de 3 doutorandos da Universidade do Minho: Eng. Arq. Antonio Romanazzi, Eng. Claudio Tirabasso, Cons. Telma Ribeiro
    Ponto de encontro Centro de Investigação Cerâmica dia 24 às 18:30
    Horários:
    25.05 | 9:00-13:00 14:30-18:00
    26.05 | 9:00-13:30 (Há eleições europeias e à tarde vai-se votar!)

    Os eventos vão realizar-se na Oficinas do Convento entre o Laboratório de Terra e o Centro de Investigação Cerâmica em Montemor-o-Novo.
    Há possibilidade de acampar no local e de cozinhar na cozinha partilhada.

    Dúvidas e Inscrições para comunicacao@oficinasdoconvento.com

    Contribuição para cada oficina 70€ estudante 50€
    Oferta Combo (participação nas duas oficinas) 100€

    Oficina com vagas limitadas e numero mínimo de inscrições.

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  • Gabinete de Curiosidades

    On: 05/20/2019
    In: Exposições, OCT
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    Exposição Gabinete de Curiosidades – Testes, Erros e Outras Coisas

    Maus Hábitos, Porto

    Exposição patente até dia 2 de Junho, no espaço Maus Hábitos, Porto, no horário:
    seg: fechado
    ter/qua: 12h às 00
    qui/sex/sáb: 12h às 01h
    dom: 12h às 16h

    cartaz GabineteUm Gabinete de Curiosidades é um lugar de concentração de experiências, combinações improváveis, de reunião e colecção, de contemplação e de desconhecido. Este Gabinete de Curiosidades da Oficinas do Convento é a recolha de vestígios dos projectos decorridos em 2018, mas não só. Mais do que apresentar o resultado das diversas residências, concertos, projectos gráficos, instalações e eventos, observamos os vestígios, protótipos, experiências e erros empreendidos no processo de concretização desses projectos. Reunimos peças de uma máquina em construção, feita de materiais e formas díspares, cores complementares e colagens improvisadas. Esta configura um lugar e um tempo em movimento, vagamente esquizofrénico na multiplicidade, linguagens, tecnologias e objectivos. Nos espaços atípicos e assimétricos do Convento de S. Francisco, do Telheiro da Encosta do Castelo, dos antigos Lavadouros públicos e do Laboratório de Terra encontramos o plural, o multifacetado e o colorido, pois todos os projectos são desenvolvidos por pessoas e grupos diversos, mais ou menos fixos, ora de locais e artistas próximos, ora de pessoas vindas do outro lado do mundo. É nesta mistura de experiências que tudo se unifica. É no frenesim da curiosidade insaciável, na vontade de explorar possibilidades, de ver com outros olhos e sentir de outras maneiras que procuramos um sentido para existirmos todos juntos, aqui. Esta exposição é por isso um reflexo deste Todo, desta máquina movida com tantas mãos, de quem se encontra para explorar, experimentar e partilhar um processo de descoberta e improviso. O trabalho da Oficinas do Convento é desde sempre feito por toda uma mescla de artistas, músicos, técnicos, especialistas de todas as áreas e entusiastas de outras mais e concentra-se em proporcionar oportunidades e condições de trabalho nestes domínios, oferecendo, não só um espaço de exposição, apresentação e discussão de ideias mas também uma Oficina onde tudo se pode realizar.

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  • Oficina de Micropaisagens

    On: 05/15/2019
    In: OCT, Oficinas
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    Oficina de Micropaisagens

    18 de Maio 2019 | Das 9h às 13h

    Mercado Municipal

     

    60079977_2151037991682337_6694013079811784704_nIntegrado na programação do Bom dia Cerâmica, vai ter lugar no dia 18 de maio, entre as 9 e as 13 horas, no Mercado Municipal de Montemor-o-Novo, um Workshop de Micropaisagens.
    Neste workshop, com José Mateus e Liliana Velho, da Oficinas do Convento, os participantes vão aprender a modelar vasos em barro, a partir da técnica do rolo, e construir microjardins com plantas adequadas para esses vasos. Para isso, vamos conversar sobre botânica e conhecer a variedade de plantas que podemos utilizar nestes microjardins, aprendendo igualmente a identificar diferentes espécies.

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  • Conversas à Volta do Tijolo

    On: 05/02/2019
    In: Conversas, OCT
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    Conversas à Volta do Tijolo

    11 de Maio | Das 10h às 18:30h

    Telheiro da Encosta do Castelo

     

    Conversas a Volta do TijoloNa sequência das várias “Conversas à volta de…”, organizadas pela Oficinas do Convento, a presente edição — Conversas à volta do Tijolo — acontece no âmbito do Projecto Tijolo, um programa de residências artísticas centradas neste objecto intemporal — o tijolo — tão presente nas actividades de criação, de formação e de produção do Telheiro da Encosta do Castelo. É precisamente neste local, onde a criação artística e a prática da arquitectura e da construção se cruzam, que a edição de 2019 tem lugar.

    Organizado em três painéis, As Conversas à volta do Tijolo pretendem cruzar diferentes perspectivas sobre a utilização, apropriação e interpretação do tijolo dentro da criação artística actual, a partir da apresentação de projectos nacionais e internacionais.

    Ao longo destes três momentos, serão mencionadas aspectos relativos à preservação e reinvenção do legado tradicional, serão apresentados projectos que estimularam a criação artística com o tijolo, quer entre estudantes de arte, quer entre artistas, designers e arquitectos, e serão ainda revelados projectos artísticos onde o tijolo, de modo directo ou indirecto, surge como instigador de questões relacionadas com o Homem e a sua relação com a terra, com o corpo, com a paisagem e com a construção, focando ainda o carácter modular do tijolo e o próprio processo de construir. Neste contexto, apresentar-se-á os resultados da primeira residência artística integrada no Projecto Tijolo.

     

    Participação: 10€ (inclui almoço e sessões)

    Inscrições e informações para: oc@oficinasdoconvento.com

     

     

     

     

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  • Tradição >< Contemporâneo

    On: 04/15/2019
    In: OCT, Residências
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    Tradição >< Contemporâneo

    Programa de residências artísticas para criadores da Região

    – Alentejo –

    Artes plásticas: Cerâmica, Terra e/ou novos media

     

     

    cartaz-residencias-locais1Enquadrado pelo programa quadrienal Técnica, Artes e Lugares, A Oficinas do Convento abre em 2019 possibilidade de novas relações potenciando-as através de uma bolsa anual para a produção artística regional.

    Através deste concurso anual, a OC com os seus recursos técnicos permitirá o desenvolvimento de um projeto em residência artística dirigido a jovens criadores residentes no Alentejo.

    Pretende-se potenciar a aproximação entre a comunidade jovem artística e a OC, disponibilizando recursos e aprendizagens como forma de desenvolvimento do seu trabalho.

    Em 2019 a OC lança pela segunda vez o concurso tendo como tema a Tradição e Contemporâneo.

    Pretende-se desafiar, artistas, designers e arquitetos, para a criação de obras que contribuam para um processo continuado de reinterpretação, cruzamento e inovação de técnicas.

    Dar-se-á relevância a propostas a desenvolver em regime de Residência que tenham preferencialmente referências à região, património histórico e natural, cultura local e recursos e que contemplem modos de produção tradicional bem como “novos media”, refletindo a sua atualização na metodologia e na forma.

     

     

     

     

     

     

    Objectivos

     

    Potenciar a criação de jovens artistas regionais, através de um processo formal que lhes permite beneficiar dos recursos locais.

    Estreitar relações com a comunidade artística jovem regional;

    Promover a criação artística e produção de projetos inovadores revitalizando as técnicas tradicionais e artesanais;

    Apoiar criadores emergentes da nossa região;

    Potenciar a interação entre a produção artística e a comunidade local, contribuindo para a promoção dos recursos naturais, culturais e económicos da região;

    Contribuir para o desenvolvimento de processos participativos promovendo o envolvimento da população;

    Aproximar os cidadãos das práticas artísticas contemporâneas. Valorizar a cultura local promovendo o desenvolvimento sócio cultural e a criação de objetos com valor poético.

    Regulamento

    Ficha de Inscrição

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  • Open Call for Artistic Residencies – Tijolo |Brick

    On: 04/15/2019
    In: Noticias, OCT, Outros Eventos, Residências
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    (please scroll down to read in English)

     

    PT//

    residencia-tijolo-2019-pt Tijolo | Residências Artísticas

    CONCURSO PARA RESIDÊNCIAS ARTÍSTICAS NA OFICINAS DO CONVENTO

    Candidaturas abertas até dia 15 de Abril 2019

    Duração da residência: 1 mês

    Enquadrado pelo programa quadrienal Técnicas, Artes e Lugares, A Oficinas do Convento abre em 2019, pela segunda vez, um Concurso para Residências Artística na Oficinas do Convento tendo como mote o Tijolo enquanto elemento base para a criação artística.

    CONTEXTUALIZAÇÃO

    Fabricado e utilizado por todas as culturas do mundo, o tijolo é um objecto intemporal, de formatos e dimensões relativamente regulares, porém de uma diversidade que condiz com as diferenças culturais existentes. De fabrico antigo ou moderno, a sua prevalência social torna também visível a identidade existente entre os homens.

    Os tijolos produzidos no Telheiro da Encosta do Castelo, Montemor-o-Novo, são de influência medieval, proveniente ainda da tradição romana e bizantina[1]. De uma constituição arenosa, feitos de uma pasta de argila, terra e água, numa consistência próxima à da lama, os tijolos apresentam aspecto maciço e evidenciam a manufactura artesanal, pelas marcas da mão inscritas na superfície. Sendo de produção antiga, os tijolos têm também a característica de fazerem parte da imagem das construções vernaculares do Alentejo. No entanto, a propósito dos cruzamentos disciplinares desenrolados pelas Oficinas do Convento e o contexto artístico onde se insere a associação, pretende-se fomentar a utilização do tijolo na criação artística e valorizar os recursos existentes no Telheiro da Encosta do Castelo, quer no âmbito da produção de materiais de construção, quer no âmbito do apoio à criação artística, propondo assim a realização de residências na área artística que tenham o tijolo como base para a criação.

     

    Aqui, o tijolo, além de poder ser pensado na sua dimensão mais imediata — objectual e construtiva — evidenciando aspectos de produção, formação, conformação ou aplicação, poderá ser considerado também na sua vertente poética, social, histórica ou cultural.

    Tais âmbitos de abordagem poderão ser explorados em diferentes linguagens da criação — escultura, instalação, vídeo, fotografia, desenho, entre outros — cruzando ou tocando casualmente as fronteiras da arquitectura e do design.

    Sem desmerecer ou preterir a elaboração de esculturas de índole objectual, no caso de projectos de maior escala, dar-se-á prioridade a propostas de carácter efémero, processual ou de índole colaborativa que resolvam, neste último caso, eventuais questões práticas da cidade.

    APRESENTAÇÃO BREVE

    O tijolo pode ser pensado e usado na sua dimensão mais imediata — objectual e construtiva — evidenciando aspectos de produção, formação, conformação ou aplicação ou ser considerado na sua vertente poética, social, histórica ou cultural, explorando a diversidade e as potencialidades formais e conceptuais do tijolo, através de diferentes linguagens da criação.

    Assim, este concurso destina-se a autores das seguintes áreas:

    • artes-plásticas: escultura e/ou pintura
    • arquitectura
    • cerâmica
    • desenho
    • design
    • escrita
    • fotografia
    • instalação
    • vídeo

    [1] FRÓIS, Virgínia, SILVA, Vasco Fernando Dias, Realibitação de um Telheiro em Montemor- o-

    Novo, In ArteTeoria, Revista do CIEBA – Centro de Investigação e de Estudos em Belas-Artes –

    Secção Francisco de Holanda, no 14/15, 2011/2012, Lisboa, p. 101.

    Regulamento

    Ficha de Inscrição

     

    EN//

    residencia-tijolo-2019-engBrick | Artistic Residencies

    Open Call for Artistic Residencies in Oficinas do Convento

    Last day for the applications is on the 15th of April 2019

    These Artistic Residencies are part of the program “Técnicas, Artes and Lugares”, the project,opens, once again, in 2019, an open call for Artistic Residencies in Oficinas do Convento having as a motto the Brick as a basis element for artistic creation.

    Contextualization

    Manufactured and used by all of the cultures in the world, the brick is a timeless object, with relatively regular formats and dimensions, nevertheless of a diversity that matches with the existing cultural differences. From old or new manufacture, its social prevalence gives visibility to the existing identity between men.

    The bricks produced in Telheiro da Encosta do Castelo, Montemor-o-Novo, are of medieval influence, stemmed from the roman and byzantine traditions. From a sandy composition, made from a clay paste, earth and water, in a consistency similar to the mud, the bricks present a solid aspect and highlight the manual manufacture by the hand marks on its surface. Being of old production, the bricks are also part of the vernacular constructions of Alentejo. Nevertheless, as a result of the disciplinary intersections developed by the Oficinas do Convento and its artistic context. It is investigated the use of brick in the artistic creation and to value the existent resources in Telheiro da Encosta do Castelo, in a material production context and as a support for the artistic creation.

    Such contexts of approach can be explored in different languages of creation – sculpture, installation, video, photography, drawing, and more – crossing or touching in a casual way the borders of architecture and design.

     

    Application Process

    The main aim of Brica-Artistic Residencies is to think and explore this product in its most immediate dimension – objective and constructive – highlighting the production aspects, formation, conformation or application, or in its poetical, social, historical or cultural aspect, exploring the diversity and the formal and conceptual potentialities of the brick, through different languages of creation.

    Therefore, this call is destined to artistic proposals in the following areas:

    • Plastic arts: sculpture and/or painting
    • Architecture
    • Ceramics
    • Drawing
    • Design
    • Writing
    • Photography
    • Installation
    • Video

    Regulation

    Application Form

     

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  • Oficina Café ou Chá?

    On: 04/15/2019
    In: OCT, Oficinas
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    Oficina Café ou Chá?

    4 e 5 de Maio 2019 | Das 10h às 18h

    Centro de Investigação de Cerâmica

     

    cafeoucha copy []Nesta oficina, vamos aprender a fazer enchimento de moldes de gesso com barbotina de porcelana e conformação a lastra.

    A partir destas técnicas, desafiamos os participantes a criarem um conjunto de chávenas ou canecas, e quem sabe também, um prato para bolinhos.

     

    Programa:

    4 de Maio (sábado)

    10h: Apresentação e início dos trabalhos; Enchimento de moldes e conformação a lastra

    13h: Almoço

    14h: Colagem de asas com lambugem; Continuação dos trabalhos

    18h: Descanso

     

    5 de Maio (domingo)

    10h: Pintura e técnicas de decoração

    13h: Almoço

    14h: Continuação dos trabalhos e acabamentos

    18h: Fim dos trabalhos

     

     

     

     

    Público-alvo: Todos os interessados e curiosos, artistas e ceramistas.

     

    Inscrição:

    80€ (10% de desconto para estudantes, sócios e desempregados)

    Inclui alojamento em camarata, café e chá. Não inclui almoço

    Inscrições para: telheiro@oficinasdoconvento.com

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  • Residência Artística “Terra”

    On: 04/15/2019
    In: OCT, Residências
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    Tiago Canário, o vencedor da segunda edição do concurso de Residências Artísticas Tradição><Contemporâneo vai desenvolver o seu projecto “Terra”, na Oficinas do Convento, durante o mês de Agosto 2019.

    tiago canario 1Este projecto foca-se na exploração da terra como matéria que define e transmite carácter. Uma reflecção que visa destacar a o solo enquanto elemento de pureza e naturalidade. Através de uma materialização que propõem uma colecção de objectos que mostre na sua matriz uma influência direta com o solo. Quer a nível visual, formal ou processual.

    Para isto, esta materialização propõe uma colecção de objectos que utilizem o solo com agente deformador. Uma série de peças cerâmicas, construídas numa pasta criada a partir da extracção directa de terra argilosa. Promovendo assim uma peça cuja morfologia defina esta relação com o
    solo.
    A estas peças cerâmicas são aplicadas tipologias que utilizam o solo como agente deformador. Procurando que a peça não só seja constituída por este elemento, mas que toda ela, incluído a sua forma seja directamente obtida e influenciada pelo solo. Que o objecto seja ele também desenhado pela sua matéria. Para isto os processos de deformação, focam-se principalmente em duas tipologias. A deformação directa através de um soterramento das peças, e a transformação das peças através de um aluimento com o solo (a forma obtida através do impacto com o solo).

    Estas tipologias vão assim ser aplicadas às peças cerâmicas, cujo a forma original pré-deformação procura remeter as técnicas e formas típicas e
    tradicionais da cultura cerâmica no Alentejo. Tornando estes processos como um movimento de trazer as formas típicas da cerâmica tradicional
    (principalmente utilitária alentejana), para o contexto actual, contemporâneo. Por exemplo na tipologia que transforma as peças através de um soterramento.
    O desenterrar é quase metaforicamente o movimento de trazer de volta estas peças para o contexto atual. Numa peça influenciada pelo passado. Mas que vai estar deformada e transformada, o actual/ futuro. Devem reflectir não só a sua origem a sua relação com o solo, mas também um cruzamento entre o factor tradicional e o contemporâneo.
    Um factor inerente a este projecto e processo de exploração e a sua documentação, o registo como ferramenta construtiva e principalmente de comunicação do projecto á comunidade. É inerente ao projecto o factor social, interligado ao passado principalmente no que diz respeito à tradição cerâmica da região. Face ao contexto actual e
    presente da matéria. É importante assim que este projecto bem como a exploração, esteja ligada á população regional. Quer seja nas técnicas tradicionais, mas principalmente na comunicação e na sensibilização. Talvez passando por um trabalho inclusivo com a população por exemplo no processo de deformação. Ou pelas tipologias dos objectos cerâmicos obtidos, por exemplo a relação destes com a gastronomia. Permitindo assim uma abordagem directa entre o objecto e o utilizador.

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