Bear Bones, Lay Low + Accou + Raymonde na Oficinas do Convento

3 Concertos: Bear Bones, Lay Low + Accou + Raymonde

17 Dezembro 2019 | 21:30h

Oficinas do Convento

Contribuição à porta para os músicos

 

image0Bear Bones Lay Low

Há mais de uma década, este venezuelano, residente na Bélgica, tem criado sons electrónicos psicadélicos ao juntar mecanismos digitais e analógicos. Ao usar melodias repetitivas e ritmos combinados com sons dissonantes, BBLL deseja introduzir um transe com múltiplas camadas que permitem escutar solenemente e dançar euforicamente num espaço mental onde o arcaico se encontra com o futurista, onde o terrestre se encontra com o cósmico. A sua performance ao vivo atraiu muitos fãs musicais de diferentes horizontes, permitindo-lhe tocar em diversos contextos desde festivais de músical experimental como Échos, até discotecas de “mente aberta” como Salon des Amateurs em Dusseldorf ou Contact Club em Tóquio. Sendo um músico activo da experimentação underground da Bélgica, também fez parte de alguns espectáculos musicais gratuitos, incluindo Silvester Anfang/Sylvester Anfang II, e está activamente a trabalhar com o duo electrónico Tav Exotic, entre outros projectos. Com lançamentos em diferentes discográficas como Kraak, Ekster, Lullabies for Insomniacs e BAKK, para nomear alguns, e o seu mais recente material foi lançado na Rush Hour afiliado à No Label.

“As performances de Accou são viagens: através de colagens de gravações de campo misturadas com uma preocupação leve e incoerente de sintetizadores, ele conta uma perigrinação extravagante e ilusória de um saqueador nos limites de se tornar iluminado.”

Raymonde é o pseudónimo de Thibault de Raymond; um artista electrónico de Lyon. Thibault tornou-se activo na música desde 2001, tocou guitarra influenciado pelo afro-noise, como lhe chama. Co-fundou o grupo Pan Pan Pan, e a solo é Raymonde, desde 2008. Com o seu projecto principal, criou diálogos musicais incríveis interligados com ferramentas electrónicas: 4  gravadores de tracks, 80 mostradores, grooveboxes, delays e um sistema quadrafónico, quando possível. A interacção entre as colunas gera um efeito espacial, polirrítmico e percussivo, e as garavções reproduzem, através da particularidade do seu som, o “velho” choro de um sintetizador violento e guitarra “sequestrada”; um consenso com o Noise. Recentemente gravou o seu álbum na VLEK, em Bruxelas.

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