• ‘O Canto’ e PPCM | 5 de Novembro

    On: 11/02/2011
    In: Concertos, Espectáculos, Oficinas
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    OFICINAS ABERTAS

    Performance / Concerto / Abertura da Oficina de Circuit Bending

    5 de Novembro de 2011, Convento de S. Francisco, Montemor-o-Novo

    21H30 O CANTO (Performance / Happening)

    Performance/Happening de carácter experimental onde se tenta criar, através de uma manipulação sonora de objectos de diferentes matérias e diferentes sonoridades plásticas, uma história. Partindo de um exercício sobre a obra de Kafka (Josefina, a Cantora ou o Povo dos Ratos) os espectadores poderão «ouvir» momentos sonoplásticos a partir de deslocações do som, construindo uma tridimensionalidade sonora.

    Concepção/Manipulação: Amândio Anastácio

    Objectos Sonoros: Amândio Anastácio, Tiago Fróis e João Bastos

    Sonoplastia: João Bastos

    22H30 PPCM (Concerto)

    Os PPCM são o filho bastardo da relação amorosa entre o pianista americano Thollem McDonas e o colectivo lisboeta dUASsEMIcOLCHEIASiNVERTIDAS (dSCI). Agora, ainda em plena fase de contenção económica, os dSCI convocam mais uma vez a agência de rating Thollem McDonas para juntos distribuírem notas musicais avulsas com o alto patrocínio do FMI e do Banco Central Europeu. Do choque destes titãs da improvisação pode-se esperar um pouco de tudo: música livre sem fronteiras de géneros ou estilos e com um forte pendor libertário.

    Oficinas-Abertas,-5-de-Novembro-2011

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  • Isto NO Digital

    On: 01/04/2010
    In: Espectáculos
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    sobre o projecto…

    No início deste ano (2009) um amigo nosso de nacionalidade Boliviana, mudava-se de casa, inúmeros caixotes, móveis, objectos, etc. que a sua tia, dona da casa, lhe tinha deixado encontravam-se por toda a casa, o Bernardo (nosso amigo) com o objectivo de ir viver para Londres no final do ano, não tinha mais nada a fazer se não oferecer ou vender algumas coisas e outras deitar para o lixo.
    Acompanhando-o ao longo de três anos, a sua estadia em Portugal, também fizemos parte desta fase de mudança de casa, ficamos com alguns bens: um piano, um móvel, muitos livros, alguns vinis e Cartas.
    Aqui começa o nosso projecto, quando encontramos dois caixotes cheios de cartas, cartas escritas à mão, em envelopes com riscas azuis e vermelhas. Na altura passou despercebido sobre o que eram, a imagem gráfica que aquela quantidade de cartas juntas proporcionavam era o suficiente para as querermos, pois iam para o lixo.
    Soubemos apenas de quem eram: são cartas da minha família, podem ficar com elas…
    O valor daquele material estava em aberto, nunca imaginaríamos que tínhamos tal potencial em mãos.

    Temos 639 datas, de 3 décadas diferentes, de 13 anos diferentes:

    94 cartas do ano de 1972
    213 cartas do ano 1973
    114 cartas do anos 1974

    1 carta do ano 1984
    18 cartas do ano 1985
    26 cartas do ano 1986
    46 cartas do ano 1987

    5 cartas do ano 1991
    33 cartas do ano 1992
    40 cartas do ano 1993
    25 cartas do ano 1994
    12 cartas do ano 1995
    12 cartas do ano 1996

    Iniciámos a primeira catalogação em Agosto de 2009, os ensaios começámos em Setembro, a Residência na EIRA 33 começou em Outubro onde ainda continuamos, também paralelamente temos a Livraria Trama que nos apoio como espaço de reuniões/ensaios.

    Para mais informações: http://istodigital.blogspot.com

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