• Nuno Rebelo + Constanza Brncic + Albert Cirera

    On: 08/01/2018
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    3 março 2018 – 22:00

    Convento S. Francisco

    cartaz-trio-1Por um lado, Constanza Brnèiè e Nuno Rebelo têm colaborado frequentemente, desde logo no duo de improvisação “Si se diera un cuerpo al bullício”, com o qual têm atuado diversas vezes na Catalunha. Por outro lado, também não é a primeira vez que Albert Cirera e Nuno Rebelo coincidem num palco, integrando diversas formações na cena da música improvisada de Barcelona e recentemente em Lisboa, num memorável concerto em duo no bar Irreal. Mas será a primeira vez que os três se apresentam em trio.

    Três corpos, um dos quais se centra em si mesmo para se expressar através do movimento e das suas relações com o espaço e com a música; e outros dois corpos, empenhados na construção de universos musicais através dos instrumentos que manipilam – o sax e a guitarra – relacionando-se entre si e igualmente com o corpo que dança.

    Contribuição para os músicos – 3€

    Constanza Brnèiè

    Coreógrafa e bailarina, nasceu em Buenos Aires mas vive em Barcelona desde a infância. Licenciada em Filosofia, fez o mestrado em Pensamento Contemporâneo e Tradição Clássica pela Universidade de Barcelona, onde atualmente está a fazer o doutoramento em Filosofia Contemporânea.

    Em 2001 funda a Associação Cultural La Sospechosa, com a qual desenvolve diversos projetos com a particularidade de pôr o trabalho cénico em contextos diversos, tais como hospitais, bairros, escolas, centros cívicos, prisões.

    Em 2002, Constanza Brnèiè recebe a bolsa KRTU da Generalitat da Catalunha para criatividade Jovem e em 2003 o subsídio para artistas visuais do Departamento de Cultura da Generalitat da Catalunha pelos projetos Pa Ck e Derribos, investigando possíveis relações lúdicas entre meios tecnológicos e o corpo. Ambos projetos estiveram em residência na Sala Metrònom de Barcelona e no Centro de Cultura Contemporânea de Barcelona, onde também foram abertos ao público.

    Em 2003 é vencedora da Mostra Internacional de videodança, com Blank-Emotive.

    Desde 2009 trabalha como coreógrafa e diretora artística dos projetos comunitários da Escola de Música e Centro de Artes de Hospitalet de Llobregat (EMMCA), bem como do projeto de criação cénica intergeracional PI(È)CE, produzido pelo Teatro Tantarantana e cuja penúltima criação, Li diuen mar, foi estreada no Centro de Cultura Contemporânea de Barcelona, integrada na programação do Festival Internacional Grec 2016.

    Durante a sua já extensa carreira criou numerosas peças de dança em colaboração com os músicos Gabriel Brnèiè, Agustí Fernàndez, Joan Saura, Ferran Fages e Nuno Rebelo, com os dramaturgos Albert Tola e Victória Spunzberg e com a coreógrafa Carme Torrent, entre outros.

    Como intérprete, dançou entre 1996 e 2009 na Companhia Raravis (Andrés Corchero e Rosa Muñoz) e de 2002 a 2005 com a Companhia Malpelo (Maria Muñoz y Pep Ramis). Foi Intérprete solista na ópera A Flauta Mágica, de Mozart, coreografada por Min Tanaka no Festival de Salzburgo, 2008.

    Desde 1996 forma parte ativa da cena de música e dança improvisada em Barcelona, tendo formado parte do coletivo IBA e atuando regularmente com diversas formações, entre as quais se destacam os duos com o pianista Agustí Fernandez, com o guitarrista Ferran Fages e com Nuno Rebelo

    Atualmente é também professora de Improvisação e de Coreografia no Conservatorio Superior de Dança de Barcelona (CSD) e professora convidada na Escola Superior de Arte Dramática de Barcelona (ESAD).

     

    Albert Cirera

    Nasceu em Igualada, Espanha, em 1980. Começou os estudos de música e violino aos 6 anos. Mais tarde escolhe o saxofone como instrumento principal, pela mão de Alfons Carrascossa. Em 2006 gradua-se na Escola Superior de Música da Catalunha, onde estudou com Eladio Reinon, Xavi Figarola, Dani Perez e Agustí Fernandez. Estudou igualmente no Royal Conservatoirum de Haya (Holanda), com John Ruocco. Também recebeu os conselhos de Tony Malaby, Ellery Eskelin, Bill McHenry e Perico Sambeat.

    Depois de 10 anos a residir em Barcelona, desde Outubro de 2013 vive entre Barcelona e Lisboa onde toca regularmente com Ulrich Mitzlaff, Carlos Zingaro, Gabriel Ferrandini, Heranin Faustino ou Abdul Moimême. Tem tocado com Agustí Fernandez, Joe Morris, Dani Dominguez, Jaume Llombart, Hugo Antunes, Massa Kamaguchi, Bart Maris, David Mengual, etc, mas sobretudo com Ramon Prats com quem formam o já mítico duo Duot. Além de liderar os seus próprios projetos (CIREROT, A.C. & Tres Tambors, A.C. Lisbon Trio), integra também diferentes projetos como Memoria Uno, A. Fernandez Liquid Trio / Quintet, AAA, Octopussy Cats e Fail Better.

    Com mas de 30 gravações nos últimos 5 anos, Albert Cirera é um dos saxofonistas mais activos e versáteis da península Ibérica, solicitado tanto na cena de vanguarda bem como na cena mainstream.

     

    Nuno Rebelo

    Nuno Rebelo nasceu em Torres Vedras, em 1960. Formado em Arquitetura pela Escola Superior de Belas Artes de Lisboa, desde muito cedo se dedicou exclusivamente à música, sendo auto-didata nesta área. Durante a década de 80 destacou-se na música Pop, integrando os “Streetkids” (1980-82) e dirigindo os “Mler ife Dada” (1983-89). De 1990 a 92 dirigiu o grupo instrumental “Plopoplot Pot” e, entre 93 e 95, a “Poliploc Orkeshtra”, um ensemble de não-músicos constituído por alunos do Chapitô, que acompanhava com música ao vivo os filmes mudos “Nosferatu”, de Murnau, e Douro, Faina Fluvial, de Manoel de Oliveira.

    No cinema, criou música para filmes de José Nascimento, Edgar Pêra, Ricardo Rezende, Jorge António, Jorge Paixão da Costa, etc.

    No teatro, criou música para encenações de José Wallenstein, João Garcia Miguel, Paulo Filipe Monteiro, António Feio e Águeda Sena.

    Na área da dança, criou música para coreografias de Mark Tompkins, Vera Mantero, Constanza Brncic, João Fiadeiro, Paulo Ribeiro, Aldara Bizarro, Cosmin Manolescu, Malpelo, entre outros. Atuou ao vivo em várias cidades europeias com os bailarinos Mark Tompkins, Vera Mantero, Steve Paxton, Lisa Nelson, Julyen Hamilton, David Zambrano, Constanza Brncic, Frans Poelstra, Boris Charmatz, João Fiadeiro, Nuno Bizarro, Malpelo (Maria Muñoz e Pep Ramis), Mathilde Monier, Christian Rizzo, Patricia Kuypers. Participou no projeto Tuning Scores de Lisa Nelson (Centro Pompidou, Paris, 2003) e no projecto site-specific En Chantier, de Mark Tompkins, que se desenrolou em Paris entre 2001 e 2004 durante a obra de renovação do Théatre de la Cite Internationale, culminando na inauguração do mesmo. Em 2008 compôs a música para o musical “Lulu, une operètte de circonstance”, de Mark Tompkins, para a qual escreveu arranjos para orquestra sinfónica.

    Foi o autor de Pangea (o hino da Expo 98), da música e sonoplastia do espetáculo Oceanos e Utopias (diariamente no pavilhão da Utopia, na Expo 98), bem como da música para o espetáculo de fogo de artifício que marcou a abertura de Porto 2001 Capital Europeia da Cultura. Foi o autor do jingle publicitário de L94  Lisboa Capital Europeia da Cultura 1994 (que ganhou o prémio de melhor música para publicidade nesse ano) e do jingle publicitário do Campeonato Europeu de Futebol Euro 2004.

    Em concertos de música improvisada, (como guitarrista), tocou em diversos países com músicos como Agusti Fernandez, Agusti Martinez, Albert Cirera, Alexander Frangenheim, Alfredo Costa Monteiro, Bart Maris, Damo Suzuki, DJ OLive, Eric M, Ferran Fages, Francesco Cusa, Fried Dahn, Gianni Gebbia, Graham Haynes, Gregg Moore, Hilmar Jensson, Hiroshi Kobayashi, Jakob Draminsky Hojmark, Jean-Marc Montera, Joan Saura, John Bisset, Kato Hideki, Le Quan Ninh, Liba Vilavecchia, Michael Moore, Michael Vatcher, Paolo Angeli, Peter Kowald, Phillipe Aubry, Shelley Hirsch, Tom Chant, Matt Davis, Victor Nubla, Vincent Peter, Xavier Maristany, bem como com a maioria dos improvisadores portugueses, donde se destacam as suas colaborações frequentes com o baterista Marco Franco, com o violoncelista Ulrich Mitzlaff e com o violinista Carlos Zingaro. Participou numa apresentação de Cobra, de John Zorn, dirigida pelo próprio na Casa da Música (Porto, 2008), e na ?European Improvisers Orchestra dirigida por Evan Parker (Belfast, 2012), bem como em vários concertos da Variable Geometry Orchestra, dirigida por Ernesto Rodrigues.

    Em 1998 apresentou o espetáculo As guitarras portuguesas mutantes!!! integrado no festival Mergulho no Futuro da Expo 98. No ambito do Ponti / Porto 2001, apresentou no Teatro Nacional S. João o espetáculo Compact Disconcert, um concerto / retrospectiva das suas composições para teatro e dança. Em 2012 apresentou Cage Walk no Teatro Maria Matos (Lisboa), um tributo ao compositor americano John Cage, por ocasião do centenário do seu nascimento. Também no Teatro Maria Matos e no GNRation (Braga), e por ocasião do centenário do nascimento de Sun Ra, apresentou em 2015 o concerto “We Travel the Spaceways”, com alunos do Conservatório Gulbenkian de Braga.

    Tem lecionado workshops sobre diversos tópicos: técnicas experimentais para guitarra elétrica (Setúbal, Torres Vedras, Almada), improvisação livre  conjuntamente com Carlos Zíngaro – (Oeiras, Almada), improvisação estruturada (Guarda, Portimão, Porto, Mindelo, Maputo), esculturas sonoras (Montemor-o-novo), música com a comunidade (Guarda, Porto). Conjuntamente com Mark Tompkins tem leccionado o workshop audible movement, visible sound que foca a área de contaminação performática entre dança e música (em Estrasburgo, Lisboa, Bucareste, Viena, Toulouse, Lubljana, Mulhouse). Com a coreógrafa Emmanuelle Huyhn leccionou em Paris um workshop de performance com movimento e feedbacks de microfone.

    Tem orientado o workshop Sonosculturas – esculturas sonoras – nas Oficinas do Convento em Montemor-o-novo (2009, 2012, 2017). Como criador nesta área Nuno Rebelo apresentou as suas esculturas sonoras em diversos locais de Portugal, no festival 4X4 em Tromso (Noruega) e na Bienal de Land-Art do I-Park (Connecticut, U.S.A).

    Entre 2004 e 2006 fez parte da direção da associação Granular (www.granular.fm), associação que se tem dedicado a desenvolver e potenciar as músicas de carácter experimental em Portugal e o cruzamento destas com outras formas de expressão artística.

    Entre 2013 e 2015 lecionou a disciplina de Improvisação Contemporânea na Escola Superior de Música Taller de Musics, em Barcelona.

    Sentindo-se mais atraído pela performance em palco do que pela gravação de CDs, aqui se mencionam alguns dos poucos que têm sido editados: Sagração do mês de Maio (EMI, 1989); “M2″ (Ananana 1996); Azul Esmeralda (Ananana 1998); On the edge (Raka, 2002); ZDB (Raka, 2002); Compact Disconcert (TNSJ, 2002). Em 2013 foi editado o CD Removed from the flow of time (guitar solos, 1992-2012) pela editora Creative Sources.

     

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  • Nuno Rebelo + Constanza Brncic + Albert Cirera

    On: 03/02/2018
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    3 março 2018 – 22:00

    Convento S. Francisco

    cartaz-trio-1Por um lado, Constanza Brnèiè e Nuno Rebelo têm colaborado frequentemente, desde logo no duo de improvisação “Si se diera un cuerpo al bullício”, com o qual têm atuado diversas vezes na Catalunha. Por outro lado, também não é a primeira vez que Albert Cirera e Nuno Rebelo coincidem num palco, integrando diversas formações na cena da música improvisada de Barcelona e recentemente em Lisboa, num memorável concerto em duo no bar Irreal. Mas será a primeira vez que os três se apresentam em trio.

    Três corpos, um dos quais se centra em si mesmo para se expressar através do movimento e das suas relações com o espaço e com a música; e outros dois corpos, empenhados na construção de universos musicais através dos instrumentos que manipilam – o sax e a guitarra – relacionando-se entre si e igualmente com o corpo que dança.

    Contribuição para os músicos – 3€

    Constanza Brnèiè

    Coreógrafa e bailarina, nasceu em Buenos Aires mas vive em Barcelona desde a infância. Licenciada em Filosofia, fez o mestrado em Pensamento Contemporâneo e Tradição Clássica pela Universidade de Barcelona, onde atualmente está a fazer o doutoramento em Filosofia Contemporânea.

    Em 2001 funda a Associação Cultural La Sospechosa, com a qual desenvolve diversos projetos com a particularidade de pôr o trabalho cénico em contextos diversos, tais como hospitais, bairros, escolas, centros cívicos, prisões.

    Em 2002, Constanza Brnèiè recebe a bolsa KRTU da Generalitat da Catalunha para criatividade Jovem e em 2003 o subsídio para artistas visuais do Departamento de Cultura da Generalitat da Catalunha pelos projetos Pa Ck e Derribos, investigando possíveis relações lúdicas entre meios tecnológicos e o corpo. Ambos projetos estiveram em residência na Sala Metrònom de Barcelona e no Centro de Cultura Contemporânea de Barcelona, onde também foram abertos ao público.

    Em 2003 é vencedora da Mostra Internacional de videodança, com Blank-Emotive.

    Desde 2009 trabalha como coreógrafa e diretora artística dos projetos comunitários da Escola de Música e Centro de Artes de Hospitalet de Llobregat (EMMCA), bem como do projeto de criação cénica intergeracional PI(È)CE, produzido pelo Teatro Tantarantana e cuja penúltima criação, Li diuen mar, foi estreada no Centro de Cultura Contemporânea de Barcelona, integrada na programação do Festival Internacional Grec 2016.

    Durante a sua já extensa carreira criou numerosas peças de dança em colaboração com os músicos Gabriel Brnèiè, Agustí Fernàndez, Joan Saura, Ferran Fages e Nuno Rebelo, com os dramaturgos Albert Tola e Victória Spunzberg e com a coreógrafa Carme Torrent, entre outros.

    Como intérprete, dançou entre 1996 e 2009 na Companhia Raravis (Andrés Corchero e Rosa Muñoz) e de 2002 a 2005 com a Companhia Malpelo (Maria Muñoz y Pep Ramis). Foi Intérprete solista na ópera A Flauta Mágica, de Mozart, coreografada por Min Tanaka no Festival de Salzburgo, 2008.

    Desde 1996 forma parte ativa da cena de música e dança improvisada em Barcelona, tendo formado parte do coletivo IBA e atuando regularmente com diversas formações, entre as quais se destacam os duos com o pianista Agustí Fernandez, com o guitarrista Ferran Fages e com Nuno Rebelo

    Atualmente é também professora de Improvisação e de Coreografia no Conservatorio Superior de Dança de Barcelona (CSD) e professora convidada na Escola Superior de Arte Dramática de Barcelona (ESAD).

     

    Albert Cirera

    Nasceu em Igualada, Espanha, em 1980. Começou os estudos de música e violino aos 6 anos. Mais tarde escolhe o saxofone como instrumento principal, pela mão de Alfons Carrascossa. Em 2006 gradua-se na Escola Superior de Música da Catalunha, onde estudou com Eladio Reinon, Xavi Figarola, Dani Perez e Agustí Fernandez. Estudou igualmente no Royal Conservatoirum de Haya (Holanda), com John Ruocco. Também recebeu os conselhos de Tony Malaby, Ellery Eskelin, Bill McHenry e Perico Sambeat.

    Depois de 10 anos a residir em Barcelona, desde Outubro de 2013 vive entre Barcelona e Lisboa onde toca regularmente com Ulrich Mitzlaff, Carlos Zingaro, Gabriel Ferrandini, Heranin Faustino ou Abdul Moimême. Tem tocado com Agustí Fernandez, Joe Morris, Dani Dominguez, Jaume Llombart, Hugo Antunes, Massa Kamaguchi, Bart Maris, David Mengual, etc, mas sobretudo com Ramon Prats com quem formam o já mítico duo Duot. Além de liderar os seus próprios projetos (CIREROT, A.C. & Tres Tambors, A.C. Lisbon Trio), integra também diferentes projetos como Memoria Uno, A. Fernandez Liquid Trio / Quintet, AAA, Octopussy Cats e Fail Better.

    Com mas de 30 gravações nos últimos 5 anos, Albert Cirera é um dos saxofonistas mais activos e versáteis da península Ibérica, solicitado tanto na cena de vanguarda bem como na cena mainstream.

     

    Nuno Rebelo

    Nuno Rebelo nasceu em Torres Vedras, em 1960. Formado em Arquitetura pela Escola Superior de Belas Artes de Lisboa, desde muito cedo se dedicou exclusivamente à música, sendo auto-didata nesta área. Durante a década de 80 destacou-se na música Pop, integrando os “Streetkids” (1980-82) e dirigindo os “Mler ife Dada” (1983-89). De 1990 a 92 dirigiu o grupo instrumental “Plopoplot Pot” e, entre 93 e 95, a “Poliploc Orkeshtra”, um ensemble de não-músicos constituído por alunos do Chapitô, que acompanhava com música ao vivo os filmes mudos “Nosferatu”, de Murnau, e Douro, Faina Fluvial, de Manoel de Oliveira.

    No cinema, criou música para filmes de José Nascimento, Edgar Pêra, Ricardo Rezende, Jorge António, Jorge Paixão da Costa, etc.

    No teatro, criou música para encenações de José Wallenstein, João Garcia Miguel, Paulo Filipe Monteiro, António Feio e Águeda Sena.

    Na área da dança, criou música para coreografias de Mark Tompkins, Vera Mantero, Constanza Brncic, João Fiadeiro, Paulo Ribeiro, Aldara Bizarro, Cosmin Manolescu, Malpelo, entre outros. Atuou ao vivo em várias cidades europeias com os bailarinos Mark Tompkins, Vera Mantero, Steve Paxton, Lisa Nelson, Julyen Hamilton, David Zambrano, Constanza Brncic, Frans Poelstra, Boris Charmatz, João Fiadeiro, Nuno Bizarro, Malpelo (Maria Muñoz e Pep Ramis), Mathilde Monier, Christian Rizzo, Patricia Kuypers. Participou no projeto Tuning Scores de Lisa Nelson (Centro Pompidou, Paris, 2003) e no projecto site-specific En Chantier, de Mark Tompkins, que se desenrolou em Paris entre 2001 e 2004 durante a obra de renovação do Théatre de la Cite Internationale, culminando na inauguração do mesmo. Em 2008 compôs a música para o musical “Lulu, une operètte de circonstance”, de Mark Tompkins, para a qual escreveu arranjos para orquestra sinfónica.

    Foi o autor de Pangea (o hino da Expo 98), da música e sonoplastia do espetáculo Oceanos e Utopias (diariamente no pavilhão da Utopia, na Expo 98), bem como da música para o espetáculo de fogo de artifício que marcou a abertura de Porto 2001 Capital Europeia da Cultura. Foi o autor do jingle publicitário de L94  Lisboa Capital Europeia da Cultura 1994 (que ganhou o prémio de melhor música para publicidade nesse ano) e do jingle publicitário do Campeonato Europeu de Futebol Euro 2004.

    Em concertos de música improvisada, (como guitarrista), tocou em diversos países com músicos como Agusti Fernandez, Agusti Martinez, Albert Cirera, Alexander Frangenheim, Alfredo Costa Monteiro, Bart Maris, Damo Suzuki, DJ OLive, Eric M, Ferran Fages, Francesco Cusa, Fried Dahn, Gianni Gebbia, Graham Haynes, Gregg Moore, Hilmar Jensson, Hiroshi Kobayashi, Jakob Draminsky Hojmark, Jean-Marc Montera, Joan Saura, John Bisset, Kato Hideki, Le Quan Ninh, Liba Vilavecchia, Michael Moore, Michael Vatcher, Paolo Angeli, Peter Kowald, Phillipe Aubry, Shelley Hirsch, Tom Chant, Matt Davis, Victor Nubla, Vincent Peter, Xavier Maristany, bem como com a maioria dos improvisadores portugueses, donde se destacam as suas colaborações frequentes com o baterista Marco Franco, com o violoncelista Ulrich Mitzlaff e com o violinista Carlos Zingaro. Participou numa apresentação de Cobra, de John Zorn, dirigida pelo próprio na Casa da Música (Porto, 2008), e na ?European Improvisers Orchestra dirigida por Evan Parker (Belfast, 2012), bem como em vários concertos da Variable Geometry Orchestra, dirigida por Ernesto Rodrigues.

    Em 1998 apresentou o espetáculo As guitarras portuguesas mutantes!!! integrado no festival Mergulho no Futuro da Expo 98. No ambito do Ponti / Porto 2001, apresentou no Teatro Nacional S. João o espetáculo Compact Disconcert, um concerto / retrospectiva das suas composições para teatro e dança. Em 2012 apresentou Cage Walk no Teatro Maria Matos (Lisboa), um tributo ao compositor americano John Cage, por ocasião do centenário do seu nascimento. Também no Teatro Maria Matos e no GNRation (Braga), e por ocasião do centenário do nascimento de Sun Ra, apresentou em 2015 o concerto “We Travel the Spaceways”, com alunos do Conservatório Gulbenkian de Braga.

    Tem lecionado workshops sobre diversos tópicos: técnicas experimentais para guitarra elétrica (Setúbal, Torres Vedras, Almada), improvisação livre  conjuntamente com Carlos Zíngaro – (Oeiras, Almada), improvisação estruturada (Guarda, Portimão, Porto, Mindelo, Maputo), esculturas sonoras (Montemor-o-novo), música com a comunidade (Guarda, Porto). Conjuntamente com Mark Tompkins tem leccionado o workshop audible movement, visible sound que foca a área de contaminação performática entre dança e música (em Estrasburgo, Lisboa, Bucareste, Viena, Toulouse, Lubljana, Mulhouse). Com a coreógrafa Emmanuelle Huyhn leccionou em Paris um workshop de performance com movimento e feedbacks de microfone.

    Tem orientado o workshop Sonosculturas – esculturas sonoras – nas Oficinas do Convento em Montemor-o-novo (2009, 2012, 2017). Como criador nesta área Nuno Rebelo apresentou as suas esculturas sonoras em diversos locais de Portugal, no festival 4X4 em Tromso (Noruega) e na Bienal de Land-Art do I-Park (Connecticut, U.S.A).

    Entre 2004 e 2006 fez parte da direção da associação Granular (www.granular.fm), associação que se tem dedicado a desenvolver e potenciar as músicas de carácter experimental em Portugal e o cruzamento destas com outras formas de expressão artística.

    Entre 2013 e 2015 lecionou a disciplina de Improvisação Contemporânea na Escola Superior de Música Taller de Musics, em Barcelona.

    Sentindo-se mais atraído pela performance em palco do que pela gravação de CDs, aqui se mencionam alguns dos poucos que têm sido editados: Sagração do mês de Maio (EMI, 1989); “M2″ (Ananana 1996); Azul Esmeralda (Ananana 1998); On the edge (Raka, 2002); ZDB (Raka, 2002); Compact Disconcert (TNSJ, 2002). Em 2013 foi editado o CD Removed from the flow of time (guitar solos, 1992-2012) pela editora Creative Sources.

     

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    3 março 2018 – 22:00

    Convento S. Francisco

    cartaz-trio-1Por um lado, Constanza Brnèiè e Nuno Rebelo têm colaborado frequentemente, desde logo no duo de improvisação “Si se diera un cuerpo al bullício”, com o qual têm atuado diversas vezes na Catalunha. Por outro lado, também não é a primeira vez que Albert Cirera e Nuno Rebelo coincidem num palco, integrando diversas formações na cena da música improvisada de Barcelona e recentemente em Lisboa, num memorável concerto em duo no bar Irreal. Mas será a primeira vez que os três se apresentam em trio.

    Três corpos, um dos quais se centra em si mesmo para se expressar através do movimento e das suas relações com o espaço e com a música; e outros dois corpos, empenhados na construção de universos musicais através dos instrumentos que manipilam – o sax e a guitarra – relacionando-se entre si e igualmente com o corpo que dança.

    Contribuição para os músicos – 3€

    Constanza Brnèiè

    Coreógrafa e bailarina, nasceu em Buenos Aires mas vive em Barcelona desde a infância. Licenciada em Filosofia, fez o mestrado em Pensamento Contemporâneo e Tradição Clássica pela Universidade de Barcelona, onde atualmente está a fazer o doutoramento em Filosofia Contemporânea.

    Em 2001 funda a Associação Cultural La Sospechosa, com a qual desenvolve diversos projetos com a particularidade de pôr o trabalho cénico em contextos diversos, tais como hospitais, bairros, escolas, centros cívicos, prisões.

    Em 2002, Constanza Brnèiè recebe a bolsa KRTU da Generalitat da Catalunha para criatividade Jovem e em 2003 o subsídio para artistas visuais do Departamento de Cultura da Generalitat da Catalunha pelos projetos Pa Ck e Derribos, investigando possíveis relações lúdicas entre meios tecnológicos e o corpo. Ambos projetos estiveram em residência na Sala Metrònom de Barcelona e no Centro de Cultura Contemporânea de Barcelona, onde também foram abertos ao público.

    Em 2003 é vencedora da Mostra Internacional de videodança, com Blank-Emotive.

    Desde 2009 trabalha como coreógrafa e diretora artística dos projetos comunitários da Escola de Música e Centro de Artes de Hospitalet de Llobregat (EMMCA), bem como do projeto de criação cénica intergeracional PI(È)CE, produzido pelo Teatro Tantarantana e cuja penúltima criação, Li diuen mar, foi estreada no Centro de Cultura Contemporânea de Barcelona, integrada na programação do Festival Internacional Grec 2016.

    Durante a sua já extensa carreira criou numerosas peças de dança em colaboração com os músicos Gabriel Brnèiè, Agustí Fernàndez, Joan Saura, Ferran Fages e Nuno Rebelo, com os dramaturgos Albert Tola e Victória Spunzberg e com a coreógrafa Carme Torrent, entre outros.

    Como intérprete, dançou entre 1996 e 2009 na Companhia Raravis (Andrés Corchero e Rosa Muñoz) e de 2002 a 2005 com a Companhia Malpelo (Maria Muñoz y Pep Ramis). Foi Intérprete solista na ópera A Flauta Mágica, de Mozart, coreografada por Min Tanaka no Festival de Salzburgo, 2008.

    Desde 1996 forma parte ativa da cena de música e dança improvisada em Barcelona, tendo formado parte do coletivo IBA e atuando regularmente com diversas formações, entre as quais se destacam os duos com o pianista Agustí Fernandez, com o guitarrista Ferran Fages e com Nuno Rebelo

    Atualmente é também professora de Improvisação e de Coreografia no Conservatorio Superior de Dança de Barcelona (CSD) e professora convidada na Escola Superior de Arte Dramática de Barcelona (ESAD).

     

    Albert Cirera

    Nasceu em Igualada, Espanha, em 1980. Começou os estudos de música e violino aos 6 anos. Mais tarde escolhe o saxofone como instrumento principal, pela mão de Alfons Carrascossa. Em 2006 gradua-se na Escola Superior de Música da Catalunha, onde estudou com Eladio Reinon, Xavi Figarola, Dani Perez e Agustí Fernandez. Estudou igualmente no Royal Conservatoirum de Haya (Holanda), com John Ruocco. Também recebeu os conselhos de Tony Malaby, Ellery Eskelin, Bill McHenry e Perico Sambeat.

    Depois de 10 anos a residir em Barcelona, desde Outubro de 2013 vive entre Barcelona e Lisboa onde toca regularmente com Ulrich Mitzlaff, Carlos Zingaro, Gabriel Ferrandini, Heranin Faustino ou Abdul Moimême. Tem tocado com Agustí Fernandez, Joe Morris, Dani Dominguez, Jaume Llombart, Hugo Antunes, Massa Kamaguchi, Bart Maris, David Mengual, etc, mas sobretudo com Ramon Prats com quem formam o já mítico duo Duot. Além de liderar os seus próprios projetos (CIREROT, A.C. & Tres Tambors, A.C. Lisbon Trio), integra também diferentes projetos como Memoria Uno, A. Fernandez Liquid Trio / Quintet, AAA, Octopussy Cats e Fail Better.

    Com mas de 30 gravações nos últimos 5 anos, Albert Cirera é um dos saxofonistas mais activos e versáteis da península Ibérica, solicitado tanto na cena de vanguarda bem como na cena mainstream.

     

    Nuno Rebelo

    Nuno Rebelo nasceu em Torres Vedras, em 1960. Formado em Arquitetura pela Escola Superior de Belas Artes de Lisboa, desde muito cedo se dedicou exclusivamente à música, sendo auto-didata nesta área. Durante a década de 80 destacou-se na música Pop, integrando os “Streetkids” (1980-82) e dirigindo os “Mler ife Dada” (1983-89). De 1990 a 92 dirigiu o grupo instrumental “Plopoplot Pot” e, entre 93 e 95, a “Poliploc Orkeshtra”, um ensemble de não-músicos constituído por alunos do Chapitô, que acompanhava com música ao vivo os filmes mudos “Nosferatu”, de Murnau, e Douro, Faina Fluvial, de Manoel de Oliveira.

    No cinema, criou música para filmes de José Nascimento, Edgar Pêra, Ricardo Rezende, Jorge António, Jorge Paixão da Costa, etc.

    No teatro, criou música para encenações de José Wallenstein, João Garcia Miguel, Paulo Filipe Monteiro, António Feio e Águeda Sena.

    Na área da dança, criou música para coreografias de Mark Tompkins, Vera Mantero, Constanza Brncic, João Fiadeiro, Paulo Ribeiro, Aldara Bizarro, Cosmin Manolescu, Malpelo, entre outros. Atuou ao vivo em várias cidades europeias com os bailarinos Mark Tompkins, Vera Mantero, Steve Paxton, Lisa Nelson, Julyen Hamilton, David Zambrano, Constanza Brncic, Frans Poelstra, Boris Charmatz, João Fiadeiro, Nuno Bizarro, Malpelo (Maria Muñoz e Pep Ramis), Mathilde Monier, Christian Rizzo, Patricia Kuypers. Participou no projeto Tuning Scores de Lisa Nelson (Centro Pompidou, Paris, 2003) e no projecto site-specific En Chantier, de Mark Tompkins, que se desenrolou em Paris entre 2001 e 2004 durante a obra de renovação do Théatre de la Cite Internationale, culminando na inauguração do mesmo. Em 2008 compôs a música para o musical “Lulu, une operètte de circonstance”, de Mark Tompkins, para a qual escreveu arranjos para orquestra sinfónica.

    Foi o autor de Pangea (o hino da Expo 98), da música e sonoplastia do espetáculo Oceanos e Utopias (diariamente no pavilhão da Utopia, na Expo 98), bem como da música para o espetáculo de fogo de artifício que marcou a abertura de Porto 2001 Capital Europeia da Cultura. Foi o autor do jingle publicitário de L94  Lisboa Capital Europeia da Cultura 1994 (que ganhou o prémio de melhor música para publicidade nesse ano) e do jingle publicitário do Campeonato Europeu de Futebol Euro 2004.

    Em concertos de música improvisada, (como guitarrista), tocou em diversos países com músicos como Agusti Fernandez, Agusti Martinez, Albert Cirera, Alexander Frangenheim, Alfredo Costa Monteiro, Bart Maris, Damo Suzuki, DJ OLive, Eric M, Ferran Fages, Francesco Cusa, Fried Dahn, Gianni Gebbia, Graham Haynes, Gregg Moore, Hilmar Jensson, Hiroshi Kobayashi, Jakob Draminsky Hojmark, Jean-Marc Montera, Joan Saura, John Bisset, Kato Hideki, Le Quan Ninh, Liba Vilavecchia, Michael Moore, Michael Vatcher, Paolo Angeli, Peter Kowald, Phillipe Aubry, Shelley Hirsch, Tom Chant, Matt Davis, Victor Nubla, Vincent Peter, Xavier Maristany, bem como com a maioria dos improvisadores portugueses, donde se destacam as suas colaborações frequentes com o baterista Marco Franco, com o violoncelista Ulrich Mitzlaff e com o violinista Carlos Zingaro. Participou numa apresentação de Cobra, de John Zorn, dirigida pelo próprio na Casa da Música (Porto, 2008), e na ?European Improvisers Orchestra dirigida por Evan Parker (Belfast, 2012), bem como em vários concertos da Variable Geometry Orchestra, dirigida por Ernesto Rodrigues.

    Em 1998 apresentou o espetáculo As guitarras portuguesas mutantes!!! integrado no festival Mergulho no Futuro da Expo 98. No ambito do Ponti / Porto 2001, apresentou no Teatro Nacional S. João o espetáculo Compact Disconcert, um concerto / retrospectiva das suas composições para teatro e dança. Em 2012 apresentou Cage Walk no Teatro Maria Matos (Lisboa), um tributo ao compositor americano John Cage, por ocasião do centenário do seu nascimento. Também no Teatro Maria Matos e no GNRation (Braga), e por ocasião do centenário do nascimento de Sun Ra, apresentou em 2015 o concerto “We Travel the Spaceways”, com alunos do Conservatório Gulbenkian de Braga.

    Tem lecionado workshops sobre diversos tópicos: técnicas experimentais para guitarra elétrica (Setúbal, Torres Vedras, Almada), improvisação livre  conjuntamente com Carlos Zíngaro – (Oeiras, Almada), improvisação estruturada (Guarda, Portimão, Porto, Mindelo, Maputo), esculturas sonoras (Montemor-o-novo), música com a comunidade (Guarda, Porto). Conjuntamente com Mark Tompkins tem leccionado o workshop audible movement, visible sound que foca a área de contaminação performática entre dança e música (em Estrasburgo, Lisboa, Bucareste, Viena, Toulouse, Lubljana, Mulhouse). Com a coreógrafa Emmanuelle Huyhn leccionou em Paris um workshop de performance com movimento e feedbacks de microfone.

    Tem orientado o workshop Sonosculturas – esculturas sonoras – nas Oficinas do Convento em Montemor-o-novo (2009, 2012, 2017). Como criador nesta área Nuno Rebelo apresentou as suas esculturas sonoras em diversos locais de Portugal, no festival 4X4 em Tromso (Noruega) e na Bienal de Land-Art do I-Park (Connecticut, U.S.A).

    Entre 2004 e 2006 fez parte da direção da associação Granular (www.granular.fm), associação que se tem dedicado a desenvolver e potenciar as músicas de carácter experimental em Portugal e o cruzamento destas com outras formas de expressão artística.

    Entre 2013 e 2015 lecionou a disciplina de Improvisação Contemporânea na Escola Superior de Música Taller de Musics, em Barcelona.

    Sentindo-se mais atraído pela performance em palco do que pela gravação de CDs, aqui se mencionam alguns dos poucos que têm sido editados: Sagração do mês de Maio (EMI, 1989); “M2? (Ananana 1996); Azul Esmeralda (Ananana 1998); On the edge (Raka, 2002); ZDB (Raka, 2002); Compact Disconcert (TNSJ, 2002). Em 2013 foi editado o CD Removed from the flow of time (guitar solos, 1992-2012) pela editora Creative Sources.

     

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  • Nuno Rebelo – concerto

    On: 10/31/2017
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    4 Novembro – 19:00 – Ermida de S. Pedro da Ribeira (Montemor-o-Novo)

    Entrada Livre – Inserido no encontro de Telheiros do Sul
    images
    Nuno Rebelo foi artista convidado para Residencia de Sonoscultura. Após uma semana intensiva de oficina Som e Espaço, que resultou numa exposição homonima, visitável agora na Galeria Municipal de Montemor-o-Novo, Nuno Rebelo mantem-se em Residência de Criação até dia 8 de Novembro e brinda-nos com um concerto no âmbito do Encontro de Telheiros do Sul.
    Licenciado em Arquitectura pela ESBAL, dedicou-se desde logo exclusivamente à música, tendo integrado o grupo new wave Streetkids entre 1980 e 1982 e dirigindo os Mler Ife Dada de 1983 a 1989. De 1990 a 1992 dirigiu o grupo instrumental Plopoplot Pot e, entre 1993 e 1995, a Poliploc Orkeshtra, que acompanhou com música ao vivo os filmes mudos Nosferatu, de Murnau, e Douro, Faina Fluvial, de Manoel de Oliveira.
    Em 1988 criou a música para a passagem de moda Manobras de Maio e, desde então, compôs também para vários filmes, peças de teatro e dança contemporânea. Foi o autor do hino da Expo ’98, da música e sonoplastia do espectáculo Oceanos e Utopias, no Pavilhão da Utopia da Expo ’98, e ainda da música para o espectáculo de fogo de artifício que marcou a abertura de Porto 2001 Capital Europeia da Cultura.
    No teatro criou música para encenações de José Wallenstein, António Feio, Paulo Filipe Monteiro e Águeda Sena. No cinema, compôs para filmes de
    José Nascimento, Edgar Pêra, Ricardo Rezende, Jorge António, Jorge Paixão da Costa, entre outros. Já na área da dança criou música para coreografias
    de Paulo Ribeiro, Mark Tompkins, Vera Mantero, João Fiadeiro, Aldara Bizarro, Cosmin Manolescu, entre outros. Coreógrafos como Steve Paxton e Rui
    Horta utilizaram música de Nuno Rebelo nas suas coreografias. Participou nos encontros coreográficos Skite (Lisboa, 1994) e European Choreographic Forum 5 (Dartington, Reino Unido, 1996).
    Como guitarrista, o seu percurso levou-o à guitarra eléctrica preparada, tendo então evoluído no sentido de uma linguagem própria que aos poucos vai
    deixando de parte a preparação do instrumento. Afirmando-se como guitarrista experimental e improvisador, tem tocado em diversos países com músicos como Peter Kowald, Gianni Gebbia, Jean Marc Montera, Kato Hideki, Shelley Hirsch, Michael Moore, Le Quan Ninh, Paolo Angeli, etc., bem como com a maioria dos improvisadores portugueses. Em 1993 começou a aplicar à guitarra portuguesa as técnicas até então desenvolvidas na guitarra eléctrica, tendo-a baptizado de guitarra portuguesa mutante.
    Esta pesquisa, que continua actualmentea desenvolver, deu origem a projectos como As guitarras portuguesas mutantes!!! e So Happy Together (trio de Nuno Rebelo, Vítor Rua e Vera Mantero).
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  • Nuno Rebelo – concerto

    On: 10/31/2017
    In: Concertos, Residências
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    4 Novembro – 19:00 – Ermida de S. Pedro da Ribeira (Montemor-o-Novo)
    Entrada Livre – Inserido no encontro de Telheiros do Sul
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    Nuno Rebelo foi artista convidado para Residencia de Sonoscultura. Após uma semana intensiva de oficina Som e Espaço, que resultou numa exposição homonima, visitável agora na Galeria Municipal de Montemor-o-Novo, Nuno Rebelo mantem-se em Residência de Criação até dia 8 de Novembro e brinda-nos com um concerto no âmbito do Encontro de Telheiros do Sul.
    Licenciado em Arquitectura pela ESBAL, dedicou-se desde logo exclusivamente à música, tendo integrado o grupo new wave Streetkids entre 1980 e 1982 e dirigindo os Mler Ife Dada de 1983 a 1989. De 1990 a 1992 dirigiu o grupo instrumental Plopoplot Pot e, entre 1993 e 1995, a Poliploc Orkeshtra, que acompanhou com música ao vivo os filmes mudos Nosferatu, de Murnau, e Douro, Faina Fluvial, de Manoel de Oliveira.
    Em 1988 criou a música para a passagem de moda Manobras de Maio e, desde então, compôs também para vários filmes, peças de teatro e dança contemporânea. Foi o autor do hino da Expo ’98, da música e sonoplastia do espectáculo Oceanos e Utopias, no Pavilhão da Utopia da Expo ’98, e ainda da música para o espectáculo de fogo de artifício que marcou a abertura de Porto 2001 Capital Europeia da Cultura.
    No teatro criou música para encenações de José Wallenstein, António Feio, Paulo Filipe Monteiro e Águeda Sena. No cinema, compôs para filmes de
    José Nascimento, Edgar Pêra, Ricardo Rezende, Jorge António, Jorge Paixão da Costa, entre outros. Já na área da dança criou música para coreografias
    de Paulo Ribeiro, Mark Tompkins, Vera Mantero, João Fiadeiro, Aldara Bizarro, Cosmin Manolescu, entre outros. Coreógrafos como Steve Paxton e Rui
    Horta utilizaram música de Nuno Rebelo nas suas coreografias. Participou nos encontros coreográficos Skite (Lisboa, 1994) e European Choreographic Forum 5 (Dartington, Reino Unido, 1996).
    Como guitarrista, o seu percurso levou-o à guitarra eléctrica preparada, tendo então evoluído no sentido de uma linguagem própria que aos poucos vai
    deixando de parte a preparação do instrumento. Afirmando-se como guitarrista experimental e improvisador, tem tocado em diversos países com músicos como Peter Kowald, Gianni Gebbia, Jean Marc Montera, Kato Hideki, Shelley Hirsch, Michael Moore, Le Quan Ninh, Paolo Angeli, etc., bem como com a maioria dos improvisadores portugueses. Em 1993 começou a aplicar à guitarra portuguesa as técnicas até então desenvolvidas na guitarra eléctrica, tendo-a baptizado de guitarra portuguesa mutante.
    Esta pesquisa, que continua actualmentea desenvolver, deu origem a projectos como As guitarras portuguesas mutantes!!! e So Happy Together (trio de Nuno Rebelo, Vítor Rua e Vera Mantero).
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  • Concerto Nuno Rebelo

    On: 10/09/2017
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    cartaz-Sonoscultura-20174 Novembro, 18:00

    Ermida de S. Pedro (No âmbito ddo Encontro de Telheiros)

    Pela terceira vez na Oficinas do Convento, Nuno Rebelo orientará processos colaborativos.

    É na zona comum entre arte sonora e visual que se situa o território a explorar, onde o objecto plástico se torna ele próprio Som – ou onde o Som se materializa no próprio objecto plástico que produz. Um território com amplas possibilidades de investigação, que pode integrar o vídeo, a performance, o desenho, a instalação, a escultura, a gravação sonora, a música gerada em directo por algum sistema cinético, electrico, electrónico, atmosférico…

    No final da Oficina será apresentado ao público o resultado do trabalho desenvolvido colaborativamente, sob a forma de exposição com eventuais momentos performáticos.

    Um território onde todo o objecto tem som, produz som ou, em silêncio, fala de som.

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  • TAL Projecto

    On: 03/01/2019
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    TAL – Técnicas, Artes e Lugares – Projecto

    2018>>2021

     

    Evocando os 21 anos de existência e história da Associação Oficinas do Convento e considerando a integração de novas dinâmicas artísticas globais na sua actividade, o TAL – Técnicas, Artes e Lugares – Projecto surge em formato de apoio na dinamização de diversas intervenções sobretudo no campo das Artes Visuais, abrangendo a Arquitetura, Artes Plásticas (Cerâmica, Sonoscultura, Artes Gráficas, etc), Fotografia, Novos Media e Design e complementando-se através da combinação entre o património natural e humano do concelho com os discursos artísticos, como forma de edificar saberes e lugares.

    A cidade de Montemor-o-Novo, marcada pela sua vertente cultural, convidou a que várias estruturas de criação artística se assentassem neste concelho promovendo mais-valias inegáveis junto da população, factor de cidadania e qualificação indiscutíveis. Assim, a relação entre a Oficinas do Convento e o Município de Montemor-o-Novo tem-se vindo a revelar cada vez mais substancial já que a Associação é uma das estruturas promotoras da actividade artística e cultural, promovendo várias dinâmica, hoje com o apoio do TAL Projecto, que se manterá ao longo de quatro anos (2018-2021).

     

    Residência Artística Tradição><Contemporâneo

    Programa de residências artísticas para criadores da Região – Alentejo –

    Enquadrado pelo programa quadrienal Técnica, Artes e Lugares, A Oficinas do Convento oferece a possibilidade de novas relações para a produção artística, através da disponibilização dos seus recursos técnicos que visam permitir o desenvolvimento de um projecto em residência artística dirigido a jovens criadores residentes no Alentejo.

     

    Setembro a Outubro 2018

    O artista Eduardo Freitas desenvolveu o seu projecto “Anatomia Regional”, em residência artística, onde abordou dois conceitos principais: “o corpo e a Tradição do Alentejo”. Para investigar o tema corporal, o artista materializou imagens da anatomia humana, como os órgãos, ossos e sons do organismo, enquanto que os aspectos do Alentejo foram representados por elementos culturais, materiais e valores históricos, como o pão, o cante alentejano e as relações sociais concernentes a essa região.

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    Residência Artística Tijolo

    Enquadrado pelo programa quadrienal Técnicas, Artes e Lugares, A Oficinas do Convento propõe um programa de Residências Artística tendo como mote o Tijolo enquanto elemento base para a criação artística, que pode ser pensado e usado na sua dimensão mais imediata — objectual e construtiva — evidenciando aspectos de produção, formação, conformação ou aplicação ou ser considerado na sua vertente poética, social, histórica ou cultural, explorando a diversidade e as potencialidades formais e conceptuais do tijolo, através de diferentes linguagens da criação.

     

    Dezembro 2018 e Fevereiro 2019

    O projecto “Wearing Bricks”, dos artistas Cristina Gallizioli e Marco Ferrari, foi o vencedor do concurso de Residência Artística Tijolo no ano de 2018, e dividiu-se em duas fases. Este projecto consistiu na instalação de pequenos tijolos, para criar estruturas arquitectónicas em torno do corpo como se este se tratasse de uma paisagem. A instalação transforma-se numa performance através da presença da figura humana, da mesma forma que os artistas vão usar os projectos dos pequenos tijolos  na criação de um cenário para as suas histórias tomarem lugar.

     

    Cidade Pré0cupada 2018

    De 30 de Junho a 14 de Julho 2018

    O evento propõe “ocupar” Montemor-o-Novo com diversas linguagens que cheguem tanto a novos públicos como à comunidade montemorense. Esta é uma oportunidade para dinamizar uma série de estruturas e equipamentos existentes na cidade, assim como para valorizar parcerias, a partir de diferentes manifestações artísticas, espelhando o legado que a Associação tem vindo a criar a partir da sua experiência de trabalho.

    O Evento estreia-se no dia 30 de Junho, na Casa Branca, uma localidade do concelho com tantas relações por explorar e repleta de casas prontas para receber novos projetos e habitantes. É aqui que se vão partilhar e testemunhar discussões, seguidas de uma mesa posta partilhada por todos e de um concerto de encerramento.

    Oficinas como a “Poster Expresso”, “Cada Casa Uma Casa”, “Saídas de Mestre” vão oferecer novos conhecimentos e práticas ao longo das duas semanas e a música vai ocupar as noites quentes de Verão com artistas como Jon Luz (CPV), Luca Argel (BR), Galgo (PT), Os Compotas (PT), Sculpture (UK), La Redada (MX) e DJ Marcelle (NL), entre outros.

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    Fotomaton

    O Fotomaton é um projecto do Makers in Little Lisbon – MILL em colaboração com a Oficinas do Convento.

    Está instalado no Convento de S. Francisco.

    As fotografias digitais podem ser vistas aqui

     

    Oficina da Luz

    Novembro 2018

    GEO GRAFIA

    Um confronto entre um passado físico e o recente na sua influência na vida da população. A evolução da paisagem e animais no seu meio preciso.
    Mudanças no trabalho e no lazer. As relações humanas entre si e a sua influência na urbanização. O desenvolvimento nas estruturas da cidade e o relacionamento com as organizações passadas. A sua influência no dia a dia da evolução critica do sinónimo de felicidade. O movimento dos habitantes para o encontro da partida até ao seu destino no concelho para dentro duma tarefa. A importância da imagem na vida dentro do concelho. Relações no trabalho em diferentes áreas.
    A cultura como o relacionamento possível entre as pessoas para um melhor entendimento à sua volta, de uma forma directa-poética  e o desporto como uma manutenção do corpo à aceitação da consciência da sua transformação física da sua existência.

     

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    Bandas em Itinerância

    2 de Fevereiro 2018

    Concerto Urso Bardo

    Urso Bardo é uma banda instrumental formada em Lisboa em 2014. A sua música está profundamente enraizada em torno de melancolia e saudade, dois traços bem portugueses, combinando melodias lentas com guitarras distorcidas.

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    15 de Fevereiro 2018

    Concerto A Shrimp Case + Triceracops

    A Shrimp Case descrevem-se como uma dupla disruptiva de noise rock que escolheu este caminho para fazer algum (pouco) dinheiro. No espírito puro dos  start-upers, eles juntam sintetizadores e beats electrónicos ao riff de rock selvagem para aumentar a sua participação no mercado do noise rock.

    Triceracops descrevem-se como uma banda hiper-sonica de noise rock criada em 3017 em Rabla (New-Nancy FR). Descendentes das antigas bandas Nid’Poul Tomato Djihad & Ayya, basicamente viajam no tempo para acabar com os seus inimigos mortais: Ad Friendly Evil Lords Robot A.I’s and Nazis Reptilians with Cow boy Hats.

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    16 de Fevereiro 2018

    Performance ANTEZ

    O artista ANTEZ apresentou o seu projecto de percussão Continuum, que se iniciou pelo uso de pratos, mas faridamente o artista começou a usar qualquer tipo de objectos que encontra. Os Continuums têm texturas sonoras incomuns que testam os limites da nossa percepção. Estes sons evocam a contenção, o excesso, a imersão e a itemporalidade.

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    3 de Março 2018

    Concerto Nuno Rebelo + Constanza Brncic + Albert Cirera

    Três corpos, um dos quais se centra em si mesmo para se expressar através do movimento e das suas relações com o espaço e com a música; e outros dois corpos, empenhados na construção de universos musicais através dos instrumentos que manipilam – o sax e a guitarra – relacionando-se entre si e igualmente com o corpo que dança.

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    15 de Março 2018

    Concerto Pisitakun

    Pisitakun (Bangkok-Thailand) iniciou o seu percurso nas artes visuais e na música em 2014 inspirando a sua musica em variados temas como eventos históricos,  sons sintéticos e instrumentos musicais vários. As criações de Pisitakun baseia-se na especulação política e nas frustrações externas e internas a que os artistas estão sujeitos.

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    22 de Março 2018

    Concerto TON-DOSE

    TON-DOSE é um projecto focado em criar pequenos dispositivos sonoros. Geradores de frequencia e som, feedbacks, loopers, delays, etc. inseridos em latas de comida. Manipilando os elementos é criada uma experiencia electroacustica com uma forte caracteristica poética.

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    6 de Abril de 2018

    Concerto Trio Jazz – Jorge Nuno, José Lencastre e Pedro Santo

    Traços de saxofone percorrem um espaço secreto e perdido usando cordas electricas como vias e percussão como guia para um processo conjunto.

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    5 de Maio 2018

    Concerto Lucifer’s Ensemble + H04

    Pela terceira vez (2015 e 2016), Lucifer’s Ensemble residem na Oficinas do Convento e apresentam-nos mais um espectáculo música-performance e desta vez trazem mais uma surpresa – H04, que actua com instrumentos da sua autoria, modificados por ‘circuit bending’.

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    18 de Maio 2018

    Concerto Le Singe Blanc

    Ainda armados com dois baixos e um sentido agudo do absurdo, LSB estão de volta ao palco com um novo baterista/cantor e novas músicas.

     

    2 de Junho 2018

    Concerto Spacebop

    Benoit Crauste, criador e saxofonista de Monkuti regressa a Portugal com o seu novo Projecto Space Bop, partindo em busca de uma brecha no espaço-tempo para vencer o Algoritmo.

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    15 de Junho 2018

    Concerto CACO

    CACO é um projecto de música visual do músico e realizador Luís Fernandes que usa imagens em movimento como mais uma fonte de criação sonora e musical nas suas performances ao vivo.

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    7 de Setembro 2018

    Concerto João Berhan

    João é de Lisboa. Em 2012, gravou em casa um inopinado disco de estreia, Toda a Gente a Fugir para a Frente, e cantou-o pelo país irreal. Para chegar a 2018, serviu à mesa, praticou apneia nas profundezas disruptivas do corporate marketing impactante, escreveu canções sobre isso (esta parte é mentira) e fez um filho. Tudo por gosto.

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    11 de Outubro 2018

    Performance Muyassar Kurdi

    Muyassar Kurdi apresenta a sua performance que mistura cinema, dança e música, num só espaço. Traz consigo duas curtas-metragens, da sua autoria, que vão servir de pano de fundo neste fantástico espectáculo.

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    26 de Outubro 2018

    Concerto Hadokowa

    Formado em Taiwan, e agora em formação francesa, o duo Hadokowa lançou o seu primeiro EP na electrónica portuguesa Enough Records e na mexicana Nacion Libre Records, para verem o quão versáteis eles são. Algures entre chiptune e punk-hardcore, o duo robótico distribui a sua mensagem de forma rápida com intensidade e com o uso de instrumentos invulgares. Não é uma actuação do rock corrente.

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    31 de Outubro 2018

    Concerto Tildaflipers

    Tildaflipers é como um dub derretido e reminiscente parte da era dourada do punk britânico/postpunk. O projecto tem mais de 20 lançamentos, em diferentes formatos, e uma constante dedicação às performances ao vivo locais assim como tours.

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    10 de Novembro 2018

    3 Concertos:

    Olan Monk

    Pierre Pierre Pierre

    Baku9

    Olan Monk – Co-fundador do C.A.N.V.A.S., um colectivo artístico que dá nome a uma série de eventos que lançaram a editora em 2018. Tendo feito eventos em Londres, Berlim, colaborações com artistas tão diversos como Actress e Ashley Paul, performances ao lado de Thurston Moore (Sonic Youth) e Martin Rev (Suicide), assim como DJ sets na rádio Londrina NTS.

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    Pierre Pierre Pierre – Non-techno para non-dansar / electro-psycho-acoustics live coding
    Ex-membro da organização dos festivais de música experimental Cable# e do cinema experimental Mire, na cidade francesa de Nantes, PPP gere agora a 50hz, criando eventos para as artes experimentais em diferentes lugares. Colabora com Clinch (AV2), Will Guthrie (WAV2), Nuno Marques Pinto (Mother Faca) e com Rui Leal (RRR), tendo já tocado na França e em Portugal a solo.

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    Baku9 – Música electro-acústica improvisada / dronoise-electronics. Projecto a solo de Xavier Paes. Praticando nas áreas da multimedia, música experimental improvisada, performance, activismo e multi-instrumentalismo, toca em Dies Lexic (ex-Dyslexic Project) com Inês Silva desde 2015 e integra em 2017 no colectivo artístico portuense Favela Discos, tendo participado em eventos como Serralves em Festa e Milhões de Festa, Culto-Circuito: Festival de Música Improvisada do Porto, O Museu Como Performance (Serralves) e no estrangeiro no Stichting Centrum (Haia), OCCII e Free Fringe Festival – Vondelbunker (Amesterdão) e nos La Pointe Lafayette e L’ International (Paris).

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    14 de Novembro 2018

    Concerto Vyryl

    VYRYL é um duo francês de electro/rock, a banda já actuou em mais de 150 concertos em França, Alemanha, Suíça e Bélgica.

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    15 de Dezembro 2018

    Performance Mariana Bley e Benoit Crauste

    “Chuva Caiu” é uma reverberação sonora-imagética, resultado de um encontro entre a artista visual brasileira Mari Bley e o saxofonista e compositor francês Benoit Crauste. Realizado na Mata Atlântica do norte do estado do Rio de Janeiro, “Chuva Caiu” é uma jornada meditativa no coração da floresta, uma homenagem ao longo do tempo das plantas e animais, à fragilidade e à força da natureza atemporal, em conexão com o tempo de crescimento da raiz, o dever da colaboração entre seres animais, vegetais, minerais e humanos.

     

    20 de Dezembro 2018

    Concerto Ikizukuri

    Os Ikizukuri – Julius Gabriel (saxofone e electrónicas), Gonçalo Almeida  (baixo) e Gustavo Costa (bateria) – são um projecto sediado no Porto com ramificações em Roterdão, Holanda. Assentando-se numa base de desconstrução do legado do free jazz e do rock experimental, a sua sonoridade parte da visceralidade de uma secção rítmica convencional de baixo eléctrico e bateria, para depois ser expandida através de um saxofone densamente processado.

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    Galeria de Rua BREVE MENTE

    “Apelo ao Sal” de Cecília Cipriano (Maio 2018)

    Apelo ao Sal é o registro da intervenção performática em espaço urbano, que consistiu no espalhamento de uma tonelada e meia de sal grosso, formando um tapete de sal, nas escadarias de acesso à Câmara Municipal do Rio de Janeiro – Casa administrativa dos cidadãos cariocas, em 06 de dezembro de 2016.

    Após a performance do espalhamento, o tapete de sal foi pisoteado e parcialmente espalhado pelos usuários da Casa (Vereadores, Funcionários e Visitantes) ao longo do dia e recolhido no final da tarde para o retorno ao mar, que ocorreu no dia 02 de fevereiro de 2017.

     

    “Vênus Nossa Senhora Iemanjá”de Olívio Neto (Maio 2018)

    O trabalho do artista Olívio Neto, “Vênus Nossa Senhora Iemanjá”, foi o primeiro a que deu início dentro da série Mitos. O projeto desta série é a criação de outras associações de imagens do politeísmo greco-romano, com os santos católicos e os orixás das religiões africanas.

     

    “Pontes entre Mundos” de dAM- Damião Silva  (Julho 2018)

    “Imagens sagradas evocam claramente paixão e disputa. Qual é seu propósito?
    – As imagens fazem-nos lembrar da presença do sagrado: elas confortam e fortalecem.
    – As imagens de espíritos servem para focar a visão interior.
    – As imagens servem como ponto focal de um altar, sobre o qual você se concentra.
    – As Imagens podem servir como um lugar de descanso ou lar para espíritos.
    – As Imagens servem como portais através dos quais os espíritos podem ser mais facilmente contatados. Diné (Navajo) é a palavra para as pinturas sagradas de areia – “likah” – pode ser traduzida como “o lugar onde os espíritos vêm e vão” ou “uma invocação dos espíritos”.” ~ Encyclopedia of Spirits The Ultimate Guide to the Magic of Fairies, Genies, Demons, Ghosts, Gods & Goddesses

     

    “United We Stand” de Catarina Bota Leal (Setembro 2018)

    Tu controlas o espaço, olhando em volta.
    Quem passa, procura encurtar caminho.
    Os portões do quarteirão estão abertos.
    A luz e o calor são do sul.
    Nas tuas mãos, o livro.
    Desenho a frase sublinhada por alguém que não conheço.
    Amanhã à mesma hora saímos da cidade.
    La ville doit assurer, sur le plan spirituel et matériel, la liberté individuelle et le bénéfice de l’action collective. A frase é do arquitecto Le Corbusier presente na Carta de Atenas de 1933, rescrita e fotografada em 2017 no Politécnico de Atenas.

     

    Oficina isaSoundBox

     Outubro e Novembro 2018

    O artista Simão Costa esteve em residência na Oficinas do Convento a desenvolver o projecto isaSoundBox, que se trata de um conjunto de peças interactivas, de caráter participativo.  São caixas de formatos variados, obcecadas por tornar o som tátil e visível, usam altifalantes subwoofer para dar corpo ao som. O toque é assim eleito meio soberano de contacto entre os som o os ouvintes, e entre os ouvintes e as caixas.

    A partir desta residência surgiram vários Workshops na Oficina da Criança em Montemor-o-Novo com o intuito de dar a conhecer intuitivamente o projecto.

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    Fanzine

    Dezembro 2018

    A Poster-it #0 é a primeira publicação de um projecto desenvolvido na Oficinas do Convento que contou com a colaboração dos artistas:

    Inês Pucarinha

    McCloud Zicmuse

    Miguel Rocha

    Ana Almeida Pinto

    Tiago Fróis

    Renata Bueno

    Susana Marques

    Marvina

    Paula Martinez

    Miguel Carneiro

    OFICINA ARARA

    Agenda da Tipografia

    Esta fanzine, que junta um conjunto de posters criados por estes artistas, e que conta com duas capas distintas , pode ser adquirida no Convento de São Francisco (Oficinas do Convento) e na Cooperativa Integral Minga.

     

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  • “Sonosculturas na Galeria Municipal” por Gerbert Verheij

    On: 11/22/2017
    In: Exposições, Noticias, Oficinas, Residências
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    _MG_8333Sonosculturas na Galeria Municipal

    “Durante duas semanas, dois ruidosos animais de cerâmica davam as boas-vindas aos visitantes da Galeria Municipal. Resgatados (ou raptados) de um dos pacatos canteiros do claustro do Convento de São Francisco, foram dotadas de alto-falantes no lugar das cabeças. Reproduziam com súbitas vibrações sons surpreendentes (tratava-se de gravações de uma ripa de madeira tocada com arco de violino). Lá dentro, a exposição – que ocupava todos os espaços da galeria, sem desdenhar a casa de banho ou o vão-de-escada do bar – rapidamente nos envolvia. Logo à entrada, uma instalação colectiva de paralelepípedos metálicos movidos a ventoinhas, velhos gira-discos e pedras produzia algo como um lento banho de imersão sonora. Ao lado, fitas magnéticas fustigavam um balão de bomba de água, uma grande roda fazia incessantemente o seu caminho por um círculo de areia e, por artes de magnetismo, um montinho de tinta de toner (que é magnética) ecoava o mesmo movimento circular numa folha suspensa. Cada som – a trituração da areia, a agitação de fitas, o embate de metal é captada por microfones de contacto e amplificado, elevando estes ruídos à partida banais ao domínio do som. No jogo entre a tecnologia – os fios e cabos, as amplificadoras e mesas de mistura, motores – e materiais muitas vezes obsoletos, sobras ou restos que sempre carregam um pouco de memória de vida prévia, o som ganhava espessura e presença, ocupando o espaço como se também tivesse a sua própria materialidade.

    Seguiam-se mais instalações: peças gémeas que tagarelam entre si, água que cai e borbulha, pequenas telhas que tremulam sobre madeira, walkie-talkies sobre rodas de oleiro que ora se aproximam e afastam, produzindo uma sinfonia em feedback, peças que dançam, embatem ou rolam… Uma peça para tocar, espécie de bateria caseira feita de panelas com água, fez as delícias dos mais pequenos (e não só). Todas estas peças foram o resultado de uma oficina dirigida por Nuno Rebelo nas Oficinas do Convento. Musico e artista de currículo impressionante (fez, entre muitas outras coisas, o hino do Expo ‘98), conta que desde sempre se interessou em aumentar a “paleta” dos sons com que se pode fazer música. A música pode definir-se, diz, como a “arte de articulação dos sons”. As “sonosculturas” ligam este repertório sonoro expandido a uma incursão pelo território das artes plásticas. A exposição mostra que é uma intersecção muito fértil.”

    por Gerbert Verheij  , publicado no jornal Folha de Montemor, Novembro 2017

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