Galgo

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13 de Julho / 13th July | 23:00h | Convento de S. Francisco

IMG_1961-2-web“Quebra Nuvens”, o novo disco dos Galgo, chegou às plataformas digitais no passado dia 16 de Abril. Bambaré é o primeiro single do mais recente trabalho da banda.

Depois do lançamento de “EP5” em 2015 a banda de Oeiras fez-se à estrada e foi em Setembro de 2016 que os Galgo editaram o seu primeiro longa-duração “Pensar Faz Emagrecer’’. Chegam agora a 2018 de ouvidos postos no futuro e com novas roupagens musicais, assumindo um percurso com vista para o digitalismo moderno, mas sem desviar a crueza do rock que os caracteriza. O novo álbum do quarteto formado por Alexandre Moniz, João Figueiras, Miguel Figueiredo e Joana Batista foi produzido e gravado no estúdio HAUS, chegando naturalmente a uma mescla de paisagens sonoras refrescantes, onde as vozes ganham uma nova abordagem. As guitarras permanecem estrídulas, o baixo agiganta-se e a ferocidade do rock move-se por teclados cintilantes, felizes e afortunados. Por fim, decreta-se um confronto entre a impiedade orgânica e as modulações sintetizadas.

Num mundo onde tudo é orgânico e natural, Galgo convive com transeuntes. Uma nuvem de origem electro-digital ameaça provocar uma tempestade que transformará todos os seres em robô-dançantes. Galgo é o único que tenta confrontar a nuvem. Ambos se envolvem numa batalha final onde o Galgo é atingido e sofre a grande transformação.

 

 


 

“Quebra Nuvens”, the new record from Galgo, arrived in the digital platforms on the 16th of April. Bambaré is the first single and the most recent work of the band.

After launching the “EP5?, in 2015, the band from Oeiras went on tour and it was in September, 2016, that Galgo edited their first long duration “Pensar Faz Emagrecer”. They arrive in 2018 with ears placed in the future and with new musical garments, assuming a path focused on modern digitalism, but without turning to the side the rawness of rock that portrays them. The new album of the quartet constituted by Alexandre Moniz, João Figueiras, Miguel Figueiredo e Joana Batista was produced and recorded in the HAUS studio reaching naturally to a mixture of refreshing sonorous landscapes, where the voices gain a new approach. The guitars remain shrilled, the bass enlarges itself and the ferocity of rock moves through shining keyboards, happily and luckily. By the end, is proclaimed a confrontation between the organic impiety and the synthesized modulations.

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