“Uma Coisa Longínqua”

“Uma Coisa Longínqua” – Teatro de Ferro

18/set | 21h

Parque Urbano

*É obrigatório fazer reserva para esta actividade em: retomamultidisciplinar.pt

*Obrigatório o uso de máscara

__teatro_de_ferro_carlos_guedes_uma_coisa_longinqua_img5f4e346ce2fccUma Coisa Longínqua nasce de um sonho, em que algumas esculturas/monumentos decidiram abandonar as plazas entre os grandes edifícios das metrópoles do planeta. Após a fuga as obras de arte reúnem-se no deserto em busca de outras possibilidades para a sua existência no mundo das coisas. O Teatro de Ferro apresenta a primeira fase da sua nova criação, que tem a colaboração do compositor Carlos Guedes, num filme-performance que procura perceber os estranhos acontecimentos protagonizados por um grupo de objetos emancipados.

“Nesta nova criação propomos um objeto artístico que é uma espécie de poesia épica e abstrata que celebra as grandes façanhas de um grupo de objetos (criaturas, criações?) em busca de um outro lugar, ou de outros modos para existir. As aventuras e desventuras destas entidades enigmáticas são-nos reveladas na forma de um filme com partes gravadas e outras rodadas e projetadas em tempo real. Trata-se de esculturas animadas e filmadas. Elas atravessam diversas situações e cenários que são também espaços sensíveis e sonoros. Poderíamos estar a falar de uma utopia num planeta distante ou de um sonho. Esta é uma peça que parte exatamente de um sonho, ou pelo menos de um fragmento da memória de um sonho que tive. Nesse sonho algumas esculturas mais ou menos monumentais decidiram silenciosamente abandonar as plazas e os átrios dos grandes edifícios das todas-poderosas empresas multinacionais e instituições financeiras globais sedeadas nas metrópoles do planeta – Nola Gork, Blankfurt ou Zankai. Depois da fuga os objetos, que alguns classificaram como obras de arte, reuniram-se no deserto, dispostos a procurar outras possibilidades para a sua existência no mundo das coisas. Neste filme-performance iremos integrar uma expedição que foi enviada para procurar perceber os estranhos acontecimentos protagonizados por um grupo de objetos emancipados.”
-Igor Gandra, Teatro de Ferro

Número máximo de participantes: 50 pessoas.

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