• PUBLICAÇÕES

    On: 11/25/2020
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  • Projecto em Aberto – Forno à Inglesa

    On: 11/25/2020
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    2Autora: Ana Escobar, 2014

    “O Projecto em Aberto (surgido em 2011) assenta na urgência da documentação de técnicas artesanais portuguesas. Pretende estudar e registar informação que viajou e cresceu entre diferentes famílias e regiões, em documentos que ficarão para sempre.”

    Preço: 10€ (IVA incluído)

    Para compra e entrega por transportadora contactar comunicacao@oficinasdoconvento.com

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  • Mesa Posta Carreira de S. Francisco

    On: 11/23/2020
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    2Edição e recolha de conteúdos: Oficinas do Convento, 2016

    “Nas zonas rurais de Montemor-o-Novo, quando chegava o Carnaval, as pessoas punham a mesa. Em cada casa enchia-se uma com comida e bebida, e durante dias, por vezes a semana inteira, a porta aberta recebia os visitantes. As pessoas andavam de aglomerado em aglomerado, de monte em monte, visitando amigos e familiares, encontrando outras pessoas, sempre em volta da mesa posta, de enchidos, doces, pratos tradicionais, vinhos e licores locais. Os acordeões e as gaitas acompanhavam as danças, as conversas, os reencontros e os caminhos. Era a altura de dar tempo para visitar e descontrair, com o inverno no fim a primavera abria a porta. Com as transformações que o mundo rural sofreu, com a perda de população e alterações nas actividades agrícolas, este hábito foi caindo em desuso, e hoje em dia já não se faz. Sendo uma prática em relação à qual há bastantes memórias, e havendo um grande carinho daqueles que viveram as mesas postas, vamos procurar novos significados e contextos para o dar, oferecer a mesa e celebrar.”

     

    Preço: 1€ (IVA incluído)

    Para compra e entrega por transportadora contactar comunicacao@oficinasdoconvento.com

     

     

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  • Mesa Posta Bairro de S. Pedro

    On: 11/23/2020
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    2Edição e recolha de conteúdos: Oficinas do Convento, 2015

    “Nas zonas rurais de Montemor-o-Novo, quando chegava o Carnaval, as pessoas punham a mesa. Em cada casa enchia-se uma com comida e bebida, e durante dias, por vezes a semana inteira, a porta aberta recebia os visitantes. As pessoas andavam de aglomerado em aglomerado, de monte em monte, visitando amigos e familiares, encontrando outras pessoas, sempre em volta da mesa posta, de enchidos, doces, pratos tradicionais, vinhos e licores locais. Os acordeões e as gaitas acompanhavam as danças, as conversas, os reencontros e os caminhos. Era a altura de dar tempo para visitar e descontrair, com o inverno no fim a primavera abria a porta. Com as transformações que o mundo rural sofreu, com a perda de população e alterações nas actividades agrícolas, este hábito foi caindo em desuso, e hoje em dia já não se faz. Sendo uma prática em relação à qual há bastantes memórias, e havendo um grande carinho daqueles que viveram as mesas postas, vamos procurar novos significados e contextos para o dar, oferecer a mesa e celebrar.”

     

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  • Mesa Posta Ruinha

    On: 11/23/2020
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    2Edição e recolha de conteúdos: Oficinas do Convento, 2015

    “Nas zonas rurais de Montemor-o-Novo, quando chegava o Carnaval, as pessoas punham a mesa. Em cada casa enchia-se uma com comida e bebida, e durante dias, por vezes a semana inteira, a porta aberta recebia os visitantes. As pessoas andavam de aglomerado em aglomerado, de monte em monte, visitando amigos e familiares, encontrando outras pessoas, sempre em volta da mesa posta, de enchidos, doces, pratos tradicionais, vinhos e licores locais. Os acordeões e as gaitas acompanhavam as danças, as conversas, os reencontros e os caminhos. Era a altura de dar tempo para visitar e descontrair, com o inverno no fim a primavera abria a porta. Com as transformações que o mundo rural sofreu, com a perda de população e alterações nas actividades agrícolas, este hábito foi caindo em desuso, e hoje em dia já não se faz. Sendo uma prática em relação à qual há bastantes memórias, e havendo um grande carinho daqueles que viveram as mesas postas, vamos procurar novos significados e contextos para o dar, oferecer a mesa e celebrar.”

     

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  • Mesa Posta Largo da Estação

    On: 11/23/2020
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    2Edição e recolha de conteúdos: Oficinas do Convento, 2014

    “Nas zonas rurais de Montemor-o-Novo, quando chegava o Carnaval, as pessoas punham a mesa. Em cada casa enchia-se uma com comida e bebida, e durante dias, por vezes a semana inteira, a porta aberta recebia os visitantes. As pessoas andavam de aglomerado em aglomerado, de monte em monte, visitando amigos e familiares, encontrando outras pessoas, sempre em volta da mesa posta, de enchidos, doces, pratos tradicionais, vinhos e licores locais. Os acordeões e as gaitas acompanhavam as danças, as conversas, os reencontros e os caminhos. Era a altura de dar tempo para visitar e descontrair, com o inverno no fim a primavera abria a porta. Com as transformações que o mundo rural sofreu, com a perda de população e alterações nas actividades agrícolas, este hábito foi caindo em desuso, e hoje em dia já não se faz. Sendo uma prática em relação à qual há bastantes memórias, e havendo um grande carinho daqueles que viveram as mesas postas, vamos procurar novos significados e contextos para o dar, oferecer a mesa e celebrar.”

     

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  • Mesa Posta Rossio

    On: 11/23/2020
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    2Edição e recolha de conteúdos: Oficinas do Convento, 2014

    “Nas zonas rurais de Montemor-o-Novo, quando chegava o Carnaval, as pessoas punham a mesa. Em cada casa enchia-se uma com comida e bebida, e durante dias, por vezes a semana inteira, a porta aberta recebia os visitantes. As pessoas andavam de aglomerado em aglomerado, de monte em monte, visitando amigos e familiares, encontrando outras pessoas, sempre em volta da mesa posta, de enchidos, doces, pratos tradicionais, vinhos e licores locais. Os acordeões e as gaitas acompanhavam as danças, as conversas, os reencontros e os caminhos. Era a altura de dar tempo para visitar e descontrair, com o inverno no fim a primavera abria a porta. Com as transformações que o mundo rural sofreu, com a perda de população e alterações nas actividades agrícolas, este hábito foi caindo em desuso, e hoje em dia já não se faz. Sendo uma prática em relação à qual há bastantes memórias, e havendo um grande carinho daqueles que viveram as mesas postas, vamos procurar novos significados e contextos para o dar, oferecer a mesa e celebrar.”

     

     

     

     

     

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  • Mesa Posta Bairro da CHE

    On: 11/23/2020
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    2Edição e recolha de conteúdos: Oficinas do Convento, 2016

    “Nas zonas rurais de Montemor-o-Novo, quando chegava o Carnaval, as pessoas punham a mesa. Em cada casa enchia-se uma com comida e bebida, e durante dias, por vezes a semana inteira, a porta aberta recebia os visitantes. As pessoas andavam de aglomerado em aglomerado, de monte em monte, visitando amigos e familiares, encontrando outras pessoas, sempre em volta da mesa posta, de enchidos, doces, pratos tradicionais, vinhos e licores locais. Os acordeões e as gaitas acompanhavam as danças, as conversas, os reencontros e os caminhos. Era a altura de dar tempo para visitar e descontrair, com o inverno no fim a primavera abria a porta. Com as transformações que o mundo rural sofreu, com a perda de população e alterações nas actividades agrícolas, este hábito foi caindo em desuso, e hoje em dia já não se faz. Sendo uma prática em relação à qual há bastantes memórias, e havendo um grande carinho daqueles que viveram as mesas postas, vamos procurar novos significados e contextos para o dar, oferecer a mesa e celebrar.”

     

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